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26 de maio de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.68 - TEMPOS TENEBROSOS DE ROMA

História Do Cristianismo - Teologia 32.68


TEMPOS TENEBROSOS DE ROMA

No entanto Arcádio e Honório sucederam no trono a seu pai Teodócio, e então principiou o tempo mais te­nebroso de Roma. O império, na verdade, declinava havia muito tempo; e estava-se aproximando a sua dissolução mesmo quando Teodócio estava no governo. Durante o seu reinado tinham-se tornado a unir, pela última vez, os im­périos Oriental e Ocidental, mas logo que a morte de Teo­dócio se tornou conhecida, as hordas bárbaras começaram a entrar por todos os lados. Os godos foram os primeiros a fazer uma incursão e, tendo conseguido passar o Danúbio, uma nação após outra seguiu o seu exemplo até que esse poderoso dilúvio de vidas humanas espalhou-se pela Euro­pa, e até se lançou nas costas da África.
No ano 400, Alarico, rei dos visigodos, invadiu a Itália, mas logo que este foi repelido, entrou pelas portas do Báltico uma nova horda de bárbaros sob o comando do seu che­fe Radagaíso. Correram toda a Alemanha, mas aconteceu que foram cercados pelo exército romano entre os Apeninos, onde muitos foram feitos prisioneiros e milhares mor­reram de frio. Mas Roma, mergulhada em luxúria e pre­guiça, não teve força nem energia para se aproveitar desta vantagem. Três vezes durante o reinado de Honório, que estabeleceu a sua residência em Ravena, ficou a antiga ci­dade de Roma à mercê dos bárbaros. A primeira vez (408) foi quando Alarico, rei dos godos, conduziu as suas tropas em triunfo até as portas da cidade, e então os cidadãos conseguiram que ele se retirasse, entregando-lhe todas as suas riquezas; a segunda vez (em 451), foi quando Átila, rei dos hunos, tendo devastado o país à proporção que avançava, só concordou em deixar a cidade depois dos grandes esforços que os romanos fizeram para persuadi-lo a isso; a terceira vez (em 455) foi quando Gersérico, rei dos vândalos, trouxe o seu exército até as muralhas e então in­vadiram a cidade como enxames de gafanhotos, deixando a ruína e a desolação por onde passaram. Tal foi o modo horrível como acabou a Roma antiga, e assim terminou Deus a corrupção daquela cidade, atribuindo-lhe o sangue do seu povo martirizado.
No ano 476, o Império Romano foi finalmente destruí­do, e Odoacer, rei dos herulis, assumiu o título de rei da Itália. Reinou quatorze anos, no fim dos quais entregou o reino a Teodorico, homem prudente e de sabedoria, em cujo reinado o país começou mais uma vez a gozar os be­nefícios da paz, depois de tantas lutas.

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História De Israel – Teologia 31.181 (Livro 14 Cap 8) POMPEU, DEPOIS DE UM CERCO DE TRÊS MESES, TOMA O TEMPLO DE ASSALTO, MAS NÃO O SAQUEIA. DIMINUI O PODER DOS JUDEUS. DEIXA O COMANDO DO EXÉRCITO A ESCAURO. LEVA ARISTÓBULO PRISIONEIRO A ROMA, COM ALEXANDRE E ANTÍGONO, SEUS DOIS FILHOS, E SUAS DUAS FILHAS. ALEXANDRE ESCAPA DA PRISÃO.

História De Israel – Teologia 31.181
 
CAPÍTULO 8

POMPEU, DEPOIS DE UM CERCO DE TRÊS MESES, TOMA O TEMPLO DE
ASSALTO, MAS NÃO O SAQUEIA. DIMINUI O PODER DOS JUDEUS. DEIXA O
COMANDO DO EXÉRCITO A ESCAURO. LEVA ARISTÓBULO PRISIONEIRO A
ROMA, COM ALEXANDRE E ANTÍGONO, SEUS DOIS FILHOS, E SUAS DUAS
FILHAS. ALEXANDRE ESCAPA DA PRISÃO.

