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14 de dezembro de 2014

Escatologia - Teologia 17.62 - A Doutrina da Iminência

Escatologia - Teologia 17.62



6.3-  A DOUTRINA DA IMINÊNCIA

O pré-tribulacionismo se destaca das outras teorias por ser a única baseada numa interpretação literal, que, como já vimos, é o método usado pela   própria escritura para se explicar. Outro ponto importante é o fato de respeitar a doutrina da iminência como também reafirma-la.


Esta doutrina trata da condição em que está a igreja quanto à volta de Jesus para arrebata-la, ou seja, Jesus disse que seria a qualquer momento. A   promessa de buscar sua igreja foi feita por ele mesmo: “Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos   lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também”. ( Jo 14:2-3). Porém,   quanto ao tempo em que isto ocorrerá, Jesus disse que: “daquele Dia e hora ninguém sabe” (Mt 24:36a), logo, sua vinda é repentina.


Mesmo não havendo sinais específicos que indiquem o arrebatamento, o prenuncio da grande tribulação já nos serve como “sombra de sinal”, contudo   não devemos atentar cegamente para estes aparentes sinais e nos esquecermos que  sua  vinda é iminente. A igreja é constantemente exortada a vigiar   “aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tt 2:13); “Mas considerai isto: se o pai de   família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa”. (Mt 24:43); “Mas vós, irmãos, já não estais em trevas,   para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão” (I Ts 5:4).  


O pós-tribulacionismo como também o meso-tribulacionismo, negam este fato, que é o da vinda a qualquer momento. Seus argumentos, em suma,   são:


    Jesus disse que para que ele pudesse retornar o evangelho deveria ser pregado em todo o mundo (Mt 24:14), sendo assim sua vinda dependia   de um longo espaço de tempo sinalizando seu retorno e descartando a doutrina da iminência. 

O equivoco está na interpretação, pois “este evangelho do reino”, acima citado não são as boas novas, ou seja, o evangelho que Jesus pregava e que   hoje a igreja prega. O contexto é claro, trata-se das boas novas pregada aos Judeus durante a grande tribulação, possivelmente pelo remanescente   (Ap 7), pelas duas testemunhas (Ap 11:3-13).


    Devido o desdobramento de acontecimentos da história, sofrimento dos apóstolos e declinio da vida espiritual dos cristãos no fim dos tempos,   indicam que antes de tudo isso acontecer, Jesus não poderia retornar, sendo assim não existe um retorno iminente, pois, supostos sinais que o   antecedem devem ser cumpridos cabalmente. 
Isto pode ser verdadeiro se não levarmos em consideração que o curso da história pode ser interrompido a qualquer momento, ao se comparar   com um ladrão disse: “se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria”, um ladrão não se limita a roubar apenas de   noite,  mas  a  qualquer  momento.  Existem  sinais  que  de  maneira  secundária  indicam  o  arrebatamento,  e  é  importante  perceber  que  estes,   primariamente indicam a preparação para grande tribulação, sendo assim Jesus não está preso a cumprimento de supostos sinais ou ocorrências na   historia para arrebatar sua igreja.


Por todas as referências bíblicas, (e isto fala mais alto que qualquer argumentação), e pelos pontos acima discutidos, fica, sem qualquer sombra de   dúvida, confirmada a doutrina da iminência.



Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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