Estamos em Manutenção # We are in Maintenance Bem Vindos a Este Espaço # Welcome to This Space

13 de fevereiro de 2010

O Sacerdócio - Êxodo Cap.28 - Estudo Bíblico

O Sacerdócio - Êxodo Cap.28

 Tudo o que foi escrito no Antigo Testamento, para nosso ensino foi escrito.
Não devemos esquecer que a Igreja primitiva se congregava e reunia estudando e meditando nos escritos do Antigo Testamento, embora os Apóstolos escrevessem as Epistolas hás Igrejas era no Antigo Testamento que a maioria aprendia os ensinos Bíblicos, pois o Velho Testamento fala da  Pessoa  de Jesus e de sua Vinda.
Romanos 15:4  Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança.

Vamos então aprender um pouco do que O Espirito Santo tem para nos ensinar e revelar dos Mistérios de Deus no Antigo Testamento.

No capitulo 29 fala do que nos é necessário para ter acesso ao Trono o Sacrifício e Sangue de Jesus. Em Êxodo cap. 12 diz o seguinte vendo eu Sangue passarei por cima, havia Juízo sobre todo Egipto, mas para aqueles que estavam protegidos pelo Sangue havia plena Paz e segurança dentro de portas.

 Estes capítulos 28 2 29 mostram-nos o Sacerdócio em todo o seu valor e eficácia, e estão cheios de interesse. A própria palavra «sacerdócio» desperta no coração um sentimento da mais profunda gratidão pela graça que não só nos abriu um caminho para entrarmos na presença de Deus, como nos deu o necessário para ali nos mantermos, segundo o carácter e as exigências dessa posição elevada e santa.

O sacerdócio de Aarão era um dom de Deus por um povo que, por natureza própria, estava distante e neces­sitava de alguém que aparecesse em seu nome continua­mente na Sua presença. O capítulo 7 da epístola aos He­breus ensina-nos que a ordem do sacerdócio estava ligada com a lei, que fora estabelecida segundo «a lei do manda­mento carnal» (versículo 16) e que fora impedida de per­manecer pela morte (versículo 23) e que os sacerdotes dessa ordem estavam sujeitos às fraquezas humanas.

Por­tanto, esta ordem não podia dar perfeição, e por isso devemos bendizer a Deus por não ter sido instituída com «juramento». O juramento de Deus só podia fazer-se em ligação com aquilo que devia durar eternamente, e isto era o sacerdócio perfeito, imortal, e intransmissível do nosso Grande e Glorioso Jesus, que dá ao Seu sacri­fício e ao Seu sacerdócio todo o valor, e a dignidade e glória da Sua incomparável Pessoa. O simples pensamento de que temos um tal sacrifício e um tal Sacerdote faz com que o coração palpite com as mais vivas emoções de gra­tidão.

Mas devemos prosseguir com o exame dos capítulos que ainda temos à nossa frente. Em capítulo 28 temos as vestes sacerdotais, e em capítulo 29 trata-se dos sacrifícios. Aque­las estão mais em ligação com as necessidades do povo, enquanto que estes se relacionam com os direitos de Deus.


As vestes representam as diversas funções e atributos do cargo sacerdotal. O «éfod» era o manto sacerdotal, e es­tando inseparavelmente ligado às ombreiras e ao peitoral, ensina-nos, claramente, que a força dos ombros do sacer­dote e o afecto do seu coração estavam inteiramente consagrados aos interesses daqueles que representava, e a favor dos quais levava o éfod. Estas coisas, que eram simboli­zadas em Aarão, são realizadas em Cristo

O Seu poder omnipotente e amor infinito pertencem-nos eternamente e incontestavelmente. Os ombros que sustém o universo pro­tegem até o mais fraco membro da congregação redimida a preço de sangue. O coração de Jesus bate com afecto até mesmo pelo membro menos consi­derado da assembleia ( congregação ) redimida.
Os nomes das doze tribos, gravados sobre pedras pre­ciosas, eram levados tanto sobre os ombros como sobre o peito do sumo sacerdote veja versículos 9 a 12, 15 a 29). A excelência peculiar de uma pedra preciosa consiste no facto que quanto mais intensa é a luz que sobre ela incide, tanto maior é o seu brilho esplendente.