577. A cidade de Jerusalém estava dividida. Uns diziam que era preciso abrir as portas a Pompeu. Os do partido de Aristóbulo afirmavam, ao contrário, que deviam fechá-las e se preparar para a guerra, pois ele era mantido prisioneiro. E, sem adiar mais, apoderaram-se do Templo, destruíram a ponte que o unia à cidade e resolveram defendê-lo. Os outros receberam o exército de Pompeu e entregaram-lhe a cidade e o palácio real. Ele logo mandou Pisão, seu lugar-te-nente-general, com as tropas para tomar posse dela. Pompeu, por sua vez, forti-ficava também as casas e os outros lugares próximos do Templo. Mas antes de tentar qualquer outro esforço, ofereceu condições de paz aos que pretendiam defendê-lo. Quando viu que eles as recusavam, fortificou com muralhas o que estava em redor. Hircano fornecia com prazer tudo o que era necessário.
Pompeu escolheu atacá-lo pelo lado norte, porque era o mais fraco, embora fortificado por altas e fortes torres e por um grande fosso, feito com grande dificuldade num vale muito profundo, pois do lado da cidade onde ele havia estabelecido o seu quartel havia somente um precipício, por onde, depois que a ponte fora destruída, não se podia mais passar. Os romanos trabalharam com infatigável ardor para elevar as plataformas e cortaram para isso todas as árvores em redor. Depois, atacaram o Templo com máquinas que Pompeu fizera vir de Tiro e que lançavam grandes pedras à maneira de balas.
Eles não teriam podido realizar esse feito com as plataformas se as leis de nossos antepassados, que proíbem trabalhar no dia de sábado, não tivessem impedido os sitiados de se opor a essa atividade naquele dia. Os romanos, sabendo disso, não lançavam pedras nem atacavam de qualquer outro modo, mas continuavam a elevar as plataformas e a fazer avançar as máquinas, para se servirem delas no dia seguinte. Pode-se, pois, imaginar o nosso zelo para com Deus e pela observância de nossas leis, pois nem o medo de sermos atacados nos afastou da celebração de nossos sacrifícios. Os sacerdotes não deixavam um dia sequer de oferecer sacrifícios a Deus sobre o altar, pela manhã e às nove horas. O perigo, por maior que fosse, não conseguia interrompê-los.
Depois de três meses de cerco, o Templo foi tomado, num dia de jejum, na Olimpíada cento e setenta e nove, sendo cônsules C. Antônio e M. Túlio Cícero. Embora os romanos matassem todos os que encontravam, o medo da morte não impediu os que estavam ocupados nas sagradas cerimônias de continuar a celebrá-las, tanto estavam persuadidos de que o maior de todos os males é o abandono dos altares e a não-observância das santas leis. Para provar que o que digo não são palavras ditas apenas por mera formalidade, para pôr em evidência o espírito de piedade de nossa nação, basta ler o que referem todos os que narram os feitos de Pompeu, como Estrabão, Nicolau e particularmente Tito Lívio, que escreveu a História Romana. Mas devemos retomar a nossa narração.
