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14 de outubro de 2013

Epistolas Paulinas - Teologia 16.11 - O poder da ressurreição

Epistolas Paulinas - Teologia 16.11

O  poder  da  ressurreição  

Conquanto  Jesus  Cristo  tenha  tido  um  nascimento  humilde,  "foi  designado  Filho  de  Deus  com  poder,   segundo o espírito de santidade, pela ressurreição dos mortos" (Rom. 1:4). Acaso não era Ele Filho de Deus antes da ressurreição?   Não  Se  havia  o  Senhor  declarado  como  tal?  Certamente!  E  o  poder  da  ressurreição  manifestou-se  durante  toda  a  Sua  vida.  Sem   precisar ir mais longe, o poder da ressurreição ficou demonstrado no fato dEle erguer-Se dos mortos, algo que realizou pelo poder que   habitava em Si mesmo.  Porém, foi a ressurreição dos mortos que estabeleceu esse fato além de toda a dúvida à vista dos homens.    

Depois de haver ressuscitado, foi até os discípulos e lhes disse: "Toda a autoridade Me foi dada no Céu e na Terra" (Mateus 28:18). A   morte  de  Cristo  havia  destruído  todas  as  esperanças  que  eles  tinham  nEle,  mas  quando  "se  apresentou  vivo,  com  muitas  provas    incontestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias..." (Atos 1:3),  tiveram ampla demonstração de Seu poder.    
A única obra, a partir de então, a única grande missão e a comissão de Seus seguidores, seria dar testemunho de Sua ressurreição e   poder. O poder da ressurreição é de acordo com o Espírito de santidade, já que por meio do  Espírito foi  Ele ressuscitado.  O poder   concedido para declarar um homem santo é o poder que ressuscitou a Cristo dos mortos. "Visto como o Seu divino poder nos tem   dado  tudo  o  que  diz  respeito  à  vida  e  à  piedade,  pelo  pleno  conhecimento  dAquele  que  nos  chamou  por  Sua  própria  glória  e   virtude." (2ª Pedro 1:3)    

A obediência da fé    Paulo diz que mediante Cristo havia recebido graça e apostolado para a obediência da fé entre todos os gentios. A   verdadeira fé é uma crença em Jesus absoluta. "A obra de Deus é esta: Que creiais  naquele que Ele enviou." (João 6:29).  Cristo disse:   "E por que Me chamais Senhor, e não fazeis o que eu vos digo?" (Lucas 6:46). Uma profissão de fé em Cristo, não acompanhada de   verdadeira fé, é inútil.  

O homem não respira para demonstrar que está vivo; está vivo e por isso respira. A respiração é sua vida. Assim também, o homem   não deve fazer boas obras para demonstrar que tem fé, mas as realiza porque elas, as obras, são o resultado inevitável de sua fé. Até   Abraão foi justificado pelas obras que procedem da fé, porque a fé "cooperou com as suas obras e... pelas obras a fé foi aperfeiçoada,   e se cumpriu a escritura que diz: E creu Abraão a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça..." (Tiago 2:22). Somos justificados pela   fé, e sendo assim justificados, e desfrutando dessa justificação as obras que dessa fé procedem são naturais no crente.   

Amados de Deus    Essa foi uma consoladora segurança para "todos os que estavam em Roma". Quantos teriam desejado ouvir dos   lábios  de  um  anjo  vindo  diretamente  da  glória  o  que  Gabriel  disse  a  Daniel:  "...  És  muito  amado".  O  apóstolo  Paulo  escreveu  por   inspiração direta do Espírito Santo,  de forma que a mensagem de amor dirigiu-se aos romanos tão diretamente do Céu como a de   Daniel. O Senhor destacou por nome alguns favoritos, mas afirmou que todos em Roma eram amados de Deus.    

Deus não faz acepção de pessoas, e essa mensagem de amor é também para nós outros. Eles eram "amados de Deus", simplesmente   porque "Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas   tenha a vida eterna”.(João 3:16). "De longe o Senhor me apareceu, dizendo: Pois que com amor eterno te amei..." (Jeremias 31:3).   Esse  amor  eterno  para  com  os  homens  nunca  hesitou,  embora  esses  se  houvessem  esquecido  disso.  Àqueles  que  se  separaram  e   caíram em iniqüidade, Ele  disse: "Eu sararei a sua apostasia, Eu voluntariamente os amarei..." (Oséias 14:4). "Se somos infiéis, Ele   permanece fiel; porque não pode negar-Se a si mesmo”. (II Tim. 2:13)

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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