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27 de julho de 2013

Administração Eclesiástica - Teologia 01.04 - O Termo Bíblico para Administração

Administração Eclesiástica - Teologia 01.04 


1) O Termo Bíblico para Administração

A palavra despenseiro (Gr. oikonomos) é encontrada dez vezes no Novo Testamento. 
Por vezes é também traduzida por “mordomo” (Lc 12.42) ou “administrador” (Lc 16.1), e eventualmente, como “tesoureiro” (Rm 16.23) ou “curador” (Gl 4.2). A responsabilidade do despenseiro (Gr. oikonomia) é mencionada nove vezes, sendo traduzida por “administração” (Lc 16.2), “dispensação” (Cl 1.25) ou “serviço” (1Tm 1.4). 
O conjunto de palavras tem como radicais os vocábulos “casa” (Gr. oikos) e “lei” (Gr. nomos). 
No grego clássico, oikonomia significava, originalmente, a gerência de um lar, e oikonomos denotava o mordomo da casa. 
No latim, o termo é oeconomia, de onde se deriva o nosso vocábulo economia. 
Despenseiro equivale a ecônomo, originalmente um indivíduo encarregado da administração de uma casa grande (Cf. Isaias 22:19, 21; Lc 16:1-17).

No Novo Testamento, despenseiro (oikonomos) refere‐se ao administrador da casa e das propriedades de um Senhor. 
No Evangelho de Lucas, o termo se emprega alternadamente com “escravo” (Gr. doulos). 
O despenseiro ou mordomo tinha direito legal de agir em nome do seu senhor, e deveria ser fiel e prudente (Lc 12.42, 1Co 4.2). 
Um período de tempo determinado era concedido ao despenseiro, embora ele não soubesse por quanto tempo haveria de durar a sua administração. 
Deus permite aos homens, enquanto suas criaturas, serem despenseiros. 
Somos despenseiros sobre a criação de Deus. 
Ao criar o homem e a mulher à sua imagem e semelhança, Deus os fez responsáveis. 
Na qualidade de criatura de Deus, o homem deveria cuidar da criação que Deus colocou diante dele e à sua disposição, e desenvolve-la. 
Isso fez o primeiro casal responsável diante do Criador no exercício de domínio e sujeição da natureza, assim como no relacionamento com outros homens e também no seu relacionamento com Deus. “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai‐vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra”. Isso mostra o papel central que Deus havia reservado para o ser humano, dentro de sua criação. 
Obedecendo ao Criador o ser humano estaria desenvolvendo seu relacionamento com ele e sendo fiel. 
O homem estaria cumprindo o seu mandato (Gn 1.26, 28, 2.15). 
O homem deveria tomar tempo para cultivar o solo, exercer o domínio e, conseqüentemente, desfrutar do trabalho de suas mãos. 
Fazendo assim, também estaria obedecendo ao Criador que o havia criado e equipado para tais coisas. 
O ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, deveria, em certo sentido, representar o Criador e fazer cumprir a sua soberana vontade. 
Assim, exerceria uma espécie de papel de “gerência” ou de “mordomo”. 
Um dos mais proeminentes ensinos da Bíblia é que o homem responde perante Deus. 
É responsabilidade inescapável do homem que algum dia ele deve prestar contas ao Criador. 
Na sua inaudita graça, Deus permite aos seus filhos serem despenseiros. 
Somos mordomos sobre a Casa de Deus. “Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1Pe 4.10). 
O povo de Deus, a comunidade de Deus, é sua casa (1Tm 3.15). 
Assim, o Novo Testamento, a partir dos ensinos de Jesus Cristo, adverte-nos que a mordomia sábia e diligente, a serviço do Mestre, é importante. 
Os despenseiros não devem considerar as questões da casa como sendo assuntos particulares deles; são meramente despenseiros dos dons que lhes foram confiados, e devem prestar contas de sua administração. 
E a fiel administração determina que Deus confiará ao
despenseiro as riquezas maiores, verdadeiras.

O pastor possui funções privativas e atribuições, que quando desenvolvidas, demonstram que está sendo um bom administrador, um bom mordomo dos bens que pertencem ao Senhor:

2) Funções privativas.
a) Administrar os sacramentos (cerimônias).
b) Invocar a Benção Apostólica sobre o povo de Deus.
c) Celebrar casamento religioso com efeito civil.
d) Orientar e supervisionar a liturgia na Igreja de que é pastor.

3) Atribuições.
a) Orar com o rebanho e por ele.
b) Apascentá‐lo na doutrina Cristã.
c) Exercer as suas funções com zelo.
d) Orientar e superintender as atividades da Igreja, a fim de tornar eficiente a vida espiritual
do povo de Deus.
e) Prestar assistência pastoral.
f) Instruir os neófitos, dedicar atenção à infância, à adolescência, à mocidade, bem como aos
necessitados, aflitos, enfermos e desviados.
g) Exercer, juntamente com outros presbíteros, o poder coletivo de governo.

Podemos identificar alguns deveres em nossa responsabilidade como despenseiros de Deus?

Tomamos como referência os nossos (já assumidos) compromissos confessionais, para identificar sete compromissos nos quais o administrador, individualmente, e a Igreja, corporativamente, devem estar envolvidos. 
São deveres do crente e de sua igreja, que aqui selecionamos, numa lista que não pretende ser exaustiva. 
Para isto, vamos inicialmente oferecer citações da Confissão de Fé, identificando a referência de capítulo e seção; a seguir, destacamos alguns textos bíblicos relacionados ao compromisso em questão.

Como despenseiro da multiforme graça de Deus, você deve:






Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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