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Sobre O Autor: Sergio C A

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22 de junho de 2018

História De Israel – Teologia 31.236 (Livro 17 Cap 4) HERODES MANDA ANTIPATRO PROCURAR AUGUSTO COM SEU TESTEMUNHO PELO QUAL ELE O DECLARAVA SEU SUCESSOR. SILLEU SUBORNA UM DOS GUARDAS DE HERODES, PARA QUE O ASSASSINE, MAS A TRAMA É DESCOBERTA.

História De Israel – Teologia 31.236
 
CAPÍTULO 4

HERODES MANDA ANTIPATRO PROCURAR AUGUSTO COM SEU TESTEMUNHO
PELO QUAL ELE O DECLARAVA SEU SUCESSOR. SILLEU SUBORNA UM DOS
GUARDAS DE HERODES, PARA QUE O ASSASSINE, MAS A TRAMA É DESCOBERTA.

728.  Como Antípatro temia que a ira do rei caísse, por fim, sobre ele, escreveu aos amigos que tinha em Roma, para rogá-los que obtivessem, com suas cartas, quanto antes, que ele pudesse ir ter com Augusto. Fizeram eles o seu desejo e Herodes mandou-o grandes presentes e seu testamento, pelo qual o declarava seu sucessor, se ele o sobrevivesse; no caso de que ele morresse antes, escolheria para sucedê-lo a Herodes, outro seu filho, que ele tivera da filha do sumo sacerdote.
729.  Por esse mesmo tempo, Silleu foi também a Roma, sem ter cumprido o que Augusto ordenara. Antípatro acusou-o perante o imperador, dos mesmos crimes de que Nicolau o havia acusado e Aretas fê-lo acusar também, de ter, contra sua intenção, feito morrer em Petra, várias pessoas ilustres, particularmente Soeme, que era um homem muito virtuoso. A isso ele acrescentava, que ele tinha mandado matar um dos servidores de Augusto, de nome Sábado, pelo motivo que vou relatar. Havia entre os guardas de Herodes um coríntio em quem muito ele confiava. Silleu subornou-o com uma grande soma de dinheiro e fê-lo prometer matar o rei, seu amo. Sábado soube-o da própria boca de Silleu, e avisou imediatamente a Herodes que mandou prender o coríntio e fê-lo torturar. Ele confessou tudo e acusou dois árabes, dos quais um era um grande senhor e o outro, um amigo particular de Silleu. Herodes fê-los também torturar e eles confessaram que tinham vindo expressamente para obrigar o coríntio a fazer o que tinha prometido e ajudá-lo na execução, se fosse necessário. Herodes mandou-os com informações a Saturnino, que os mandou levar a Roma, para se instaurar o processo.


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História Do Cristianismo - Teologia 32.122 - AMBIÇÃO DE HILDEBRANDO


