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20 de maio de 2018

História De Israel – Teologia 31.170 (Livro 13 Cap 21) GRANDE VITÓRIA OBTIDA POR PTOLOMEU LATUR SOBRE ALEXANDRE, REI DOS JUDEUS, E SUA HORRÍVEL DESUMANIDADE. CLEOPATRA, MÃO DE PTOLOMEU, VEM EM AUXÍLIO DOS JUDEUS, E LATUR TENTA INUTILMENTE TORNAR-SE SENHOR DO EGITO. ALEXANDRE TOMA GAZA E PRATICA GRANDES ATOS DE CRUELDADE. DIVERSAS GUERRAS REFERENTES AO REINO DA SÍRIA. ESTRANHO ÓDIO DA MAIORIA DOS JUDEUS CONTRA ALEXANDRE, SEU REI, QUE CHAMAM DEMÉTRIO EUCERO EM SEU AUXÍLIO.

História De Israel – Teologia 31.170
 
CAPÍTULO 21

GRANDE VITÓRIA OBTIDA POR PTOLOMEU LATUR SOBRE ALEXANDRE, REI DOS
JUDEUS, E SUA HORRÍVEL DESUMANIDADE. CLEOPATRA, MÃO DE PTOLOMEU,
VEM EM AUXÍLIO DOS JUDEUS, E LATUR TENTA INUTILMENTE TORNAR-SE
SENHOR DO EGITO. ALEXANDRE TOMA GAZA E PRATICA GRANDES ATOS DE
CRUELDADE. DIVERSAS GUERRAS REFERENTES AO REINO DA SÍRIA. ESTRANHO
ÓDIO DA MAIORIA DOS JUDEUS CONTRA ALEXANDRE, SEU REI,
QUE CHAMAM DEMÉTRIO EUCERO EM SEU AUXÍLIO.