A luz nunca pode obscurecer uma pedra preciosa; apenas aumenta e desen­volve o seu brilho. As doze tribos, tanto uma como outra, a maior como a menor, eram levadas continuamente à pre­sença do Senhor sobre o peito e os ombros de Aarão. Eram todas, e cada uma em particular, mantidas na presença Di­vina em todo este resplendor perfeito de formosura inalte­rável que era próprio da posição em que a graça perfeita do Deus de Israel as havia colocado.

O povo era repre­sentado diante de Deus pelo sumo sacerdote. Quaisquer que fossem as suas fraquezas, os seus erros, ou faltas, os seus nomes resplandeciam sobre o «peitoral»

O Senhor havia-lhes dado esse lugar, e quem poderia arrancá-los dali? Jeová tinha-os posto assim, e quem podia pô-los de outra forma? Quem teria podido penetrar no santuário para arrebatar de sobre o coração de Aarão o nome de uma das tribos de Israel? Quem teria podido manchar o brilho que rodeava esses nomes no lugar onde Deus os havia colocado? Ninguém. Estavam fora do alcance de todo o inimigo — longe da influência de todo o mal

Quão animador é para os filhos de Deus, que são prova­dos, tentados, e humilhados, pensar que Deus os vê sobre o coração de Jesus! Perante os Seus olhos, eles brilham sempre em todo o fulgor de Cristo, revestidos de toda a graça divina. O mundo não pode vê-los assim; mas Deus vê-os desta maneira, e nisto está toda a diferença. Os homens, ao considerarem os filhos de Deus, vêem apenas as suas imperfeições e defeitos, porque são incapazes de ver qualquer coisa mais; de sorte que o seu juízo é sempre falso e parcial.

Não podem ver as jóias brilhantes com os nomes dos remidos gravados pela mão do amor imutável de Deus. É certo que os cristãos deveriam ser cuidadosos em não dar ocasião a que os homens do mundo falem injuriosamente; deveriam procurar, fazendo bem, tapar a boca à ignorância dos homens maus (I Ped. 2:15). Se ao menos compreendessem, pelo poder do Espírito Santo, a graça em que brilham sem cessar, aos olhos de Deus, rea­lizariam certamente As características de uma vida de san­tidade prática, pureza moral e engrandecimento perante os olhos dos homens.

Quanto mais compreendermos, pela fé, a verdade objectiva, ou tudo o que somos em Cristo, tanto mais profunda, prática e real será a obra subjectiva em nós, e maior será a manifestação do efeito moral na nossa vida e carácter.
Mas, graças a Deus, não temos que ser julgados pelos homens, mas por Ele Próprio: e misericordiosamente mos­tra-nos o nosso sumo sacerdote levando o nosso juízo sobre seu coração diante do Senhor continuamente (versículo 30). Esta segurança dá paz profunda e sólida ao coração — uma paz que nada pode abalar.

 Podemos ter de confessar
lamentar as nossas faltas e defeitos constantes; a nossa vista pode estar, por vezes, obscurecida de tal maneira por lágrimas de um verdadeiro arrependimento que não possa ver o brilho das pedras preciosas com os nossos nomes gravados, e todavia eles estão nelas. Deus os vê, e isto é suficiente. É glorificado pelo seu brilho:

brilho que não é conseguido por nós, mas com que Ele nos dotou. Nada tínhamos senão trevas, tristeza, e deformidades; mas Deus deu-nos brilho, pureza e beleza. A Ele seja dado o louvor pelos séculos dos séculos!

