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27 de janeiro de 2014

Epistolas Paulinas - Teologia 16.42 - A Sabedoria Deste Mundo

Epistolas Paulinas - Teologia 16.42

A sabedoria deste mundo   

"O mundo, em sua sabedoria, não conheceu a Deus em Sua divina sabedoria" A agudeza de intelecto não   é  fé,  nem  a  pode  substituir.  Um  brilhante  erudito  pode  abrigar  a  maior  baixeza  humana.  Há alguns  anos  foi  enforcado  um  homem   acusado  de   mais  de  dez  crimes  brutais,  o  qual  era  ilustrado  cientista  e  tinha  ocupado  alta  posição  na  sociedade.  Instrução  não  é   equivalente  a  cristianismo,  embora  o  cristão  possa  ser  um  homem  instruído.  As  invenções  modernas  nunca  salvarão  o  homem  da   perdição. Certo filósofo moderno disse que "a idolatria pode encontrar seu lugar junto à arte e à cultura mais refinadas que o mundo   conheceu." Porém, os homens estavam se afundando  na maldade, tal como descreve o apóstolo na última parte do primeiro capítulo   de Romanos. Até mesmo os homens reputados como sábios eram tais como estão ali descritos. Foi o resultado natural de buscar a   justiça em si mesmos.  

Nos  últimos  dias    Se você quiser ver uma descrição do mundo nos últimos dias, leia os últimos versículos do primeiro capítulo de   Romanos. Leia cuidadosamente a lista de pecados e logo verá como ela corresponde exatamente ao seguinte: "Sabe, porém, isto: nos

últimos  dias,  sobrevirão  tempos  difíceis,  pois  os  homens  serão  egoístas,  avarentos,  jactanciosos,  arrogantes,  blasfemadores,   desobedientes  aos  pais,  ingratos,  irreverentes,  desafeiçoados,  implacáveis,  caluniadores,  sem  domínio  de  si,  cruéis,  inimigos  do   bem,   traidores,  atrevidos,  enfatuados,  mais  amigos  dos  prazeres  que  amigos  de  Deus,  tendo  forma  de  piedade,  negando-lhe,
entretanto, o poder" Tudo isso provêm do eu, a autêntica fonte do mal que Paulo atribuiu aos pagãos. Essas são as obras da carne   (Gálatas 5:19-21). São o resultado natural de confiar no eu.

 Apesar da declaração do apóstolo, são bem poucos os que crêem que esse estado de coisas chegará a ser geral, especialmente entre   aqueles que fazem profissão de piedade. Porém a semente que produz essa colheita está já semeada em todo lugar. O "homem do   pecado,  o  filho  da  perdição,  opondo-se  e  levantando-se  contra  tudo  o  que  se  chama  Deus,  ou  que  se  adora",  será  a  força  mais   poderosa no professo cristianismo; seu poder aumentará dia a dia. Como progredirá dessa maneira? Nem tanto por méritos próprios   como pela cega aceitação de seus princípios por parte dos professos cristãos. Esse poder se exaltará acima de Deus ao tentar mudar a   Justificação  pela  Fé  por  justificação  pelas  obras.  O  símbolo  da  justificação  pelas  obras  em  lugar  da  justificação  pela  fé.  Quando  os   professos cristãos aceitam ordenanças humanas apesar do expresso mandamento do Senhor, que é o amoroso convite de aceitar o que   foi  feito  pelo  pecador  na  cruz,  fora dele,  e  sustentam  sua  instituição  religiosa  evocando  os  Pais  –  homens  educados  na  filosofia  do   paganismo – a execução de todo mal que seus corações possam imaginar não é mais que o passo seguinte no caminho descendente.   "Quem tem ouvidos ouça."


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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