551. Depois que Ptolomeu Latur tomou Azoto de assalto, foi a Séforis, que fica próxima, e atacou-a, mas foi repelido, com grandes perdas. Em vez de continuar esse assédio, ele marchou contra Alexandre, rei dos judeus. Encontrou-o em Azofe, muito perto do Jordão, e acampou em frente dele. A vanguarda de Alexandre era composta de oito mil homens, soldados veteranos, todos armados com escudos de bronze. Os da vanguarda de Ptolomeu também o eram, mas o resto de suas tropas não estava bem armado, o que os fazia recear o combate. Um certo Fílonstevão, muito experimentado na guerra, tranqüilizou-os e fê-los passar o rio que separava os dois acampamentos, sem que Alexandre se opusesse a isso, porque ele julgava vencer mais facilmente quando os inimigos, tendo o rio por trás, não pudessem mais fugir.
O combate foi deveras sangrento, e era difícil julgar para que lado pendia a vitória. Por fim, as tropas de Alexandre começaram a prevalecer, enquanto as de Ptolomeu estavam se esfacelando. Mas Fílonstevão as susteve com um corpo de tropas que ainda não havia combatido e as reanimou. Os judeus, espantados com tal mudança e sem receber nenhum reforço, fugiram, e todos os outros seguiram-lhes o exemplo. Os inimigos perseguiram-nos tão vivamente e fizeram tal morticínio que só cessaram a matança quando não agüentaram mais o cansaço e a ponta de suas espadas começava a se entortar. O número de mortos foi de trinta mil ou, segundo uma relação de Timagenes, cinqüenta mil. O resto do exército foi aprisionado ou salvou-se na fuga.
552.  Depois de tão assinalada vitória e de tão longa perseguição, Ptolomeu retirou-se, à tarde, para algumas aldeias da Judéia e, encontrando-as cheias de mulheres e de crianças, ordenou aos seus soldados que as estrangulassem, fizessem-nas em pedaços e as lançassem numa caldeira de água fervente, a fim de que os judeus que haviam escapado da batalha, ao chegar àquele lugar, pensassem que os inimigos comiam carne humana e tivessem ainda maior medo deles. Estrabão não é o único que faz menção dessa horrível desumanidade, pois Nicolau a refere também. Ptolomeu apoderou-se depois de Ptolemaida, à força, como já dissemos em outro lugar.
553.  Quando a rainha Cleópatra viu que o seu filho crescia daquele modo em poder e devastava, sem resistência, toda a Judéia, submetendo Gaza à sua obediência e estando já quase às portas do Egito, e que ele nada mais pretendia além de se apoderar do país, julgou não dever esperar mais para enfrentá-lo. Assim, sem perder tempo, reuniu grandes forças de terra e mar, cujo comando confiou a Chelcias e a Ananias, judeus de nascimento. Colocou em segurança, na ilha de Choos, a maior parte de suas riquezas, seus netos e seu testamento, mandou Alexandre, seu outro filho, para a Fenícia com uma grande esquadra, porque aquela província estava para se revoltar, e veio em pessoa a Ptolemaida. Os seus habitantes, porém, fecharam-lhe as portas, e ela sitiou-os. Quando Ptolomeu viu que ela havia deixado o Egito, para lá partiu, na esperança de que facilmente dele se poderia apoderar, mas viu-se enganado em seus intentos. Por aquele mesmo tempo, Chelcias, um dos generais do exército de Cleópatra, que perseguia Ptolomeu, morreu na Baixa Síria.
554.  Cleópatra, ao saber que as intenções do filho a respeito do Egito haviam sido frustradas, enviou para lá uma parte de suas forças, que o rechaçaram totalmente. Assim, ele foi obrigado a voltar e passou o inverno em Gaza. Então Cleópatra tomou Ptolemaida, onde Alexandre, rei dos judeus, veio encontrar-se com ela, trazendo-lhe muitos presentes. Ela o recebeu com prazer e como um príncipe que, tendo sido tão maltratado por Ptolomeu, somente a ela podia recorrer. Alguns servidores propuseram que ela se apoderasse do país, para não permitir que um número tão grande de judeus, homens de bem, estivesse sujeito a um único homem. Mas Ananias aconselhou o contrário, dizendo que ela não podia com justiça despojar um príncipe que fizera aliança com ela e era parente próximo dele. Também não podia evitar dizer-lhe que, se ela fizesse aquela injustiça, nenhum judeu deixaria de se tornar inimigo dela. Essas razões persuadiram-na, e assim, ela não somente evitou causar desprazer a Alexandre como renovou a aliança com ele em Citópolis, que é uma cidade da Baixa Síria.
555. Logo que o príncipe se viu livre dos receios quanto a Ptolomeu, entrou na Baixa Síria, tomou a cidade de Gadara depois de um cerco de dez meses e Hamate logo em seguida, que é a mais resistente de todas as fortalezas situadas sobre o Jordão e na qual Teodoro, filho de Zenão, havia posto tudo o que tinha de mais precioso. Teodoro, para vingar-se, atacou os judeus quando menos esperavam, matou cerca de dez mil e tomou toda a bagagem de Alexandre. Esse príncipe, sem se abater com tal perda, não deixou de sitiar e de tomar Rafa, que está à beira-mar, e Antedom, que Herodes depois chamou Agripíada. Vendo que Ptolomeu abandonara Gaza para voltar a Chipre e que a rainha Cleópatra, sua mãe, retomara também o caminho para o Egito, o seu ressentimento pelo fato de os moradores de Gaza haverem chamado Ptolomeu em seu auxílio, contra ele, levou-o a devastar-lhes o país e a sitiá-los.