Quando a maior das torres cedeu à potência das máquinas e, caindo, fez cair também o muro que estava perto, os romanos apressaram-se a entrar pela brecha. O primeiro que subiu foi Cornélio Fausto, filho de Sila, seguido por seus comandados. Fúrio entrou pelo outro lado com a sua companhia, e Fausto passou entre ambos e entrou com a sua. Todos os lugares ficaram juncados de cadáveres. Parte dos judeus foi morta pelos romanos, os outros matavam-se entre si ou se precipitavam do alto ou incendiavam as próprias casas. A morte parecia-lhes mais doce que tão horrível desolação. Doze mil judeus vieram a perecer, mas poucos romanos. Absalão, tio e sogro de Aristóbulo, foi aprisionado.
A santidade do Templo foi violada de maneira singular. Até então os profanos não somente jamais tinham posto o pé no Santuário, como nem mesmo o tinham visto. Pompeu, todavia, entrou nele com o seu séquito e viu o que não era permitido, senão aos sacerdotes. Lá encontrou a mesa, os candelabros e as taças de ouro, grande quantidade de perfumes e, no tesouro sagrado, cerca de dois mil talentos. Sua piedade impediu-o de tocar em qualquer coisa, e nada ele fez então que não fosse digno de sua virtude. No dia seguinte, ordenou aos oficiais do Templo que o purificassem, para oferecer sacrifícios a Deus, e deu a Hircano o cargo de sumo sacerdote, tanto por causa dos auxílios que dele recebera quanto porque impedira os judeus de abraçar o partido de Aristóbulo. Mandou em seguida cortar a cabeça aos que haviam insuflado a guerra e deu a Fausto e a outros, por terem sido os primeiros a subir às muralhas, recompensas dignas de seu valor.
Quanto à cidade de Jerusalém, ele a tornou tributária dos romanos. Tirou ao judeus as cidades que haviam conquistado na Baixa Síria, determinou que obedecessem aos governadores e fixou, assim, em seus primeiros limites, o poder de nossa nação, antes tão grande e tão extenso. A cidade de Gadara algum tempo antes fora destruída, mas foi reconstruída em favor de Demétrio, seu liberto, que dela era oriundo. Pompeu restituiu aos seus antigos habitantes as que estavam bem dentro, em terra firme, a saber: Hipona, Citópolis, Pela, Diom, Samara, Maressa, Azoto, Jamnia e Aretusa, como também as que a guerra destruíra completamente. Quis ele que as cidades marítimas ficassem livres e fizessem parte da província, a saber: Gaza, Jope, Adora e a torre de Estratão, que Herodes depois mandou reconstruir com grande magnificência e enriqueceu com portos e belos Templos, mudando-lhe o nome para Cesaréia.
Foi assim que a divergência entre Aristóbulo e Hircano causou tantos males, fazendo-nos perder a liberdade, sujeitando-nos ao Império Romano e nos obrigando a entregar o que havíamos conquistado da Síria pelas armas. A isso devemos acrescentar que esses novos senhores exigiram de nós, logo depois, mais de dez mil talentos e transferiram o reino, que antes sempre pertencera à casta sacerdotal, a homens cujos nascimentos nada tinham de ilustre. Falaremos mais particularmente, a seu tempo, de todas essas coisas.
578.  Pompeu deixou a Escauro o governo da Baixa Síria até o Eufrates e as fronteiras do Egito, dirigiu-se para a Cilícia com duas legiões e foi para Roma rapidamente, levando consigo Aristóbulo como prisioneiro, bem como os seus dois filhos e as suas duas filhas. O mais velho chamava-se Alexandre, e o mais novo, Antígono. O mais velho, Alexandre, porém, conseguiu escapar, e o mais novo, Antígono, chegou a Roma com as suas irmãs.


