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27 de janeiro de 2014

Epistolas Paulinas - Teologia 16.44 - Estudo 1 - O Retrato do Pecado Ontem e Hoje - Romanos 1:18-32

Epistolas Paulinas - Teologia 16.44

Estudo 1 – O retrato do pecado ontem e hoje

Romanos 1:18-32

Se alguém pedisse para você dizer um adjetivo que resumisse o estado (note-se em especial este conceito) do “ser humano”, qual seria   essa  palavra?  Alguns  talvez  usassem  palavras  como:  “inteligente”,  “belo”,  “criatura”,  “frágil”.  Mas  infelizmente,  se  quisermos  um   atributo que resuma o conjunto da humanidade teríamos que optar mesmo pelo terrível adjetivo de: “pecador”.


A Bíblia resume os homens e mulheres como obra rebelde, corrupta e perdida, cuja única chance de salvação está no próprio Criador.   Romanos pode ser dividido em temas, e como podemos ver, tornou-se necessário explicar, logo no primeiro capítulo, a condição do   homem para desenvolver todo o tema da Justificação pela Fé:

1.-  O justo viverá pela fé (1:16-17).

2.-  A indesculpável situação de pecado da humanidade (1:18-3:20).

3.-  Justificação mediante a redenção efetuada por Cristo (3:21-4:25).   4.-  A nova vida de liberdade do justificados pela  fé (5:1-8:39).   5.-  A incredulidade de Israel (9:1-11:36).   6.-  A justificação pela fé aplicada à nova vida (12:1-15:13).

a.         A justificação pela fé aplicada à nova vida em amor autêntico (12:1 até 21).  

b.         A Justificação pela fé aplicada à nova vida em submissão às autoridades instituidas por Deus (13:1 até 14) 

c.         A Justificação pela fé aplicada à nova vida sem menosprezo pelo irmão mais fraco (14:1 até 15:13) 

7.-  Epílogo da Epístola (15:14 até 16:27)

1.-  Os planos evangelísticos do apóstolos (15:14 até 33).

2.-  Saudações, recomendações e doxologia final (16:1-27).

 O  texto  que  vamos  estudar  abre  a  carta  de  Paulo  aos  Romanos,  escrita  para  descrever  o  Evangelho  de  Cristo.  Esta  carta,  como   nenhuma outra, evidencia para seus leitores, logo de início, a situação de perdição irrestrita e completa de todas as pessoas, homens e   mulheres, crianças e velhos. Todos estão condenados por Deus por terem dentro de si os germes da corrupção, da rebelião, do pecado.
  
Paulo inicia seu argumento com uma frase forte: “porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus” (1:16).   Paulo menciona com estas palavras um tema que desenvolverá mais amplamente no resto da epístola. Para Paulo “crer” inclui o fato   de que o ser humano aceita, com todo o seu ser, a iniciativa salvadora de Deus, realizada por meio de Jesus Cristo. “O Evangelho de   Cristo” é poder salvador. Este poder salvador é mediante a fé que indica que o ser humano não pode alcançar a salvação pelos seus   próprios  méritos,  senão  como  um  Dom  de  Deus,  oferecido  a  todos  (Romanos  10:9-13).  Logo  em  seguida,  parte  para  demonstrar  a   primeira parte do seu argumento. Todos são merecedores da ira divina, ira que se revela do céu (1.18 – Compare com Efésios 5:6 e   Colossenses 3:6). O que significaria essa expressão? É um castigo presente contra o pecado, a impiedade e a perversão. A ira de Deus,   que se revelará diretamente no juízo final, já está agora se manifestando aos pecadores. De que maneira? Ao entregar os pecadores   aos seus próprios pecados, ao príncipe deste mundo, à morte e às doenças.

 Em  Romanos  1  temos  um  problema  moderno  e  tão  antigo  quanto  a  época  de  Abraão  (1:26-27).  Algumas  igrejas  estão   aceitando  a   posição assumida pela moderna psicologia que defende a homossexualidade como um distúrbio genético e não como uma perversão   ou “paixão infame” (1:26). Cabe aqui um estudo de ética de comportamento e definir o que é correto e incorreto. Mesmo porque as   igrejas defensoras do distúrbio genético se amparam na não discriminação, tão defendida pelos meios de publicidade de massa.  Paulo   encara  o  problema  do  ponto  de  vista  judaico  que  coloca  qualquer  relação   “contrária  a  natureza”  como  pecado  (1:26).  Pode,  no   conceito bíblico, alguma coisa que era pecado ontem, deixar de ser pecado por causa de descobertas “científicas”, como neste caso,   descobertas da psicologia e psiquiatria?  