Apolodoto, que os comandava, atacou o acampamento dos judeus com dois mil soldados estrangeiros e mil servidores que pôde reunir. Durante a noite, ele obteve vantagem, porque os judeus estavam certos de que Ptolomeu viera em socorro dos sitiados, mas quando raiou o dia eles viram que se haviam enganado, retomaram ânimo e atacaram Apolodoto com tanta coragem que mataram ali mesmo mil de seus soldados. Os sitiados, porém, não perderam a coragem, embora fossem ainda acossados pela fome. Preferiam sofrer até o fim a se entregar. Aretas, rei dos árabes, que lhes prometia auxílio, fortalecia-os em seu intento. Mas Apolodoto foi morto à traição antes que esse rei tivesse chegado, e a cidade foi tomada. Foi Lisímaco, seu próprio irmão, quem cometeu esse crime, por inveja do prestígio que os próprios e grandes méritos haviam granjeado a Apolodoto. Lisímaco então reuniu um grupo de soldados e entregou a praça a Alexandre.
Quando esse príncipe lá entrou, parecia ter Espírito de paz, mas depois enviou tropas às quais permitiu castigar o povo com toda espécie de crueldade. Eles não pouparam um sequer de todos os que puderam matar, porém isso custou também a vida a vários judeus, pois uma parte dos habitantes morreu com armas na mão, defendendo-se valentemente, outros incendiaram as próprias casas, para impedir que fossem presa do inimigo, e outros mataram as próprias mulheres e filhos, para evitar-lhes uma vergonhosa escravidão. Sabendo que o senado estava reunido quando essas tropas sanguinárias entravam na cidade, eles fugiram para o templo de Apoio, a fim de ali buscar asilo seguro, mas não o encon-traram. Alexandre mandou matá-los e, depois de destruir a cidade, que conservava sitiada durante um ano, voltou a Jerusalém.
556. Por esse mesmo tempo, o rei Antioco Gripo foi morto à traição por Heracleu, na idade de quarenta e cinco anos, após reinar vinte e nove. Seleuco, seu filho, sucedeu-o e fez guerra a Antioco Cizicenio, seu tio, aprisionou-o numa batalha e mandou matá-lo. Pouco tempo depois, Antioco, filho de Cizicenio, e Antonino, cognominado Eusébio, vieram a Arade, onde foram coroados reis. Eles fizeram guerra a Seleuco, venceram-no numa batalha e o expulsaram da Síria. Ele fugiu para a Cilícia, onde foi recebido pelos mopseatas, mas, em vez de reconhecer a obrigação que lhes devia, quis ainda exigir deles tributo. Então eles, não o podendo suportar, puseram fogo ao seu palácio, onde morreu queimado com os seus amigos.
557.  Enquanto esse Antioco reinava na Síria, um outro Antioco, irmão de Seleuco, fez-lhe guerra. Mas foi derrotado com todo o seu exército. Filipe, seu irmão, fez-se coroar rei e reinou numa parte da Síria. No entanto, Ptolomeu Latur mandou chamar Demétrio Eucero, seu quarto irmão, em Gnida, o constituiu rei em Damasco. Antioco resistiu valentemente a esses dois irmãos, mas não viveu por muito tempo. Tendo partido para Laodicéia em auxílio da rainha dos galadenianos, que faziam guerra aos partos, foi morto numa batalha, lutando corajosamente. Filipe e Demétrio, que eram irmãos, com a morte dele ficaram de posse pacífica do reino da Síria, como já dissemos em outro lugar.
558.  Ao mesmo tempo, Alexandre, rei dos judeus, viu turbar-se o seu reino, pelo ódio que o povo tinha contra ele. No dia da festa dos Tabernáculos, quando se levam ramos de palmas e de limoeiros, ele preparava-se para oferecer sacrifício. O povo não se contentou de lhe lançar limões à cabeça, mas o ofendeu com palavras, dizendo que, tendo sido escravo, ele não merecia honra alguma e era indigno de oferecer sacrifícios a Deus. Ele ficou de tal modo enfurecido que mandou matar uns seis mil deles e em seguida reprimiu o esforço da multidão irritada com uma cerca de madeira que mandou fazer ao redor do Templo e do altar, e que se estendia até o lugar onde somente os sacerdotes têm direito de entrar.
Ele assalariou soldados pisídios e cilícios porque, sendo inimigo dos sírios, não se servia deles. Venceu depois os árabes, impôs tributos aos moabitas e aos galaditas e destruiu Hamate sem que Teodoro se atrevesse a dar-lhe combate. Fez também guerra a Obede, rei dos árabes, mas, tendo caído numa emboscada perto de Gadara, na Galiléia, impelido por um grande número de camelos a um estreito muito apertado e difícil de transpor, chegou a salvo com muita dificuldade em Jerusalém. Esse mau resultado foi seguido de uma guerra que seus súditos lhe moveram durante seis anos. Ele matou mais ou menos uns cinqüenta mil deles e, embora tudo fizesse para estar bem com eles, o ódio que lhe tinham era tão violento que, quanto mais queria acalmá-lo, tanto mais ele aumentava. Assim, perguntando-lhes um dia o que queriam que fizesse para contentá-los, todos exclamaram que ele devia se matar. Mandaram então imediatamente chamar Demétrio Eucero, para pedir-lhe auxílio.