História Do Cristianismo - Teologia 32.122

AMBIÇÃO DE HILDEBRANDO

Mas até isso era simplesmente um meio para alcançar um fim. A carreira que Hildebrando estava prosseguindo havia vinte anos não devia acabar aqui; não era este o fim principal pelo qual ele se tinha esforçado. Os seus planos eram mais vastos, e, num sentido, menos egoístas; só a ins­tituição de uma permanente hierarquia, com autoridade ilimitada sobre todos os povos e reinos na face da terra, po­deria satisfazer a sua ambição. Sim, ele queria organizar um poderoso estado eclesiástico, que governasse os desti­nos dos homens, uma poderosa teocracia ou oligarquia es­piritual com o poder de instruir o povo nos seus dogmas in­falíveis, para obrigar as suas consciências e dar forças à sua obediência; um estado cujo governador fosse supremo sobre todos os governadores do mundo, elegendo e depondo reis à sua vontade, pondo interdição a províncias e reinos inteiros, e sem que ninguém ousasse opor-se a isso, em su­ma, um vice regente de Deus na terra, que não pudesse er­rar, de quem se não pudesse apelar!
Mas era preciso fazer algumas reformas importantes antes de chegar a realizar estes planos ambiciosos. Devia suprimir-se imediatamente a venda de benefícios eclesiás­ticos, ou o pecado de simonia.
Havia por toda parte muitos que imaginavam que o dom de Deus podia adquirir-se por dinheiro. Mas ainda havia outra coisa que o espírito de Gregório odiava mais do que a simonia, era o casamento do clero. Ele bem via que enquanto isso fosse permitido, todos os seus esforços se­riam baldados. 0 casamento era um laço que unia os pa­dres ao povo, e enquanto não se despedaçasse esse laço, não poderia haver a verdadeira unidade que desejava. O clero devia ser uma classe completamente separada, livre dos laços de parentesco, tendo um único fim, a manuten­ção e a glória da igreja. Não devia reconhecer parentesco algum senão o espiritual: fora disto todos os interesses e ambições, sentimentos e desejos eram traidores e indignos. Estas eram as idéias de Gregório, e neste sentido deu as suas ordens.
A ordem que Gregório deu a respeito do casamento do clero teve resultados terríveis. Dissolveu os mais respeitá­veis matrimônios, separou os que Deus tinha unido: mari­dos, mulheres e crianças; deu lugar às mais lamentáveis discórdias e espalhou por toda a parte as negras calamida­des; especialmente as esposas eram levadas ao desespero, e expostas a mais amarga dor e vergonha. Mas quanto mais forte era a oposição, mais alto se proclamavam as maldi­ções contra qualquer demora na plena execução das ordens do pontífice. Os desobedientes eram entregues aos magis­trados civis, para serem perseguidos, privados dos seus bens, e sujeitos a indignidades e sofrimentos de muitas es­pécies.

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História De Israel – Teologia 31.235 (Livro 17 Cap 3) CABALA DE ANTÍPATRO, DE FERORAS E DE SUA MULHER CONTRA HERODES. SALOMÉ AVISA-O. ELE MANDA MATAR FARISEUS QUE ERAM DESSA CONJURAÇÃO E QUER OBRIGAR FERORAS A REPUDIAR SUA MULHER, MAS ELE NÃO PODE DECIDIR-SE A ISSO.

História De Israel – Teologia 31.235
 
CAPÍTULO 3

CABALA DE ANTÍPATRO, DE FERORAS E DE SUA MULHER CONTRA HERODES.
SALOMÉ AVISA-O. ELE MANDA MATAR FARISEUS QUE ERAM DESSA
CONJURAÇÃO E QUER OBRIGAR FERORAS A REPUDIAR SUA MULHER,
MAS ELE NÃO PODE DECIDIR-SE A ISSO.