O «cinto» é o símbolo bem conhecido do serviço; e Cristo é o Servo perfeito — o Servo dos desígnios divinos  das necessidades profundas e variadas do Seu povo. Com espírito de sincera dedicação, que nada podia impedir, Ele cingiu-se para a Sua obra; e quando a fé vê assim o Filho de Deus cingido julga, certamente, que nenhuma di­ficuldade é grande demais para Si.

No símbolo que temos perante nós vemos que todas as virtudes, méritos, e glórias de Cristo, na Sua natureza Divina e humana, entram plena­mente no Seu carácter de servo. «E o cinto de obra esme­rada, do seu éfod, que estará sobre ele, será da mesma obra, da mesma obra de ouro, de azul e de púrpura, e de camersim e de linho fino torcido» (versículo 8).

A fé nisto deve satisfazer todas as necessidades da alma e os mais ardentes desejos do coração. Não vemos Cristo apenas como a vítima imolada no altar, mas também como o Sumo Sa­cerdote cingido sobre a casa de Deus.

Bem pode, pois, o apóstolo inspirado dizer, cheguemo-nos,... retenhamos... consideremo-nos uns aos outros» (Heb. 10:19 a 24).
«Também porás no peitoral do juízo Urim e Thummim», (luzes e perfeições) «para que estejam sobre o coração de Aarão, quando entrar diante do Senhor: assim Aarão le­vará o juízo dos filhos de Israel sobre o seu coração, diante do Senhor, continuamente» (versículo 30).

Aprendemos em várias passagens da Escritura que o Urim estava relacio­nado com a comunicação da mente de Deus, quanto às dife­rentes questões que se levantavam nos pormenores da his­tória de Israel.

Assim, por exemplo, na nomeação de Josué, lemos, «E se porá perante Eleazar, o sacerdote, o qual por ele consultará, segundo o juízo de Urim, perante o Senhor» (Num. 27:21). «E de Levi disse: Teu Thummim e teu Urim (as tuas perfeições e luzes) são para o teu amado... ensinaram os teus juízos a Jacob e a tua lei a Israel» (Deut. 33:8 a 10).

Vemos assim que o sumo sacerdote não só levava o juízo da congregação perante o Senhor, como comunicava também o juízo do Senhor à congregação — solenes, impor­tantes, e preciosas funções! É o que temos, com perfeição divina, no nosso «grande sumo sacerdote, ... que pene­trou nos céus» (Heb. 4:14).

Leva continuamente o juízo do Seu povo sobre o coração, e, por intermédio do Espírito Santo, comunica-nos o conselho de Deus a respeito dos pormenores mais insignificantes da nossa vida diária. Se andarmos em Espírito, desfrutaremos toda a certeza que pode conceder o perfeito «Urim» sobre o coração do nosso Sumo Sacer­dote.


«Também farás o manto do éfod todo de azul... e nas suas bordas farás romãs de azul, de púrpura e de carme­sim, ao redor das suas bordas; e campainhas de ouro no meio delas, ao redor. Uma campainha de ouro e uma romã, outra campainha de ouro e outra romã haverá nas bordas do manto, ao redor. E estará sobre Aarão, quando ministrar, para que se ouça o seu sonido, quando entrar no santuário diante do Senhor e quando sair, para que não morra» (versículos 31 a 35).

O manto azul do «éfod» exprime o carácter celestial do nosso Sumo Sacerdote, que penentrou nos céus, para além do alcance da visão humana; porém, pelo poder do Espírito Santo, há um testemunho da verdade de estar vivo na presença de Deus: e não apenas um testemunho, mas fruto também. «Uma campainha de ouro e uma romã, outra campainha de ouro e outra romã».

Tal é a ordem cheia de beleza. O verdadeiro testemunho da grande verdade que Jesus vive sempre para interceder por nós estará sempre li­gado com fertilidade no Seu serviço. Ó, se ao menos pudéssemos compreender mais profundamente estes mis­térios preciosos e santos!

