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22 de janeiro de 2015

Escatologia - Teologia 17.101 - A Visão dos Quatro Animais.

Escatologia - Teologia 17.101

10.1.2    A visão dos quatro animais.  


Esta surpreendente visão no capítulo 7, revela o mesmo simbolismo já representado na estátua, porém é ainda mais clara quanto aos acontecimentos   relacionados a esta ultima forma do império Romano.


Daniel vê quatro animais (v. 3), e assim como cada parte da estátua simbolizava um império, também cada animal representa os mesmos impérios,   vejamos a apresentação feita por Daniel:


   “O primeiro era como leão e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, foi levantado da terra e posto em dois pés,   como homem; e lhe foi dada mente de homem.”: Império Babilônico  
   “o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou sobre um dos seus lados; na boca, entre os dentes, trazia três costelas”: Império   Medo-Persa  

    “e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças”: Império Grego 

    “o quarto animal, terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; (...) e tinha dez chifres.”: Império romano 

Os  atributos  de  cada  animal  têm  total  relação  com  as  características  de  cada  império,  porém  o  que  nos  interessa  neste  estudo  é  o  quarto  animal,   símbolo do império Romano. Daniel se interessa em particular por este último (v.19), e vê algumas características neste animal que distingue ele  dos outros e   o torna terrível, era um animal: 1)muito forte; 2) tinha grandes dentes de ferro; 3) unhas de metal; 4) devorava e destruía tudo que estava em seu caminho;   5) tinha dez chifres; 6) do meio destes dez chifres surge um menor com olhos e, 7) este surgimento causa a queda de outros três.


Aqui temos uma simbologia diferente para o mesmo assunto retratado na estátua do capítulo 2. Este quarto animal, com seus atributos, ele representa   o império Romano (v. 23), e segundo a revelação dada ao profeta, estes dez chifres representam os mesmos reis simbolizados pelos dez dedos da estátua (v.   24), a diferença é que nesta visão, lhe é mostrado o surgimento de um “chifre menor”, este representando o líder da confederação de dez reinos, que em sua   ascensão derrubará três reis (v. 20).

  
O caráter maligno do anticristo é mencionado no texto “tinha olhos e uma boca que falava com insolência (...) e eis que este chifre fazia guerra contra   os santos” (v. 20-21), como também suas atitudes profanas, “Proferirá palavras contra o Altíssimo” (v. 25). Todo o período de ataque do anticristo durará três   anos e meio (um tempo, dois tempos e metade de um tempo), que serão a segunda parte da grande tribulação. Após o tempo ser cumprido, virá o “Ancião   de dias”, que é a mesma pedra que destrói a estátua; Jesus Cristo. Destruirá este império e instituirá seu reino (v. 22).


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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