726. Estando as coisas neste estado e Herodes, que se julgava muito querido de Antípatro, tinha tanta confiança nele, que lhe dava plena autoridade e a ambição desmesurada desse filho desnaturado faziam-no abusar do poder. Mas ele ocultava sua malícia com tanta habilidade que seu pai não o percebia e ele tornava-se assim, cada vez mais temível a todos, pela sua maldade e pelo seu poder. Prestava grandes serviços a Feroras, e este, por sua vez, sendo enganado pelas mulheres que favoreciam Antípatro, lhe fazia a Vorte, porque ele não ousava desgostar sua mulher, nem sua sogra e sua irmã, embora as odiasse, por causa dos maus tratos que infligiam às filhas, que ainda não eram casadas, mas ele era obrigado a suportá-las, para não aborrecê-las, porque elas sabiam muito dos seus planos, sendo assaz inteligentes e Antípatro tinha uma estreita união com elas, por si mesmo e por sua mãe; essas quatro mulheres estavam de acordo em tudo. Feroras e Antípatro tiveram, porém, uma séria divergência por alguns motivos, aliás leves, à qual foram impelidos pela habilidade de Salomé que, observando cuidadosamente todas as coisas, tinha descoberto que eles conspiravam juntos contra o rei e estava prestes a avisá-lo. Mas isso chegou ao seu conhecimento e eles resolveram não mais entreter-se publicamente; fingiram estar antipatizados um com o outro, falavam mal um do outro, principalmente na presença do rei, ou daqueles que lho podiam relatar, e em segredo, mantinham relações e conversas, mais que nunca. Todavia, eles nada puderam fazer para que Salomé, que tinha os olhos abertos sobre todas as suas ações, não os descobrisse. Ela foi imediatamente contar ao rei que eles ceavam juntos, sem que ninguém soubesse, que armavam planos de rebelião para matá-lo, se ele não desse imediatamente um remédio ao caso, que fingiam, na sua presença e na dos demais, estar em inimizade, usando palavras ofensivas, mas em particular, tinham mais amizade do que nunca, não se podia duvidar de que eles conspiravam contra aqueles aos quais tinham tanto cuidado em ocultar as suas relações. Herodes já sabia algo, pois tinham desconfiado; mas ia com precaução, porque conhecia o caráter de sua irmã, que não tinha escrúpulos em inventar calúnias, e sabia que ela e todas as outras mulheres de que falamos eram muito afeiçoadas a uma seita de homens que querem que os julguemos mais instruídos que os outros na religião, que eles são tão queridos de Deus, que Ele se lhes comunica e dá-lhes o conhecimento das coisas futuras. São chamados fariseus. Eles são muito astuciosos e atrevidos, não temendo, nem mesmo às vezes, erguer-se contra os reis e atacá-los abertamente. Assim, toda a nação dos judeus obrigou-se por juramento a ser fiel ao rei e ao imperador; mais de seis mil deles, porém, recusaram-se a fazer esse juramento. Herodes condenou-os a uma multa e a mulher de Feroras pagou-a por eles. Para agradecer esse favor, eles disseram-lhe que a vontade de Deus era que se tirasse o reino a Herodes e aos seus descendentes para dá-lo a Feroras, seu marido, e aos filhos que tivesse dele. Salomé descobriu ainda essa conjuração e disse que alguns da corte a ela haviam sido conquistados, por meio de presentes. Ela avisou ao rei e ele mandou matar os fariseus que foram descobertos como principais autores da trama, como também o eunuco Bagoas Caro que ele amava pela sua extrema beleza e, em geral, todos os seus domésticos que eles acusaram de ter aderido àquela conspiração. Os fariseus tinham feito Bagoas crer que não somente o novo rei, cuja grandeza prediziam, considerá-lo-ia como seu benfeitor e como seu pai, mas ele mesmo casar-se-ia e poderia ainda gerar filhos.
727. Depois que Herodes fez morrer os fariseus, reuniu seus amigos e disse-lhes que a mulher de Feroras, que estava presente, tinha sido a causa da injúria que ele lhe tinha feito de recusar desposar as princesas suas filhas; que ela nada tinha esquecido naquela ocasião e em todas as outras, para ajuntá-los; que ela tinha pago a multa à qual ele tinha condenado os fariseus rebeldes, e que ela era culpada daquela última conspiração. E assim, Feroras não devia esperar que ele lhe rogasse, para repudiar uma pessoa que só procurava lançar a divisão entre eles, pois não podia conservá-la sem romper com ele.
Feroras, embora muito impressionado com estas palavras, disse, depois de ter protestado, que ele conservaria sempre muito religiosamente o afeto e a fidelidade que era obrigado a conservar pelo rei, seu irmão, que não podia resolver-se a repudiar sua mulher, pois a amava tanto que a morte lhe seria mais suave, do que a separação. Herodes ficou muito ofendido com essa resposta, não lhe manifestou, porém, sua cólera; contentou-se em proibir a Antipatro e à sua mãe, que se comunicassem com ele, nem tivessem relação alguma com as rainhas, suas esposas. Eles prometeram-lhe, mas não deixavam, todavia, quando podiam encontrar a ocasião, de cear secretamente, juntos, principalmente Feroras e Antipatro, que se julgava estarem de combinação com sua mulher e que a mãe de Antipatro era sua confidente.