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História Do Cristianismo - Teologia 32.67 - O BISPO AGOSTINHO

História Do Cristianismo - Teologia 32.67


O BISPO AGOSTINHO

Mas Deus que vê o fim desde o princípio, já tinha preparado um homem para combater esse povo inimigo. Este homem foi Agostinho, bispo de Hipo; ele foi uma das luzes mais resplandecentes que jamais brilharam na igreja. Des­cendia de uma família nobre, e nasceu em Tegaste, uma pequena aldeia da Numídia, no ano 364. 0 pai era pagão, mas a mãe, que se chamava Mônica, era uma senhora muito piedosa, de cujos conselhos fiéis e carinhosos Agosti­nho sempre se recordava com ternura. Ambrósio conhecia-a bem e disse-lhe: '.'Tenha coragem; um filho de tanta ora­ção e lágrimas nunca se poderá perder". Agostinho recebeu uma boa educação e bem depressa ficou sendo o primeiro aluno na escola de retórica; mas mesmo na sua mocidade era notável pelo seu péssimo comportamento. Costumava enganar os seus professores e os seus pais com mentiras sem conta, e estava tão escravizado pela gula que chegava a praticar furtos na mesa e na adega de seus pais. A sua consciência estava adormecida.
O pai de Agostinho morreu enquanto o filho era ainda muito novo, mas morreu só depois de as orações de Mônica a favor de seu marido obterem resposta e ele ter achado paz para a sua alma no Salvador de sua esposa. Animada por este fato, a piedosa senhora continuou a orar por seu fi­lho, confiada em que a sua fé seria recompensada, apesar de a resposta à sua oração parecer que tardava. Desde os dezenove até aos vinte e oito anos foi Agostinho professor de retórica; e indo para Cartago durante este período foi imediatamente reconhecido como o melhor retórico da ci­dade. Mas apesar disso o seu mau comportamento conti­nuou, e ele confessou que o desejo de obter os louvores do povo era a paixão que dominava a sua vida. Mas isso não era ainda tudo. A sua sede de popularidade juntava-se uma grande concupiscência que o seduzia e que o conser­vou preso à maldade por muitos anos. Pouco mais ou me­nos por esse tempo chegou-lhe às mãos uma cópia do "Hortenses", de Cícero, que lhe fez uma certa impressão e obrigou-o a refletir, mas a filosofia humana não era ade­quada à profunda necessidade da sua alma, e o livro não lhe forneceu um bem permanente. Depois disto teve a des­graça de ler ainda outros livros de filosofia que o afastavam cada vez mais da verdade, e só no ano 384, quando visitou
Milão, é que foi capaz de se desembaraçar das malhas en­ganadoras da rede das mentiras. Foi ali que, sob o conselho de Ambrósio, ele começou a estudar as Escrituras Sagra­das com o mais feliz resultado. Ficou imensamente im­pressionado, e viu, pela primeira vez, a sua deformidade moral no espelho da verdade divina. Ficou admirado com a sua maldade e, desde então, procurou a Deus com toda a sinceridade. Ouvindo falar em certa ocasião, da conversão de alguns fidalgos romanos, exclamou: "Esta gente toma o reino do Céu à força, enquanto nós, com a nossa sabedoria, estamos vivendo no pecado". Por fim, depois de uma disci­plina de alguns meses e de uma espera penosa mas provei­tosa, foi convertido por meio de Ambrósio. Sua mãe, tendo visto satisfeito o seu último desejo na terra morreu no ano seguinte, exclamando na linguagem do velho Simão: "Agora, Senhor, despedes em paz a tua serva, pois já os meus olhos viram a tua salvação".
Depois da sua conversão, Agostinho esteve retirado pelo espaço de três anos, e durante esse tempo estudou as Escrituras Sagradas com muito aproveitamento.
Quando tornou a aparecer em público foi ordenado presbítero, e foi um pregador célebre em Fippo Rígio, onde alguns anos mais tarde foi elevado a bispo. Por todo o resto da sua vida continuou sempre a ser um fiel ministro da verdade, e distinguiu-se principalmente pela habilidade e energia com que combatia as doutrinas de um herege, Mani, e as de Pelágio. Afirmam muitos que o zelo de Agosti­nho contra Pelágio conduziu-o a crer no fatalismo, e talvez esta acusação seja justa.
Porém o seu tema favorito foi sempre a livre graça de Deus, porque, como Paulo, sabia de que tinha sido liberta­do, e podia gloriar-se nas palavras do apóstolo: "Pela graça somos salvos por meio da fé; e isto não vem de nós: é dom de Deus" (Ef 2.8).
Este bispo fiel morreu em Hipo, no ano 430, justamente quando os vândalos sitiavam a cidade.

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25 de maio de 2018

História De Israel – Teologia 31.180 (Livro 14 Cap 7) ARISTÓBULO ARREPENDE-SE, VEM PROCURAR POMPEU E CONVERSA COM ELE. OS SOLDADOS DE ARISTÓBULO RECUSAM-SE A DAR O DINHEIRO QUE ESTE HAVIA PROMETIDO, BEM COMO A RECEBER OS ROMANOS EM JERUSALÉM. POMPEU O RETÉM PRISIONEIRO E SITIA O TEMPLO, PARA ONDE OS PARTIDÁRIOS DE ARISTÓBULO SE HAVIAM RETIRADO.

História De Israel – Teologia 31.180
 
CAPÍTULO 7

ARISTÓBULO ARREPENDE-SE, VEM PROCURAR POMPEU E CONVERSA COM ELE.
OS SOLDADOS DE ARISTÓBULO RECUSAM-SE A DAR O DINHEIRO QUE ESTE
HAVIA PROMETIDO, BEM COMO A RECEBER OS ROMANOS EM JERUSALÉM.
POMPEU O RETÉM PRISIONEIRO E SITIA O TEMPLO, PARA ONDE OS
PARTIDÁRIOS DE ARISTÓBULO SE HAVIAM RETIRADO.