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História Do Cristianismo - Teologia 32.56 - UMA GUERRA RELIGIOSA

História Do Cristianismo - Teologia 32.56


UMA GUERRA RELIGIOSA

Começou então uma guerra religiosa entre os dois ir­mãos, e como geralmente acontece nas guerras religiosas, foi esta também notável pela crueldade e injustiça de ambos os lados.
Entretanto, Atanásio foi novamente degredado, pelos esforços de Constâncio e dos bispos arianos; e Gregório de Capadócia, homem de caráter violento, foi colocado à for­ça no seu lugar. Este procedimento iníquo deu ocasião a desordens e a cenas violentas, e tiveram de pedir auxílio à tropa para manter o bispo intruso na colocação que lhe ti­nham dado. Foram depois convocados muitos e vários concílios, e publicados cinco credos diferentes, em outros tantos anos, mas parece que com pouco resultado. Em to­dos estes concílios foi sempre confirmado a ortodoxia de Atanásio, porém não fizeram justiça ao velho bispo en­quanto Gregório viveu. Mas depois da morte deste foi rein­tegrado no seu lugar com grande alegria de todos aqueles que apreciavam a verdade e se agarravam à boa doutrina.

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História De Israel – Teologia 31.169 (Livro 13 Cap 20) SALOMÉ, ANTES CHAMADA ALEXANDRA, VIÚVA DO REI ARISTÓBULO, TIRA JANEU, COGNOMINADO ALEXANDRE E IRMÃO DESSE PRÍNCIPE, DA PRISÃO E O CONSTITUI REI. ELE MANDA MATAR UM DE SEUS IRMÃOS E CERCA PTOLEMAIDA. O REI PTOLOMEU LATUR, QUE HAVIA SIDO EXPULSO DO EGITO PELA RAINHA CLEÓPATRA, SUA MÃE, VEM DE CHIPRE PARA SOCORRER PTOLEMAIDA, QUE SE RECUSA A RECEBÊ-LO. ALEXANDRE LEVANTA O CERCO E TRATA PUBLICAMENTE COM PTOLOMEU E SECRETAMENTE COM A RAINHA CLEÓPATRA.

História De Israel – Teologia 31.169
 
CAPÍTULO 20

SALOMÉ, ANTES CHAMADA ALEXANDRA, VIÚVA DO REI ARISTÓBULO, TIRA JANEU, COGNOMINADO ALEXANDRE E IRMÃO DESSE PRÍNCIPE, DA PRISÃO E O CONSTITUI REI. ELE MANDA MATAR UM DE SEUS IRMÃOS E CERCA PTOLEMAIDA.
O REI PTOLOMEU LATUR, QUE HAVIA SIDO EXPULSO DO EGITO PELA RAINHA
CLEÓPATRA, SUA MÃE, VEM DE CHIPRE PARA SOCORRER PTOLEMAIDA, QUE SE
RECUSA A RECEBÊ-LO. ALEXANDRE LEVANTA O CERCO E TRATA PUBLICAMENTE
COM PTOLOMEU E SECRETAMENTE COM A RAINHA CLEÓPATRA.