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História Do Cristianismo - Teologia 32.121 - O PAPA HILDEBRANDO


História Do Cristianismo - Teologia 32.121

O PAPA HILDEBRANDO

Nasceu em Soana, uma cidade situada nos baixos pantanosos de La Marema. Diz-se que seu pai fora carpinteiro, mas descendia de uma família nobre, e gozava a proteção, se não da amizade, dos condes de Tusculum. 0 jovem Hildebrando foi educado, contra o seu desejo, no mosteiro de Calvelo, próximo à sua cidade natal, e depois no mosteiro de S. Marcos, no monte Avenida, onde a sua aplicação e amor ao estudo chamaram a atenção de seu tio, o abade do mosteiro. Ligou-se, ainda muito novo, à ordem os monges beneditinos, mas aos dezesseis anos, desgostoso com a muita brandura de S. Marcos, passou para o famoso mos­teiro de Clugny, onde se observava uma austeridade muito maior. Aqui, de mais a mais, havia maior facilidade em adquirir conhecimentos seculares, sempre tão necessários às maquinações da igreja de Roma. Mesmo neste período da sua história parece ter já dado prova de uma grande in­teligência, que junto com astúcia e ambição, haviam de fa­zer dele o déspota espiritual do seu tempo.
Parecia, à primeira vista, que Hildebrando ganhara uma grande influência no Vaticano quando ainda não ti­nha vinte e cinco anos de idade, por que o encontramos muito ocupado numa intriga com Benedito IV, um papa destronado em Roma, e combinando com ele a mudança dos seus direitos para um tal Graciano, pela quantia de 1.500 libras em ouro. Mas parece que ele não foi a Roma até a eleição de Bruno, bispo de Toul, à Sé papal, por no­meação de Henrique III da Germânia. O bispo estava em Clugny na ocasião da sua eleição, e Hildebrando conseguiu persuadi-lo de que a nominação de pontífice feita por um potentado mundano era uma vergonha para a igreja.
O poder eclesiástico, dizia ele, não se deve sujeitar ao poder secular; e aconselhou-o a empreender uma viagem a Roma, com o hábito de peregrino, e a que recusasse a dig­nidade de papa até lhe ser conferida pela vontade do povo e pelo ato dos cardeais. Bruno percebeu a sabedoria e a sagacidade deste conselho, e propôs a Hildebrando que o acompanhasse na sua jornada, proposta que o monge ime­diatamente aceitou. Este plano excedeu toda a espectativa, e o povo recebeu o peregrino candidato ao trono papal com aclamações. Hildebrando cobriu-se de honras e fize­ram-no subdiácono de S. Paulo, cardeal, abade, e cônego da "santa" Igreja Romana, e guarda do altar de S. Pedro. Não se pode calcular a influência que lhe deu este sim­ples ato. Tornou-se logo o administrador dos negócios pa­pais e chegou a governar até o próprio papa. Realmente, sua santidade era um simples brinquedo nas suas mãos, como se provou quando Hildebrando provocou a sua depo­sição, empregando para isso o suborno e a intriga. Depois disto, Hildebrando ficou durante vinte anos trabalhando ocultamente, depondo e elegendo papas conforme deseja­va.
Enquanto os papas estavam satisfeitos com as comodi­dades e gozos que desfrutavam, Hildebrando, que não apreciava nada disso, andava ocupado com os seus proje­tos.
Incitava e originava contendas, usurpações e conquis­tas por toda parte, pondo tudo em confusão, para poder realizar os seus projetos quando tratasse de restabelecer a ordem. Não fez segredo nenhum da sua força e provou-a pelo seu procedimento para com o Papa Alexandre II, que o ofendeu por se ter oferecido para suspender o exercício das suas próprias funções eclesiásticas enquanto não fosse devidamente nomeado pelo poder temporal. Hildebrando subiu ao trono papal e, com o punho fechado, atingiu a cara do pontífice, na presença de cardeais, embaixadores e outros. Em outra ocasião, em pleno concilio de bispos, acu­sou a todos da assembléia de serem discípulos de Simão, e depôs um que se atreveu a repelir a acusação.
Durante todo este tempo seus planos foram amadure­cendo, devagar, é verdade, mas com toda a segurança; e pouco a pouco, com a precaução que era a metade do seu poder, foi subindo até chegar à cadeira papal, e no mês de março de 1073 foi unanimemente eleito papa pelo concilio de cardeais, tomando o nome de Gregório VIII.