576. O primeiro lugar onde Pompeu acampou foi Jerico, região abundante em palmeiras e onde cresce o bálsamo, que é o mais precioso de todos os perfumes, destilado de arbustos que o produzem mediante incisões com pedras bem afiadas. No dia seguinte, ele avançou para Jerusalém, e então Aristóbulo arrependeu-se do que havia feito. Foi procurá-lo, ofereceu-lhe uma soma de dinheiro, disse que o receberia em Jerusalém e rogou que ordenasse e dispusesse de tudo como lhe aprouvesse, mas sem guerra.
Pompeu aceitou a proposta e concordou com esse desejo. Mandou Gabínio com tropas para receber o dinheiro e entrar na cidade. Mas ele voltou sem nada conseguir, porque os soldados de Aristóbulo não quiseram cumprir o tratado: não entregaram o dinheiro e ainda lhe fecharam as portas da cidade. Pompeu ficou de tal modo encolerizado que manteve Aristóbulo prisioneiro e marchou em pessoa contra Jerusalém. A cidade estava bem fortificada por todos os lados, exceto o norte, onde um vale largo e profundo rodeava o Templo, que era assim cercado por uma grossa muralha.


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História Do Cristianismo - Teologia 32.66 - A HERESIA DE PELÁGIO

História Do Cristianismo - Teologia 32.66


A HERESIA DE PELÁGIO

Mas ainda havia outras heresias, além da de Ário, que os fiéis tinham de combater, e entre elas apareceu uma que se podia, talvez, classificar como igual à de Ário, de tal modo era ela perniciosa, os fin do século IV, houve um fra­de, chamado Pelágio, que negou a corrupção total da raça humana pela transgressão do primeiro homem, e ensinava que nós nascíamos em inocência. "O crime de Adão", dizia ele, "prejudicou a ele somente, e não ao gênero humano." Segundo a lógica desta doutrina, chegava-se à conclusão de que não havia necessidade da graça divina, e levava a consciência do homem e a Lei ao mesmo nível do Evange­lho; na verdade, segundo a teoria de Pelágio, um homem podia ser salvo tanto pela Lei como pelo Evangelho, e a queda do homem e a sua necessidade de um novo nasci­mento eram tidas como imaginações piedosas. Segundo a sua opinião, as virtudes dos filósofos e patriarcas eram o fruto da sua própria excelência intrínseca, e provaram quão grande era a bondade da natureza humana.

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História De Israel – Teologia 31.179 (Livro 14 Cap 6) POMPEU, OFENDIDO PELA RETIRADA DE ARISTÓBULO, MARCHA CONTRA ELE. DIVERSAS ENTREVISTAS ENTRE ELES, SEM RESULTADO.

História De Israel – Teologia 31.179
 
CAPÍTULO 6

POMPEU, OFENDIDO PELA RETIRADA DE ARISTÓBULO, MARCHA CONTRA ELE. DIVERSAS ENTREVISTAS ENTRE ELES, SEM RESULTADO.

575. Pompeu sentiu-se ofendido com a retirada de Aristobulo. Tomou as tropas que havia destinado aos nabateenses, mandou vir todas as que tinha em Damasco e no resto da Síria e com as legiões que comandava marchou contra ele. Depois de passar por Pela e Citópolis chegou a Core, onde começa aquela parte da )udéia que está no meio das terras, encontrou um castelo muito forte, de nome Alexandriom, situado no vértice de um monte, e soube que Aristobulo lá estava. Mandou dizer-lhe que viesse procurá-lo, e ele foi, porque o aconselharam a não se meter numa guerra contra os romanos. Depois de lhe falar do litígio com o irmão, relativo à primazia da Judéia, Pompeu deixou-o voltar ao castelo. O mesmo aconteceu ainda duas ou três vezes, nada deixando Aristóbulo de fazer, com a esperança de obter o reino e agradar a Pompeu. Ele, porém, não deixava de se preparar para a guerra, pois temia muito que Pompeu se pronunciasse em favor de Hircano. Pompeu ordenou-lhe que entregasse as fortalezas e escrevesse de próprio punho aos governadores, a fim de que não criassem dificuldades. Ele o fez, mas com tanta tristeza que se retirou para Jerusalém, a fim de poder resistir. Pompeu marchou também imediatamente contra ele e, no caminho, um enviado que vinha do Ponto trouxe-lhe a notícia de que o rei Mitridates fora morto por Farnaces, seu filho.


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