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Sobre O Autor: Sergio C A

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14 de maio de 2017

História Da Igreja - Teologia 30.36 - A Pré-Reforma

História Da Igreja - Teologia 30.36
 
CAPÍTULO 3

A PRÉ‐REFORMA

A reforma tão esperada não viria sem que houvesse desbravadores que dessem suas vidas em sacrifício por causa de um ideal, não algo filosófico ou
idealista, mas sim o desejo de  que cada homem e cada mulher tenham a oportunidade de se relacionar com seu criador sem ter que passar pelo controle rígido  e  fraudulento  da  santa  igreja  romana.  O  contexto  político  em  que  a  Europa  se  encontrava  na  baixa  idade  média  desenvolvia  sentimentos nacionalistas em diversas regiões, ou seja, os governantes, os nobres e o povo estavam cansados de serem comandados e ter o território nacional invadido
e terem terras tomadas pela igreja ou qualquer aliança politico‐religiosa, toda a política econômica e social sofria influência externa. Esse sentimento estava presente em quase todos os grandes países da época fazendo com que se iniciasse a preparação para o que para muitos paises representava uma liberdade jamais experimentada.

O que segue são os principais nomes do início da preparação daquilo que mudaria a história da Europa e do mundo.


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13 de maio de 2017

História Da Igreja - Teologia 30.35 - A evolução do papado

História Da Igreja - Teologia 30.35

A evolução do papado

O papado vinha numa evolução de poder muito grande e chega ao início do ano 1000 com o papa Hidelbrando que defendia com todas as forças o
absolutismo papal, este trouxe ao papado sua “Idade Áurea” que durou de 1049 a 1294. Em 1054 acontece a divisão da igreja no chamado Cisma do oriente onde ouve a mútua excomunhão entre Miguel Cerulário e o papa Leão IX gerando o surgimento da igreja grega e a latina.

O novo milênio começara e logo nos seus primeiros séculos o mundo era dominado por papas terríveis, dentre os quais Inocêncio III (1198 a 1216) que se denominou “vigário de Cristo” e ainda disse: “todas as coisas na terra, no céu e no inferno estão sujeitas ao vigário de Cristo”. Crimes de simonia, que era
a venda de cargos eclesiásticos, prostituição, abortos, assassinatos, mentira, luxúria etc. são palavras que não conseguem descrever os feitos papais e de
seu clero.

O mundo poderia permanecer desta forma por muito tempo não fosse a determinação dentro de um propósito estabelecido por Deus sob os quais muitos homens levantaram a bandeira da luta contra todas essas forças opressoras, a terrível usurpação de poder do papado e toda forma de política que esmagava a minoria começaram a ser combatidas, já que todo o clero tinha os camponeses nas mãos devido pregarem todo tipo de “condenação vinda de Deus” a aqueles que tentassem desobedecer as sua ordens. Surge então movimentos mais tarde chamados de “Pré‐reformistas” que ascenderam uma chama em muitos corações que desejavam ardentemente por mudanças, libertação física e principalmente espiritual.

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12 de maio de 2017

História Da Igreja - Teologia 30.34 - A divisão do império e o feudalismo

História Da Igreja - Teologia 30.34

divisão do império e o feudalismo

Teodósio foi o último imperador a dominar sob o império em sua totalidade, pois o dividiu em dois formando o império do ocidente cuja capital era Roma,
e o do oriente com capital em Constantinopla, hoje Istambul.

Com a queda do império Romano ocidental em 476, ficaram ainda alguns fragmentos de seu governo em Roma, servindo de base para o desenvolvimento
do poderio papal que chega a seu auge com a virada do milênio.