 Ao contrário da mensagem de alguns otimistas, o ser humano não evoluiu. Na verdade, teve uma queda moral que envolve até uma   “disposição mental” (1:28) que leva o homem, em seu estado de pecador a cometer a longa lista dos versos 29 até 31. Este catálogo de   vícios tem os seus paralelos na literatura judaica da época e, inclusive, na não judaica. O homem saiu da presença da glória de Deus   para a situação mais miserável possível. Ele saiu da nobreza santa para a iniqüidade plena.

 Numa leitura mais panorâmica, podemos ver as razões pelas quais Deus condenou toda a humanidade.  


Primeiro,  por  suprimir  a  verdade  de  Deus  (1.18).  É  o  que  fazem  os  grandes  sistemas  religiosos  do  mundo  que,  enquanto  dizem   conduzir a Deus, levam direto para a perdição. Paulo estabelece que a ira de Deus tem como fundamento o fato irrevogável de que o   homem é capaz de perverter a verdade. Daí se conclui a enorme importância que a verdade tem para Deus. Qualquer mentira, seja   esta principalmente doutrinária é um sério atentado contra o próprio Deus.  

Segundo, por ignorar a revelação  de  Deus (1.19). Deus revelou-se a toda a humanidade. Exatamente por isso ninguém pode dizer,   diante do julgamento divino, que não conheceu Deus. Por mais rebelde que o homem seja, em seu íntimo reconhece a soberania de   Deus, pois em todo momento “os atributos invisíveis de Deus, assim como o seu eterno poder, como também a Sua própria divindade,   claramente se reconhecem” (1:20).

Terceiro,  por  perverter a  glória  de  Deus  (1.21-23).  Para  Paulo  a  perversão  da  Glória  de  Deus  se  manifesta  pela  adoração  de  ídolos   (verso 23)



A  conseqüência     castigo  de  Deus     veio  em  forma  de  abandono.  Deus  abandonou  o  homem  à  sua  própria  sujeira.  Abandonou-o  à   fornicação (1.24s), à perversão sexual (1.26s) e a um estilo de vida depravado (1.28s). Tal é a situação do homem sem Deus. O homem   que  despreza  o  “conhecimento  de  Deus”  (1:28)  está  sujeito  a  uma  situação  de  vida  lamentável.  Por  outro  lado  se  expressa  a   necessidade do homem de conhecer Deus.

Da presente passagem nos tiramos algumas lições:

•          Você deve ter grande alegria do Evangelho de Cristo, pois ele é poderoso. Quer prova maior do seu poder do que a transformação   da sua vida? Olhe em volta e veja quantas pessoas tiveram suas vidas transformadas pelo poder do Evangelho. Traficantes de drogas   transformam-se em proclamadores da graça de Jesus, prostitutas em respeitáveis divulgadoras do Evangelho, ladrões em zelosos   praticantes da Lei de Jesus, homossexuais em honrados defensores da moral divina. Só mesmo o Evangelho pode transformar uma  vida. A graça de Deus se manifesta ou revela de fé em fé (1:17), razão pela qual nos alegramos em continuar a divulgar o Evangelho da Graça de Deus (Atos 20:24).               

•          O Evangelho de Cristo é justo. É a expressão máxima da justiça de Deus. Ao mesmo tempo em que demonstra a condenação, aponta   a salvação. Isso sem distinção. Tornando possível que pela aceitação da obra de Salvação em nosso favor sejamos filhos verdadeiros   de Deus.  

•          Contemplar o ser humano como a passagem descreve não é pessimismo ou melancolia. É realismo. Esta visão deve  provocar em nós   duas coisas: gratidão a Deus pelo que ele fez por nós e desejo de proclamar o Evangelho, como Paulo proclamou, para que Deus   continue  salvando  pessoas,  libertando-as  da  situação  miserável  e  irremediável  em  que  se  encontram.  Percebemos  que  Paulo   apresenta o grave problema, mas não deixa o problema sem solução, ao contrário apresenta a solução e essa única solução chama-  se Justificação pela Fé. 

A imoralidade da sociedade contemporânea não é fruto dos novos tempos. É conseqüência natural do pecado humano. Nossos pais   diziam que no passado a imoralidade era menor. Como os corações dos homens nunca deixaram de ser imorais, o que era diferente era   a visibilidade dessa corrupção. A corrupção existia, mas de uma forma mais camuflada. Os meios de comunicação tornaram possível a   divulgação da perversidade humana, agora podemos saber da maldade do coração do homem em torno do mundo inteiro, enquanto   que  no  passado  às  informações  eram  restritas  apenas  ao  círculo  mais  próximo,  no  máximo  à  cidade  ou  pais.  O  homossexualismo   sempre existiu, apesar de que ele em nossos dias ter se transformado até numa bandeira política. A idolatria sempre existiu, apesar de   em nossos dias ela ter assumido um status de ciência respeitável, como o esoterismo ou o espiritismo.

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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