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21 de junho de 2018

História De Israel – Teologia 31.234 (Livro 17 Cap 2) SOBRE UM CERTO ZAMARIAS, JUDEU, QUE ERA UM HOMEM DE GRANDE VIRTUDE.

História De Israel – Teologia 31.234
 
CAPÍTULO 2      

SOBRE UM CERTO ZAMARIAS, JUDEU, QUE ERA UM HOMEM DE GRANDE VIRTUDE.

725.  Herodes para poder estabelecer inteira segurança na Traconítida, fortificou uma aldeia que estava no meio país, tornou-a tão grande como uma cidade, lá colocou uma guarnição que fazia incursões sobre os inimigos. Em seguida, tendo sabido que um judeu, chamado Zamaris, que tinha vindo de Babilônia, com quinhentos cavaleiros, armados de aljavas e de flechas e quase todos seus parentes, se tinha estabelecido, com a permissão de Saturnino, governador da Síria, num castelo de nome Valate, perto de Antioquia, mandou chamá-lo com todos os seus, prometeu-lhe dar terras no território de Batanéia, que está na fronteira da Traconítida e isentá-lo de todos os impostos, com a condição de que ele se opusesse às incursões que se poderiam fazer contra o país. Zamaris aceitou o oferecimento e construiu castelos e uma aldeia, a que chamou Batira. Assim ele defendia o país contra os ataques dos traconítas e preservava de seus roubos os judeus, que vinham de Babilônia a Jerusalém, para lá oferecer sacrifícios.
Muitos daqueles que observavam religiosamente as leis dos nossos antepassados uniram-se a ele, e esse país povoou-se rapidamente, por causa das imuni-dades concedidas por Herodes e das quais gozaram durante todo o seu reinado. Mas Filipe, seu filho, tendo-o substituído no reino, tirou alguma coisa deles, pouco, na verdade, e durante pouco tempo. Agripa, o Grande, e seu filho, que tinha o mesmo nome, fizeram sobre eles grandes imposições, mas deixaram-nos gozar de sua liberdade, e os romanos agiram do mesmo modo, como diremos a seu tempo. Zamaris que era um homem muito virtuoso, deixou filhos semelhantes a ele, e dentre outros, um de nome jacim que, de tal modo se distinguiu pelo seu valor, que acompanhava sempre os reis, com um grupo dos seus. Morreu muito idoso e deixou um filho de nome Filipe, de virtude tão elevada e de tantos méritos, que o rei Agripa não somente teve por ele uma afeição muito particular, mas o fez general de seu exército.


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História Do Cristianismo - Teologia 32.120 - NOVOS PLANOS DE ROMA


História Do Cristianismo - Teologia 32.120

NOVOS PLANOS DE ROMA

Mas Roma estava empreendida numa obra mais im­portante do que ocupar-se com a teimosia de alguns here­ges inofensivos. O papa ainda não tinha sido investido de toda a autoridade a que aspirava: uma monarquia uni­versal. E os soberanos da Europa estavam ainda livres do seu poder. A sua grande ambição de se elevar à alta digni­dade de autocrata do mundo inteiro, posto que há muito tempo tivesse sido pensada, estava para ser agora publica­mente anunciada, e o pontificado de Hildebrando era a ocasião propícia para a formação e cumprimento parcial deste projeto ousado.

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