548.  Depois da morte do rei Aristóbulo, a rainha Salomé, sua esposa, que os gregos chamam Alexandra, pôs em liberdade os irmãos desse príncipe, que ele mantinha na prisão, como vimos, e fez rei Janeu, antes chamado Alexandre, que era o mais velho e o mais moderado de todos. Ele havia sido tão infeliz que Hircano, seu pai, sentiu aversão por ele já logo após o nascimento. Esse sentimento era tão forte que até morrer Hircano jamais consentiu que ele comparecesse à sua presença. Penso dever dizer a causa disso.
Hircano, que amava muito Aristóbulo e Antígono, os dois mais velhos de seus filhos, perguntou a Deus, que lhe havia aparecido em sonhos, qual deles deveria sucedê-lo no trono, e Deus revelou-lhe, mostrando Alexandre, que este deveria reinar. O desprazer que ele então concebeu levou-o a mandar educá-lo na Galiléia. Mas o que Deus havia predito não deixou de acontecer, pois ele foi elevado ao trono depois da morte de Aristóbulo. Mandou em seguida matar um de seus irmãos, que quis fazer-se rei, e tratou muito bem ao outro, que se contentou em levar vida privada.
549.  Depois de colocar em ordem os negócios do Estado, Alexandre marchou com um exército contra os de Ptolemaida e, depois de vencê-los num grande combate, obrigou-os a se encerrar na sua cidade, onde os sitiou. De todas as cidades marítimas, Gaza era a única que ele ainda não havia tomado, e para isso era necessário subjugar Zoilo, que se apoderara de Adora e da torre de Estratão. Os habitantes de Ptolemaida não podiam esperar auxílio do rei Antíoco nem de Antíoco Cízico, seu irmão, pois eles tinham empenhadas todas as suas forças em outra guerra.
Zoilo, porém, que esperava aproveitar-se da divisão entre esses príncipes para ocupar Ptolemaida, para lá enviou algum auxílio enquanto os dois reis tão pouco se importavam em ajudá-la, pois estavam tão irritados um contra o outro que não se incomodavam com mais nada, semelhante aos atletas que, embora cansados de combater, têm vergonha de se confessar vencidos e não cedem ao competidor, mas depois de recobrarem um pouco de alento recomeçam o combate. Assim, o único recurso que restava aos sitiados era pedir socorro ao Egito, principalmente a Ptolomeu Latur, que havia sido expulso do reino pela rainha Cleopatra, sua mãe, e se retirado para a ilha de Chipre. Mandaram então pedir-lhe que os livrasse do perigo em que se encontravam, dando-lhe a entender que logo que viesse para a Síria, os de Gaza, Zoilo, os sidônios e vários outros passariam imediatamente para o seu lado.
O príncipe, com essa esperança, cuidou em equipar imediatamente uma grande frota. Mas nesse ínterim, Demeneto, que desfrutava grande prestígio em Ptolemaida, persuadiu os habitantes a mudar de opinião, mostrando-lhes que era muito mais vantajoso permanecer na incerteza do êxito na guerra em que estavam empenhados contra os judeus que cair na servidão, a qual lhes seria inevitável se, chamando o rei Ptolomeu, o recebessem por senhor. E assim, não teriam somente de sustentar aquela guerra, mas também uma outra, maior ainda e mais perigosa, com o Egito, porque a rainha Cleopatra, mão de Ptolomeu, que tinha a intenção de expulsá-lo da ilha de Chipre, vendo que ele procurava fortalecer-se à custa das províncias vizinhas, viria contra eles com um poderoso exército. E se então Ptolomeu, enganado em suas esperanças, os abandonasse a fim de fugir para a ilha de Chipre, eles ficariam expostos a um perigo maior do que poderiam imaginar.
550. Ptolomeu soube a caminho que os de Ptolemaida haviam mudado de idéia, mas continuou a viagem. Desembarcou em Sicamim com o seu exército, que era de trinta mil homens, tanto de infantaria quanto de cavalaria, e avançou para Ptolemaida. Viu-se, porém, em graves dificuldades quando os embaixadores não puderam falar aos habitantes da cidade, que se recusaram a recebê-los e nem quiseram ouvir as suas propostas. Então Zoilo e os de Gaza foram ter com ele para pedir-lhe socorro contra os judeus e contra o seu rei, que lhes devastava o país.
Assim, Alexandre foi obrigado a levantar o cerco de Ptolemaida. Retirou o exército e, querendo agir com astúcia, enviou secretamente emissários à rainha Cleopatra para fazer aliança com ela contra Ptolomeu, enquanto tratava publicamente com ele e prometia dar-lhe quatrocentos talentos de prata se este lhe entregasse o tirano Zoilo e cedesse aos judeus as praças e as terras que ele possuía. Ptolomeu, de boa mente, fez aliança com Alexandre e mandou prender Zoilo. Mas quando soube que o príncipe negociava secretamente com a rainha sua mãe, rompeu com ele e sitiou Ptolemaida, que, como vimos, se recusara a recebê-lo. Deixando alguns dos chefes com uma parte das forças, para continuar o cerco, foi com o resto devastar a Judéia. Alexandre, por sua vez, para resistir-lhe, reuniu um exército de cinqüenta mil homens ou, segundo outros, de oitenta mil. Ptolomeu, tendo num sábado atacado de improviso a cidade de Azoto, na Galiléia, tomou-a de assalto e levou dez mil escravos e grande quantidade de despojos.


