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27 de janeiro de 2014

Epistolas Paulinas - Teologia 16.43 - Um Resumo: As Espistolas de Paulo Seguem o Costume

Epistolas Paulinas - Teologia 16.43

Um Resumo:

 1:1-7  –  As  epístolas  de  Paulo  seguem  o  costume  antigo  de  começar  com  os  nomes  do  remetente  e  do  destinatário,  de  fazer  uma   saudação e de prosseguir com um parágrafo de ação de graças (como 1:8-15).

 A  estrutura  literária  das  epístolas  apostólicas  não  é  uniforme.  Inclusive  algumas  delas  (Hebreus  e  Tiago)  parecem  mais  sermões  ou   tratados  doutrinários,  aos  que,  por  alguma  razão  pastoral,  agregou-se  algum  aspecto  de  caráter  epistolas  (como  o  capítulo  13  de   Hebreus  e  o  começo  de  Tiago).  As  cartas  que,  com  maior  propriedade  podem  assim  se  chamar,  respondem  em  termos  globais  ao   modelo clássico romano, que consistia em: a) Uma saudação inicial, precedida da apresentação do autor e a indicação do destinatário.   B) O texto ou o corpo da carta. C) A despedida, que incluía saudações de pessoas conhecidas do autor e do receptor e saudações para   essas pessoas.

Os autores cristãos modificaram, em certas ocasiões, esse modelo de carta em alguns de seus detalhes. Paulo, por exemplo: no lugar   da característica saudação inicial romana “Saúde”, introduz no começo de quase todas as suas epístolas uma expressão um pouco mais   complexa, que dá testemunho da sua fé: “Graça a vós outros e pás da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo” (Romanos   1:7).

 Do mesmo modo, a despedida não se limita ao simples e fria palavra: “Saúde”, que lemos, por exemplo: na carta do tribuno Cláudio   Lísias ao governador Félix (Atos 23:30), mas freqüentemente inclui, junto às saudações pessoas, uma exortação, bênção ou doxologia,   que como uma afirmativa final da sua fé, com a qual o autor encerra seus escritos.  

1:2 – O que Paulo chama de Sagradas Escrituras é o que nós na atualidade conhecemos como Velho Testamento. (Veja também Atos   3:18 e 1ª Coríntios 15:3).

1:5 – Paulo confessa que ele recebeu tanto a graça como o apostolado de Jesus Cristo, declara o amor a esse nome e ensina o resumo   do que será o maior conteúdo da epístola, a saber, que a obediência, não é algo imposto ou exigido, mas que é um ato de fé. Assim   como a justificação do pecador. Pois a obediência, em qualquer de seus aspectos é fruto de um crente justificado. Jamais ao contrário.

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