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4 de agosto de 2013

Apologética - Teologia 04.23 - O Criacionismo Bíblico e o Evolucionismo Moderno Part 1

Apologética - Teologia 04.23

2.2. O Criacionismo Bíblico e o Evolucionismo Moderno Part 1 

Uma questão mais fundamental do que a natureza dos dias da criação é a relacionada com o fato de a criação ser divina, em contraste com as teorias rivais da origem do universo, tais como o evolucionismo darwinista. O evolucionismo, conforme sua formulação por Charles Darwin na sua obra A Origem das Espécies (1859), procurava a explicação da origem das espécies biológicas na seleção natural e não no desígnio de Deus. Isto quer dizer que o processo pelo qual se desenvolviam as plantas e os animais não era governado por qualquer inteligência divina de acordo com princípios teológicos, mas, ao contrário, segundo um princípio puramente mecânico: a sobrevivência dos mais capazes. No decurso do ciclo reprodutivo segundo os ensinamentos de Darwin, cada geração demonstra ligeiras modificações da geração anterior. Durante um longo período de tempo, depois de centenas e milhares de gerações, algumas destas variações se transformam em características mais ou menos fixas, que então passam à descendência. Estas novas características contribuem à formação de novas variedades ou subespécies e, finalmente, à emergência de novas espécies. Aquelas características que deram sos seus possuidores a capacidade de competir com mais sucesso na luta incessante contra o meio ambiente, foram a garantia da sua sobrevivência. Mas espécies que desenvolveram características que, ao invés de lhes oferecer vantagens, foram empecilhos, ao enfrentar os competidores, tinham a tendência natural de desaparecer. Daí a perpetuação apenas das espécies mais capazes de sobreviver, que seriam, então, espécies bem sucedidas. Assim, o inferior e mais simples foi paulatinamente se transformando no mais avançado e complexo, até que, finalmente, Homo sapiens surgiu como o produto supremo da seleção natural - supostamente por ser mais capacitado para a sobrevivência e com mais sucesso em enfrentar seu meio ambiente. 

Quanto à questão mais fundamental de todas, que é a origem da própria matéria, e a questão paralela quanto à origem da primeira forma de vida no limo primevo, Darwin não podia oferecer resposta, senão talvez uma expressão deística (que rebaixaria Deus a situação de mera Primeira Causa, que colocou em andamento o mecanismo e depois Se afastou do cenário). “Poderia inferir da analogia”, disse num certo trecho, “que provavelmente todos os seres orgânicos que já viveram nesta terra são descendentes duma forma primordial, na qual a vida foi originalmente soprada pelo Criador”. Não há, portanto, nada de completamente ateístico na formulação da evolução apresentada por Darwin, no que diz respeito à origem da matéria, mas apesar disso muitos dos seus seguidores optaram pela existência eterna da matéria para evitar reconhecer a existência de Deus. Mesmo assim, não sobrou nenhuma base objetiva para a Lei Moral ou para os valores espirituais além da consideração materialista da sobrevivência, a sobrevivência dos “mais capazes”. Além disto, a teoria darwinista não tinha lugar para qualquer atuação divina significante no processo da “criação”; a não ser a criação da matéria-prima “primeva”, não havia realmente qualquer idéia de “criar”, mas só o desenvolvimento de acordo com a seleção natural. Isto representava uma contradição quase total de Gênesis capítulo 1.

1) Do ponto de vista da genética (a ciência da hereditariedade), as suposições básicas da seleção natural contrariam totalmente a evidência. Muitas décadas de pesquisas meticulosas demonstraram que, por mais verdadeiro que seja o fato de que há ligeiras diferenças dentro de cada espécie, não é verdadeiro que estas variações são especialmente herdadas pela próxima geração. As experiências extensas de Gregor J. Mendel demonstraram que a gama de variações possíveis dentro duma espécie era estritamente limitada e não contribuía com qualquer progresso na direção do desenvolvimento duma nova espécie. Desta forma, os elementos de um tipo puro de ervilhas de crescimento alto podem ter pequenas variações de altura entre si, mas s descendência das ervilhas altas não possui uma altura média maior do que a das ervilhas curtas. É verdade que pela criação seletiva seja possível enfatizar certas características dentro duma espécie, ao ponto de se produzir uma linhagem especial (como é o caso das muitas raças de cães), mas existe um círculo de possibilidades estritamente limitado, além do qual nenhum criador pode progredir. Noutras palavras, não tem a capacidade de desenvolver uma nova espécie. 

O mesmo veredicto precisa ser pronunciado contra a teoria de Jean Baptiste de Lamarck, da possibilidade de herdar características adquiridas (teoria à qual Darwin ocasionalmente apelava quando a mera seleção parecia ser inadequada para dar conta duma série de fatos). Apesar dum sem-número de experiências realizadas para comprovar a “herança do uso” (conforme se chama) de Lamark, o resultado global tem sido totalmente negativo. As características que o pai adquire por meio de esforços especiais, não passam aos filhos, simplesmente porque não há nenhuma maneira possível pela qual estas características adquiridas (tais como a proficiência no atletismo) possam afetar os genes. Toda a hereditariedade (pelo menos no lado não-espiritual) parece depender da química dos próprios genes. Quanto à forma ou à estrutura dos animais, não existe uma alegação sequer duma prova de herança do uso que não tenha sido subseqüentemente desacreditada. 

Deve ser acrescentado que embora falte evidência de se poder herdar variações individuais, existem, porém, súbitas mudanças ou mutações que às vezes ocorrem na história da espécie. Por exemplo, uma nova variedade de plantas, isolada em pequenas colônias, como numa encosta montanhosa, pode ser o resultado duma mutação súbita (envolvendo ligeira alteração dos próprios genes). Permanece, porém, o fato, que apesar de terem sido estudadas de perto milhares de mutações, não foi demonstrado um único exemplar pelo qual uma mutação criou um animal mais complicado, ou deu origem a uma nova estrutura. Desde os dias de Darwin, nenhum progresso tem sido feito na solução dos problemas fundamentais da evolução. Numa análise do livro “Animal Cytology and Evulution” (“A Citologia Animal e a Evolução”), 1954, de Ed. J.D. White, I. Manton disse: “As causas fundamentais da evolução em grande escala, conforme tem ocorrido através das eras geológicas, na formação dos grandes grupos de animais e plantas, ainda não podem ser descritas ou explicadas” (Nature, 1948, 157, p.713).

2.2. O Criacionismo Bíblico e o Evolucionismo Moderno Part 2

2.2. O Criacionismo Bíblico e o Evolucionismo Moderno Part 3



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