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História Do Cristianismo - Teologia 32.55 - DIVISÃO DO IMPÉRIO

História Do Cristianismo - Teologia 32.55


DIVISÃO DO IMPÉRIO

O império estava agora dividido entre os três filhos de Constantino, o Grande, ficando Constantino com a Gália, Espanha e a Bretanha; Constâncio com as províncias asiá­ticas, e Constante, com a Itália e a África.
Constantino favoreceu o partido católico ou ortodoxo, e fez voltar Atanásio do exílio, mas foi morto no ano 340, quando invadia a Itália. Constante, que tomou posse dos seus domínios, também seguia a causa dos católicos e foi amigo de Atanásio, porém Constâncio e toda a sua corte tomaram o partido dos arianos.

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19 de maio de 2018

História De Israel – Teologia 31.168 (Livro 13 Cap 19) ARISTÓBULO, FILHO MAIS VELHO DE HIRCANO, PRÍNCIPE DOS JUDEUS, FAZ-SE COROAR REI. ASSOCIA O SEU IRMÃO ANTTGONO À COROA, PÕE OS OUTROS NA PRISÃO E TAMBÉM A SUA MÃE, A QUAL FAZ MORRER DE FOME. DESCONFIA DE ANTTGONO, MANDA MATÁ-LO E MORRE DE TRISTEZA.

História De Israel – Teologia 31.168
 
CAPÍTULO 19

ARISTÓBULO, FILHO MAIS VELHO DE HIRCANO, PRÍNCIPE DOS JUDEUS, FAZ-SE
COROAR REI. ASSOCIA O SEU IRMÃO ANTTGONO À COROA, PÕE OS OUTROS NA
PRISÃO E TAMBÉM A SUA MÃE, A QUAL FAZ MORRER DE FOME.
DESCONFIA DE ANTTGONO, MANDA MATÁ-LO E MORRE DE TRISTEZA.

