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25 de janeiro de 2015

Escatologia - Teologia 17.104 - O Fim do Acordo de Paz

Escatologia - Teologia 17.104


10.3    O FIM DO ACORDO DE PAZ


Nos primeiros três anos meio de governo do anticristo, sabemos que haverá um acordo que introduzirá no mundo uma paz aparente, porém Daniel diz   que “na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está
determinada, se derrame sobre ele” (Dn 9:27). O versículo nos diz que devido este rompimento, a besta cessará todos os sacrifícios judaicos que haviam   retornado com o acordo de paz, agora tendo sido desfeito, ele se revela como o terrível assolador, que com toda a fúria busca destruir Israel.


Em Apocalipse 12 temos um retrato da fúria de satanás contra Israel na segunda metade da grande tribulação, por isso se faz necessário observarmos   alguns pontos do texto.

O texto fala de uma mulher (v. 1) e esta não pode ser outra coisa a não ser um símbolo que representa Israel, alguns interpretam como sendo Maria   mãe de Jesus, outros como sendo a igreja, porém nenhuma das duas merece atenção pois estão totalmente fora de cogitação, e para que houvesse algum   paralelo, teríamos que espiritualizar o texto demasiadamente. A interpretação de que a mulher é símbolo de Israel torna-se clara, pois vemos que: 1) ela está   vestida sol, símbolo sempre ligado a Israel (Ml 4:2); 2) tem uma coroa de doze estrelas na cabeça, numero que além de simbolizar as doze tribos, simboliza   governo. Estas estrelas não poderiam ser ligadas aos apóstolos, pois estes foram mais que doze. 3) A mulher grávida (v. 2) não poderia ser a igreja, já que não   foi a igreja quem concebeu a Jesus, mas Jesus concebeu a igreja, também não pode ser Maria, porque os fatos descritos no v. 6 e 14 nunca  aconteceram a   ela. 4) o v. 17 indica fortemente se tratar de Israel, pois vendo que não conseguiu destruir a Jesus se voltou contra a nação. Tanto Maria quanto à igreja não   se enquadram neste versículo, a não ser que o texto fosse violentamente alegorizado. Por tudo isto fica claro que neste caso João está falando de Israel e a   luta de satanás para destruir aquele que nasceria para governar o mundo (v. 5).


Do  v.  7  ao  9  vemos  o  motivo  da  fúria  de  satanás.  Alguns  interpretam  estes  versículos  com  sendo  uma  tentativa  de  Satanás  em  subir  ao  céu  para   contender com Deus, os midi tribulacionistas acham que se trata de uma luta para impedir o arrebatamento da igreja, há quem  diga que se trata de uma   tentativa  em  subir  ao  céu  para  impedir  o  nascimento  de  Jesus.  Ao  que  parece  nenhuma  das  conjecturas  serve  para  explicar  o  texto.  Existe  ainda  uma   interpretação que coloca o texto como sendo a queda de Lúcifer o motivo do ódio pela nação que Deus escolheu para revelar o messias ao mundo; torna-los   sacerdotes messiânicos e fundar seu reino teocrático; fúria esta que acontece de maneira terrível a partir da segunda metade do período tribulacional (esta   parece ser a menos improvável). Todo o capítulo 12 tem a intenção de mostrar a crescente perseguição de satanás a Israel tendo o seu momento máximo na   segunda  metade  da  grande  tribulação  (v.  10-18).  E  para  isto  faz  surgir  um  instrumento,  um  messias  (Ap  13:1-10)  pelo  qual  derramará  sua  ira  após  o   rompimento do acordo instituído com Israel.  



Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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