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27 de janeiro de 2014

Epistolas Paulinas - Teologia 16.45 - Estudo 2 - O Pecado Universal - Romanos 2:1-16

Epistolas Paulinas - Teologia 16.45

Estudo 2 – O pecado universal

Romanos 2:1-16

O estudo deste capítulo nos ajuda a compreender melhor nossa relação com o Evangelho, com Deus e com o próximo. Não é por que   somos salvos que devemos nos considerar melhores que alguém. Todos somos pecadores. Todos passaremos pelo julgamento de Deus.

No  capítulo  1  Paulo  demonstrou  que  as  pessoas  no  mundo  estão  normalmente  entregues  à  devassidão,  imoralidade,  corrupção,   pecado, como forma antecipada de juízo divino, isso por não terem atentado para o conhecimento e revelação que dEle tiveram. Eram   as pessoas denominadas pelos judeus na época como: gentias.

Fazendo  uma  paráfrase  deste  segundo  capítulo  da  Epístola  podemos  imaginar  uma  cena:  Ao  chegar  ao  final  da  argumentação  do   capítulo 1, Paulo percebe que talvez alguém possivelmente estivesse concordando e gritando para ele: “é isso mesmo Paulo! Eles estão   perdidos.  Merecem  o  inferno!”  Paulo  se  volta  para  estas  pessoas  imaginárias  e  diz:  “vocês  estão  errados  em  julgar  as  pessoas   mundanas. Vocês também são pecadores e merecedores da ira de Deus”. Os religiosos também são merecedores da ira divina.

Uma das principais teses deste capítulo de Romanos é que o conhecimento das ordenanças não é suficiente para salvar. Somente a   prática  completa  dos  mandamentos poderia satisfazer a justiça divina. Infelizmente essa via, se bem que real,  é  impossível de ser   trilhada.  Ninguém  pode  cumprir cabalmente  todos  os  mandamentos.  Não  há  uma  só  pessoa  que  consiga  cumprir  a  Lei  de  Deus  do   fundo  do  coração.  Se  o  afirma,  é  mentirosa.  Somente  Jesus,  o  Deus-homem,  o  conseguiu.  Argumento  este  que  vai  ter  sua  máxima   expressão em 5:10, onde Paulo argumenta que a VIDA de Cristo é substitutiva.  

Mesmo que alguém consiga esforçar-se até os limites da sua humanidade para cumprir todos os itens das ordenanças divinas, o estará   fazendo por medo de punição ou por amor à recompensa, e não por livre disposição para obedecer. Preferiria agir de outro modo, se   não  houvesse  os  mandamentos.  Isso  significa  que  no  fundo  do  coração  está  em  rebeldia  com  os  mandamentos,  apesar  de  tentar   obedece-los.

Este texto ajuda-nos a compreender a doutrina bíblica do julgamento divino. Indistintamente, todas as pessoas deverão passar pelo   tribunal de Deus, quando terão que prestar contas a ele de cada palavra, gesto, ação, pensamento ou omissão.

Este julgamento é para todos, religiosos, não-religiosos, salvos, não-salvos, as crianças, os adultos. Todos deverão passar pelo juízo.

Duas grandes verdades sobre esse julgamento apareceram aqui.

•          Primeira, cada pecador será julgado segundo suas obras. Apesar da Escritura deixar claro que a salvação é pela fé (Efésios 2:8s), o   julgamento será pelas obras como RESULTADO de um coração justificado.  

 •         Segunda, cada pecador será julgado segundo a luz que tiver. Apesar dessa verdade não isentar-nos do trabalho missionário,  deixa   claro que ninguém poderá dizer, diante do tribunal celestial, que chegou ali inocente, pois não sabia nada sobre Deus.  

Analise  sua  reação  à  lição  anterior.  Se  ao  final  dela  sua  sensação  foi  de  alívio,  algo  como  “que  bom  que  não  sou  assim”,  ou  “eles   merecem a ira de Deus”, você está mais perto de ser um legalista do que imagina. O capítulo 2 de Romanos foi escrito diretamente   para todos. Você e eu somos tão pecadores quanto os outros. A diferença é que eles são pecadores perdidos, e nos somos pecadores   resgatados pela graça de Deus.

Grande  parte  da  religião  de  alguns  consiste  em  achar  defeito  nos  outros.  O  ambiente  de  algumas  igrejas,  em  vez  de  confortável  e   restaurador,  tem  se  transformado  em  neurótico  e  destrutivo.  Dissemos  isso,  não  em  tom  de  crítica,  mas  no  desejo  de  corrigir  os   defeitos e nos levar para mais perto da Graça restauradora.

Neste capítulo Paulo mostra que tanto judeus como gentios estão sob o justo juízo de Deus por causa dos seus pecados. Dirige o seu   argumento ao judeu típico da sua época, sem aplicar-lhe diretamente o nome de judeu até o verso 17. Nesta Epístola, Paulo emprega   com  freqüência  a  forma  literária  do  diálogo  com  um  interlocutor  imaginário,  estilo  usado  por  muitos  mestres  de  filosofia  daquele   tempo.

2:12 – Encontramos uma expressão própria dos rabinos judeus, “Sem lei” – Ou seja, sem conhecer a Lei de Moisés (Torá), era uma   expressão  que  os  judeus  usavam  para  se  referir  aos  não  judeus,  isto  é,  aos  gentios.  A  palavra:  “iníquos”,  que  aparece  em  algumas   traduções de Atos 2:23, na verdade na forma original é: “aqueles que não têm lei”. (compare com Romanos 2:14).

 2:14-15  –  Paulo  atribui  aos  gentios  algum  conhecimento  da  lei  de  Deus,  por  natureza,  pelo  que  são  responsáveis  pelas  suas  ações   devido a tal conhecimento, embora não tivessem a Lei de Moisés.

Em  Romanos  2:28-29  Paulo  está  dando  introdução  a  um  tema  controverso.  Quem,  em  tempo  da  Nova  Aliança  é  um  verdadeiro   Israelita? Como Deus considera o gentio salvo em relação a antigos costumes como a circuncisão? Na Igreja de  Cristo, nos primeiros   séculos  este  assunto  será  motivo  de  discórdia,  pois  existirão  grupos  que  insistiram  que  os  gentios  deverão  se  submeter  aos  ritos  e   costumes judaicos, mesmo após terem ingressado nas fileiras da Igreja.


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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