546. Aristóbulo, que era o mais velho dos filhos de Hircano, cognominado Filelés, isto é, "amigo dos gregos", mudou em reino, após a morte de seu pai, o principado dos judeus e foi assim o primeiro que se fez coroar rei. Isso aconteceu quatrocentos e oitenta e um anos depois da volta dos judeus libertados do cativeiro da Babilônia ao seu país. Como estimava muito Antígono, o segundo dos irmãos, chamou-o à coroa, associando-o no governo, e mandou colocar na prisão os outros três. Mandou também lá encerrar a própria mãe, porque ela também queria reinar e porque Hircano, ao morrer, colocara o governo nas mãos dela. Sua horrível crueldade chegou a tal excesso que ele a deixou morrer de fome na prisão. A esse crime acrescentou o de mandar matar o seu irmão Antígono, que ele demonstrara amar tanto. Calúnias foram a causa disso, embora de início ele as tenha rejeitado, em parte pelo afeto que lhe nutria e parte por estar persuadido de que haviam sido maliciosamente inventadas. Esse crime tão deplorável aconteceu assim:
Estava ele enfermo, e Antígono voltou da guerra com grande aparato, quando se celebrava a festa dos Tabernáculos. Nessa ocasião, Antígono subiu ao Templo acompanhado de alguns homens armados, sem outra intenção além de fazer orações a Deus pela saúde do rei seu irmão. Maus Espíritos, porém, serviram-se dessa oportunidade, dos felizes resultados de Antígono na guerra e de ter ele se apresentado no Templo com tanto aparato, para colocar divisão entre os irmãos. Disseram maliciosamente a Aristóbulo que Antígono, tendo se apresentado naquela circunstância com tal aparato, durante uma festa tão solene, bem mostrava aspirar ao trono e que voltaria bem depressa com um grande número de soldados para matá-lo, porque estava persuadido de que, podendo tornar-se senhor de todo o reino, seria tolice contentar-se apenas com uma parte.
Aristóbulo, que naquele instante estava numa torre (que depois foi chamada Antônia), não quis acreditar nessas palavras. No entanto, para garantir a própria vida sem condenar o irmão, mandou esconder alguns guardas num lugar escuro e subterrâneo, com ordem de não fazerem mal a Antígono se ele viesse desarmado e de matá-lo se viesse armado. Mandou em seguida dizer-lhe para que viesse falar-lhe sem armas. Porém, a rainha e os outros inimigos de Antígono apanharam esse emissário e obrigaram-no a dizer que o rei, tendo sabido que ele tinha armas muito belas, pedia-lhe que fosse como estava, para lhe dar o prazer de mostrá-las. O príncipe, que de nada desconfiava e se fiava no afeto do rei seu irmão, veio armado como estava. E, quando chegou à torre de Estratão, onde a passagem era escura, os guardas do rei o mataram.
Essa morte tão trágica mostra de que é capaz a inveja e o que pode a calúnia: elas são tão fortes que abafam os sentimentos mais ternos de amizade natural. Não é, pois, de admirar que um certo Judas, essênio de nascimento, cujas predi-ções jamais deixavam de ser verdadeiras, tendo visto Antígono subir ao Templo, disse aos discípulos e amigos que costumavam segui-lo para verificarem os efeitos daquela ciência que o fazia penetrar o futuro e que ele quisera estar morto, porque a vida de Antígono faria conhecer a superfluidade de suas predições, pois afirmara que ele morreria naquele mesmo dia, na torre de Estratão, o que era impossível, porque ela distava de Jerusalém uns seiscentos estádios, e a maior parte do dia já se havia passado. Quando ele assim falava, vieram dizer-lhe que Antígono fora morto num lugar subterrâneo com esse mesmo nome, Estratão, que tem uma torre à beira mar (chamada depois Cesareia). Essa semelhança de nomes havia sido a causa de sua confusão e inquietação.
547. Aristóbulo não tardou a se arrepender de haver tirado a vida a seu irmão, o que aumentava ainda mais a sua enfermidade. Recriminava-se continuamente por ter cometido tão horrível crime, e seu sofrimento foi tanto que ele vomitou grande quantidade de sangue. Quando um de seus servidores levava esse sangue, aconteceu que ele o deixou cair, creio eu por permissão divina, e parte dele derramou-se no mesmo lugar onde ainda se viam vestígios do sangue de Antígono, irmão do rei. Os que o viram, julgando que ele o fazia de propósito, soltaram um grande grito, que foi ouvido pelo rei.
Ele perguntou o motivo, mas ninguém ousava dizer-lhe. O rei, porém, insistia cada vez mais, porque os homens naturalmente ficam suspeitosos quando se lhes procuram ocultar alguma coisa e passam a imaginá-la muito pior do que é na realidade. Assim, Aristóbulo, por meio de ameaças, obrigou-os a dizer a verdade, a qual fez sobre o seu Espírito tão forte impressão que ele disse, após derramar muitas lágrimas, soltando um profundo suspiro: "Bem parece que não se pode ocultar aos olhos de Deus uma ação tão detestável, pois Ele descarregou depressa sobre mim a sua justa vingança. Até quando este meu miserável corpo reterá a minha alma criminosa? Não é preferível morrer de uma vez que derramar o meu sangue gota a gota, como um sacrifício de expiação à memória daqueles aos quais fiz tão cruelmente perder a vida?"
Dizendo essas palavras, ele morreu, após reinar somente um ano. Seu país foi-lhe devedor de muitos benefícios, porque ele declarou guerra aos idumeus, conquistou grande parte do território deles, que anexou à Judéia, e obrigou os seus habitantes a receber a circuncisão e a viver segundo as nossas leis. Era de natureza doce e muito modesto, como refere Estrabão, com estas palavras, ante a relação de Timagenes: "Esse príncipe era muito afável, e os judeus não lhe são devedores de pouco, porque ele levou bem longe os limites de seu país, que aumentou com uma parte da Ituréia e uniu esse povo a eles pelo laço da circuncisão".


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História Do Cristianismo - Teologia 32.54 - MORTE DE CONSTANTINO, O GRANDE

História Do Cristianismo - Teologia 32.54


MORTE DE CONSTANTINO, O GRANDE

Constantino não sobreviveu muito tempo a este acon­tecimento. Morreu em 337 d.C. com sessenta e quatro anos de idade, tendo reinado quase trinta e um anos. E sua le­gislação geral, diz um escritor moderno, manifesta a in­fluência dos princípios cristãos; e o efeito destas leis huma­nitárias havia de ser sentido muito além do círculo da co­munidade cristã.
Decretou leis para que se guardasse melhor o domingo e contra a venda de crianças como escravos; e também con­tra o roubo de crianças com o fim de se venderem e muitas outras leis de caráter tanto social como moral. Mas o fato mais importante e de maior influência do seu reinado, cheio de acontecimentos, foi a destruição dos ídolos e a exaltação de Cristo. Outro fato de importância, sob o pon­to de vista cristão, foi a conversão dos etíopes e ibérios, que, segundo se diz, receberam o Evangelho durante esse mesmo tempo.

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