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18 de setembro de 2013

Eclesiologia - Teologia 25.11 - Estrutur e Governo da Igreja

Eclesiologia - Teologia 25.11

ESTRUTURA E GOVERNO DA IGREJA: 

“A Igreja de Cristo não faz leis nem mandamentos à parte da Palavra de Deus;   portanto,  todas  as  tradições  humanas  não  nos  podem  sujeitar,  a  não  ser  que   estejam   embasadas   ou   prescritas   na   Palavra   de   Deus”.   Assim   como   os   reformadores reivindicavam, a igreja deve refletir o mais estritamente possível a   perspectiva bíblica de sua natureza e propósito. Toda sua atividade, estrutura e   organização deve partir de uma base bíblica sólida.  

A  igreja  existe  para  dar  continuidade  ao  ministério  de  Jesus.  A  estrutura  da   igreja, portanto, tem função e razão de ser apenas no espelhar essa realidade. A   estrutura  depende  da  função,  o  qual  já  se  tem  designado  como  uma  função   tripla,  seguindo  Moody.  Érickson  define  as  funções  da  igreja  em  termos  de   quatro  partes,  mantendo  como  central  o  aspecto  de  testemunho  (mesmo  que   empregue o termo “evangelizar”).  

Vale ressaltar que a Bíblia não mantém a distinção atual entre o evangelizar e o   discipular. O termo “evangelizar” no sentido neotestamentário é “pregar as boas   novas de Cristo”, o que retrata a mensagem completa de Jesus desde o que se
chama  hoje  de  “plano  de  salvação”  até  os  ensinamentos  mais  difíceis  de   compreender. A prática atual é de reservar a mensagem mais polêmica ou difícil   para os adeptos, procurando suavizar a apresentação pública do evangelho. No   ministério de Jesus, não se encontra nada dessa tal suavidade da mensagem. O   retrato  dos  evangelhos  em  geral  é  muito  mais  coerente  com  a  dificuldade  de   aceitar a mensagem de Jesus. “Duro é este discurso; Quem o pode ouvir?”.  

Se for necessário fazer uma distinção entre a mensagem de ingresso ao reino e a   mensagem   de   continuidade,   esta   giraria   mais   em   torno   das   passagens   empregando  o  termo  batizar.  É  nas  passagens  referentes  ao  batismo  que  se   encontra  o  conceito  do  ingresso  de  conversão  a  uma  nova  realidade  religiosa.   Como em Mateus 28.19-20, o batismo é o carimbo da conversão do indivíduo, no   seu lavar-se de sua antiga forma de viver, ingressando na nova dependência de   Deus. O batismo já era ritual de ingresso a uma nova confissão e vida religiosa   para os judeus, sendo aplicado para aqueles gentios que queriam ingressar como   prosélitos ao judaísmo.  

A  edificação  dos  crentes  é  a  segunda  etapa,  por  assim  dizer,  do  processo  de   evangelizar  ou  discipular.  Vale  lembrar  que  Jesus  investiu  os  três  anos  do  seu   ministério  em  doze  discípulos.  Ele  pregou  também  às  multidões,  mas  não
confiava na resposta das mesmas. Escolheu doze para discipular. No final de três   anos, estes mesmos discípulos não estavam completamente maduros, mas Deus   continuou  a  lapidá-los,  como  fez  com  Pedro.  Ainda  após  o  final  do  ministério   terreno de Jesus os discípulos estavam em processo de serem preparados para o   ministério.  

A Bíblia não fornece norma para o governo e sistema de liderança da igreja. O   que  ela  apresenta  são  várias  formas  organizacionais  em  uso  no  decorrer  do   desenvolvimento  da  igreja  durante  o  primeiro  século.  A  igreja  passou  por   liderança   direta   dos   apóstolos.   Com   a   necessidade,   acrescentou   servos   à   liderança   administrativa   (diáconos)   e   encontrou   necessidades   em   certos   contextos  da  elaboração  de  concílios  de  anciãos  e  bispos  na  supervisão  do   andamento da igreja local. Nenhuma destas formas foi colocada como sendo a   forma definitiva, mas cada qual respondeu à necessidade que um certo grupo de   crentes enfrentava.  

Existem  na  atualidade,  várias  formas  de  governo  eclesiástico,  desde  os  grupos   que negam uma estrutura visível, incluindo o sistema congregacional, episcopal e   presbiteriano.   As   formas   de   organizar   e   estruturar   a   igreja   não   são   tão   importantes  como  a  questão  de  suas  utilidades  para  se  cumprir  a  missão.
Quando a estrutura cria condições para fomentar a ativação da missão da igreja,   ela  é  benéfica.  Quando  uma  estrutura  estorva  o  cumprimento  da  missão,  ela   deve ser modificada. Estrutura aqui é muito mais do que formas de governo, pois   aplica-se  de  forma  igual  aos  programas  da  igreja,  bem  como  todas  as  suas   atividades.  


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