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25 de novembro de 2014

Escatologia - Teologia 17.43 - O problema dos sinais

Escatologia - Teologia 17.43


4.1.1-   O problema dos sinais


Existe uma grande dificuldade para qualquer que se deter a estudar Mateus 24, pois este capítulo trata de assuntos de acontecimentos breves, mas   também de acontecimentos mais distantes, Jesus faz comentário de sua volta a terra e também de juízos vindouros, todos os assuntos se misturam no   decorrer do discurso trazendo dificuldade de interpretação. O que nos cabe é buscar a melhor harmonização possível dos textos sem ferir o contexto,   numa busca das verdades escatológicas. Existem basicamente três teorias a respeito dos sinais de Mateus 24 1:15, que são:


a)   Os sinais apontam apenas para a destruição de Jerusalém


Esta é defendida pelos amilenistas que dizem ser os sinais, a resposta de Jesus a respeito da destruição do templo e da cidade, a qual se cumpriu no ano

70d.C.


Os fato de Jesus iniciar sua resposta aos discípulos dando-lhes sinais, isso não indica que estes se referiam a destruição do templo, já que a pergunta   também era com respeito a sua volta. Também podemos destacar que predições feitas por Jesus não se cumpriram naquele tempo, como, por exemplo,
terremotos em grande escala, guerras mundiais (v.7), e muito menos a pregação do evangelho em todo o mundo vindo após isso o fim (v.14). Portanto é   impossível afirmar que os sinais indicam a destruição de Jerusalém.


b)   Os  sinais  apontam  para  o  arrebatamento  da  igreja,  estes  vem  se  cumprindo  ao  longo  dos  anos,  porém  tendo  se  intensificado  nos  últimos   tempos. 



Esta teoria é defendida por uma parte dos pré-milenistas, estes acreditam que os sinais estão ligados diretamente ao arrebatamento.


Esta possibilidade é grande, porém, tem alguns problemas já que, 1    Segundo Jesus não haveria sinais diretos e específicos que marcariam o   arrebatamento da igreja (Mt 24:36-44), 2    O texto de Mt 24:3-15 não é especifico e trata de um longo período de tempo, temos ainda o versículo 14 e 15   que se referem diretamente ao período tribulacional, seguido pela volta visível de Cristo.



c)   Não  existem  sinais  diretos  para  marcar  o  arrebatamento,  estes  sinais  descritos  em  Mateus  acontecerão  após  o  arrebatamento  marcando  o   retorno glorioso de Cristo e o fim da grande tribulação. 


Uma parcela dos pré-milenistas pré-  tribulacionistas, pensam desta forma.  O Dr Ryrie, comentarista da Bíblia Anotada, é um dos grandes defensores da   teoria.


De todas, esta parece ser a mais lógica, o que não quer dizer que seja a correta. Ryrie faz um paralelo entre os sinais de Mateus e os quatro primeiros selos   de apocalipse no qual encontramos certa harmonia entre os eventos descritos em Mateus com os descritos em Apocalipse. A teoria apresenta os sinais   como ligados ao retorno visível de Cristo, não permitindo que haja sinais diretos ao arrebatamento, e isto tem fundamento bíblico.  


Os selos de Ap 6: 1-7 Os sinais de  Mateus 24

V.4)  E saiu outro cavalo,   vermelho; e ao seu   cavaleiro, foi-lhe dado tirar   a paz da terra para que os   homens se matassem uns   aos outros; também lhe foi   dada uma grande espada.

V.5) Então, vi, e eis um

cavalo preto e o seu

cavaleiro com uma balança

na mão.(...) Uma medida de

trigo por um denário; três

medidas de cevada por um

denário;

V.8)  E olhei, e eis um cavalo

amarelo e o seu cavaleiro,

sendo este chamado Morte;

Cristo, e enganarão a muitos.


V.6) E, certamente, ouvireis falar   de guerras e rumores de guerras;

V.7) Porquanto se levantará   nação contra nação, reino contra   reino, e haverá fomes e   terremotos em vários lugares;

V.9)  Então, sereis atribulados, e   vos matarão. Sereis odiados de   todas as nações, por causa do   meu nome.

A fim de completar este raciocínio podemos utilizar o quinto selo que fala dos mártires do período tribulacional, em especial o v.9, comparando-o a   predição de Cristo onde se refere a morte de seus discípulos por causa de seu nome (Mt 24:9-10). Também se pode utilizar o sexto selo onde são vistos   sinais no céu (v.12-14) e compará-los a Lucas 21:25. O Sétimo selo, que marca o inicio da segunda metade da grande tribulação onde se inicia o período de   maior terror sobre Israel, como também a investida da Besta sobre a nação, entra em harmonia com o cerco de Jerusalém profetizado na passagem de   dupla referencia de Mt 24:15-21, que também se refere ao inicio desta segunda fase.

  
É importante ressaltar que independente destes sinais não estarem ligados diretamente ao arrebatamento sua preparação pode servir de indicador para   demonstrar a sua proximidade, é como Jesus disse em Mt 24: 31-32.



Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também   vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas.



Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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