«Também farás uma lâmina de ouro puro, e nela gra­varás, à maneira de gravuras de selos, SANTIDADE AO SENHOR. E atá-la-ás com um cordão de azul, de maneira que esteja na mitra; sobre a frente da mitra estará. sobre a testa de Aarão, para que Aarão leve a ini­quidade das coisas santas, que os filhos de Israel santi­ficarem em todas as ofertas de coisas santas; e estará continuamente na sua testa, para que tenham aceitação perante o Senhor» (versículos 36 a 38).

Eis aqui uma verdade importante para a alma. A lâmina de ouro sobre a testa de Aarão era figura da santidade do Senhor Jesus Cristo: «e estará CONTINUAMENTE NA SUA testa, para que TENHAM aceitação perante o Senhor».

Que des­canso para o coração por entre as flutuações da nossa experiência! O nosso Sumo Sacerdote está sempre na presença de Deus por nós. Somos representados por ele e aceites n'Ele. A Sua santidade pertence-nos.

Quanto mais profun­damente conhecermos a nossa própria pouca força e fraquezas, tanto mais experimentaremos a verdade humilhante que em nós não habita bem algum, e mais fervorosamente bendi­remos o Deus de toda a graça por esta verdade consoladora:
«estará continuamente na sua testa, para que tenham aceitação perante o Senhor».

Se o você  for um daqueles que são frequentemente ten­tados e sobrecarregados com dúvidas e temores, com altos e baixos no seu estado espiritual, com tendência a contem­plar o seu pobre coração, frio, inconstante e rebelde — se for tentado com incerteza excessiva e falta de santidade—, deve apoiar-se de todo o coração sobre esta verdade pre­ciosa: que o seu Sumo Sacerdote representa-o diante do trono de Deus.

Deve fixar os seus olhos na lâmina de ouro e ler, na inscrição gravada nela, a medida da sua aceita­ção eterna perante Deus. Que o Espírito Santo o ajude a provar a doçura peculiar e o poder da Redenção de Cristo e desta doutrina divina e celestial!
Temos tendência em olhar para nossas fraquezas e dizer eu não mereço
O perdão de Deus, mas aqui em toda esta cena vemos que nosso Grande Sumo Sacerdote leva a lamina de ouro na sua testa escrito “Santidade ao Senhor”, para que nos os que estamos em Cristo tenhamos aceitação na presença do Trono de Deus.

A palavra de Deus diz em colossenses 2: 9  porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade.
10  E estais perfeitos nele, que é a cabeça de todo principado e potestade;

Aqui nesta passagem não diz um dia seres perfeitos, mas que estamos perfeitos Nele, no céu perante O Trono e os Anjos de Deus.
Se você diz eu não mereço o perdão então faz de Deus mentiroso e também há sua Santa e Bendita Palavra.

Veja ainda o que diz Hebreus 4: 14  Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.
15  Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.
16  Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.

Glória a Deus o nosso Grande Sumo Sacerdote segundo diz no versículo 15 de Hebreus 4: nunca pecou podendo assim apresentar-se diante do Trono levando sua Santidade em representação dos que chegam ao Trono com confiança no Sacrifício de Jesus em suas vidas.
Tire toda a duvida em teu coração sobre o perdão de Deus e a tua posição em Cristo, se você aceitar o que a palavra diz que você é então vai ser bem mais fácil tu venceres em tua vida todas as barreiras que se colocam entre ti e Deus.



Tu és uma pedra preciosa de Jesus, Ele te ama e estás bem junto de seu Coração, tu és forte porque está sobre os ombros Daquele que criou o universo e o cosmos, tua força reside Nele não digas estou fraco, não posso, tu podes todas as coisas Naquele que te fortalece Jesus o Cristo.
Filipenses 4:13  Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.
Amem, amem e amem . Fim.

 IMAGENS DE ILUSTRAÇÃO TIRADAS DA NET
                    AUTOR DO TEXTO: Henrique Gonçalves



Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
Não perca tempo, Indique esta maravilhosa Leitura
Custo:O Leitor não paga Nada, 
Você APENAS DIVULGA
E COMPARTILHA

.

Reações:
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...