A Europa sofria muitas dificuldades devidas tantas guerras contra os bárbaros que eram uma ameaça constante, o povo gemia diante dos reflexos de alianças feitas pelo clero e imperadores, o feudalismo desde o século IX dominava todo o continente e o povo era massacrado. A expectativa de vida era pequena demais devido o trabalho forçado, tantas doenças e pestes que assolavam o mundo da época, um homem morria geralmente por volta de 30
anos enquanto as mulheres não duravam nem isso, a cada 100 crianças que nasciam vivas 45 destas morriam ainda na infância, no entanto, o que pode parecer contradição, o crescimento demográfico começava a se avolumar, em 1050 o mundo tinha a média de 46 milhões de pessoas, duzentos e cinqüenta anos depois era de 73 milhões. Com este início de crescimento populacional se fez necessário um desenvolvimento de técnicas agrícolas para aumentar a produção e atender a demanda.


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11 de maio de 2017

História Da Igreja - Teologia 30.33 - Ano 1000. O Auge do Poder Papal

História Da Igreja - Teologia 30.33
 
CAPÍTULO 2

ANO 1000.
O AUGE DO PODER PAPAL

Os papas nem sempre tiveram o poder que detinham durante a idade média alta e baixa, nos primeiros quase quinhentos anos de história da cristandade
a igreja era controlada por bispos que na sua maioria não tinha a menor pretensão de ser o líder absoluto da igreja. Os primeiros vultos de tentativa de colocar a igreja de Roma como a chefe das outras surgiram a partir de 164 d.C. com Anicleto bispo da igreja de Roma, este queria que a data da celebração
da páscoa fosse mudada. A partir disso todos os bispos romanos seguintes começaram a requerer para si autoridade diferenciada, ou seja, mais poder que
os outros por estar na capital do império romano.
Foi somente em 455 que o bispo de Roma chegaria à liderança total da igreja sob o título de papa (pai). Com o apoio do imperador Valentiniano tudo ficara mais fácil para obter a supremacia, é claro que tudo não passava de um jogo de interesses já que a partir daí os cargos eclesiásticos eram de total influência na política.



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10 de maio de 2017

História Da Igreja - Teologia 30.32 - A Paganização do Cristianismo

História Da Igreja - Teologia 30.32

A paganização do cristianismo

Após o cristianismo ser oficializado iniciou‐se uma paganização acelerada na igreja, apesar de que isso já começara por volta de 251d.C. quando a igreja
de Roma já não ensinava sobre a justificação pela fé, mas sim pelas obras. O que viria a seguir seria a degeneração dos conceitos bíblicos que seriam substituídos por dogmas e tradições criadas pelos homens.


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9 de maio de 2017

História Da Igreja - Teologia 30.31 - O Imperador e o Cristianismo

História Da Igreja - Teologia 30.31

O imperador e o cristianismo

Quando em 313d.C. o imperador Constantino filho de Constâncio Cloro entra em batalha contra Maxêncio que disputava o trono imperial com ele, seu exército era pequeno e despreparado vendo que não tinha chances de vencer começa orar a Deus quando tem uma suposta visão de uma cruz que tinha uma
inscrição “in hoc signo vinces” que significa “por este sinal vencereis” revestido de confiança lutou bravamente, Maxêncio morreu afogado no rio Tibre e seu exército foi vencido.

Declarando o edito de Milão trouxe a liberdade religiosa e proteção aos líderes eclesiásticos e também combateu a morte de escravos por seus senhores, o adultério como também o concubinato. Em 325 convocou o Concílio de Nicéia. Mesmo tendo exortado por diversas vezes seus súditos a serem cristãos, no fim de sua vida retornou ao arianismo.

Em 366d.C. o imperador Valentiniano (governou de 364 a 375) declarou “a supremacia da jurisdição eclesiástica de Roma”, mas foi somente por volta
de 379 d.C. que o imperador  Flávio Teodósio declarou o cristianismo como religião oficial do império Romano. Em 381 convocou o concílio de Constantinopla
que reafirmou as doutrinas estabelecidas no concílio de Nicéia e também a decisão de tratar o arianismo como heresia.



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