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4 de agosto de 2013

Apologética - Teologia 04.07 - Princípios de Interpretação

Apologética - Teologia 04.07


1.4.1. A Escola Subjetiva 

Esta inclui grandes pensadores. tais como Lutero. Pascal. Lessing. Kierkgaard. Brunner e Barth. 
Geralmente expressam a dúvida de que o descrente possa ser “levado a crer através de argumentos”. Ressaltam pelo contrário, a experiência pessoal impar da graça, o encontro interior e subjetivo com Deus. 
Tais pensadores raramente têm reverente temor da sabedoria humana. 
Mas, pelo contrário, de modo geral rejeitam a filosofia tradicional e a lógica clássica. e ressaltam o trans-racional e o paradoxal. 
Pouco lhes importa a teologia natural e as provas teístas, principalmente porque sentem que o pecado cegou de tal maneira os olhos do homem que o seu raciocínio não pode funcionar de modo apropriado. 
Segundo a metáfora de Lutero, a razão é uma meretriz. 

Pensadores da escola subjetiva apreciam fortemente o problema da averiguação. 
Lessing falou em nome de muitos deles quando ressaltou que “as verdades acidentais da história nunca poderão se tornar à prova de verdades necessárias da razão”. O problema de se passar de fatos contingentes (isto é, possivelmente falsos) da história para a certeza religiosa interior profunda tem sido chamado “o fosso de Lessing”. 

Kierkegaard queixou-se de que a verdade histórica é incomparável a uma decisão eterna, apaixonada. 
A passagem da história para a certeza religiosa é um “salto” de uma dimensão para outro tipo de realidade. 
Disse que toda a apologética tem a simples intenção de tornar plausível o cristianismo. Mas tais provas são vãs. porque “defender alguma coisa sempre é desacreditá-la”.

Mesmo assim, apesar de todo o seu antiintelectualismo, Kierkegaard ainda tinha um tipo de apologética para o cristianismo, defesa esta que foi desenvolvida por estranho que pareça do próprio absurdo da afirmação cristã. 

O próprio fato de que alguma pessoa ter crido que Deus apareceu na terra na figura humilde de um homem é tão estarrecedor que fornece uma ocasião para outras pessoas compartilharem da fé. 
Nenhum outro movimento já sugeriu que baseamos a felicidade dos seres humanos no seu relacionamento com um evento que ocorreu na história. 
Kierkegaard acha, portanto, que semelhante idéia “não subiu ao coração de homem algum”. 

Até mesmo Pascal que desconsiderava as provas metafísicas da existência da Deus e preferia as “razões do coração”, chegou por fim, a fazer uma defesa interessante da fé cristã. Nas suas “Pensées” recomendou a religião bíblica por ter ela um conceito profundo da natureza do homem. 
A maioria das religiões e filosofias ou ratifica o orgulho estulto do homem, ou o condena ao desespero. 
Somente o cristianismo estabelece a verdadeira grandeza do homem através da doutrina da imagem de Deus, ao passo que, ao mesmo tempo, explica suas presentes tendências malignas através da doutrina da queda. 

E somos informados de que, a despeito do Nein! enérgico proferido por ele, há uma apologética adormecida debaixo de milhões de palavras na obra Church Dogmatics (“Dogmática Eclesiástica”). de Karl Barth.


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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