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13 de janeiro de 2015

Escatologia - Teologia 17.92 - Depois Sas Sessenta e Duas Semanas, Será Morto o Ungido e Já Não Estará

Escatologia - Teologia 17.92



 9.3.4-  “Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o   santuário, (...) Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana”.

Passadas  as  69  semanas,  resta-nos  uma.  Os  versículos  26  e  27,  falam  desta  última  semana.  O  que  estaremos  focalizando  agora  será  apenas   concernente ao período destes sete anos e não o que, em detalhes acontecerá nele, isto veremos quando for oportuno.


Uma questão bastante debatida é a que se refere ao suposto espaço que existe entre as 69 e a ultima semana, e é suma importância analisarmos este   ponto, pois só assim poderemos ir adiante no estudo da grande tribulação. Uma conclusão que se tem defendido, conforme já foi dito, é que todo o período   das setenta semanas já foi concluído, no entanto percebemos que isto não é possível.

Este espaço entre as 69 semanas e a ultima, torna o assunto discutível, pois os defensores de que todo o período das setenta semanas já foi cumprido   não aceitam este intervalo nem como suposição. Veremos que este espaço não é algo novo, mas as Escrituras estão repletas de profecias que dentro de seu   cumprimento existem intervalos, também, alguns pontos que exigem um intervalo entre os períodos.

1. Intervalo em Is 61:2 “... a apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus...”. Entre o ano aceitável do Senhor e o dia da   vingança, temos um intervalo de quase dois mil anos, que é a dispensação da igreja.

2. Os apóstolos demonstram que existe um intervalo entre a inclusão dos gentios no plano da salvação e o cumprimento das profecias referentes a   Israel. “Cumpridas estas coisas, voltarei e reedificarei o tabernáculo caído de Davi; e, levantando-o de suas ruínas, restaurá-lo-ei”. (At 15:13-21)

3. Se não houvesse um intervalo entre a sexagésima nona e a septuagésima semana, Jesus já deveria ter retornado já que todo o período de setenta   semanas foi concluído sete anos após sua morte.

4. No próprio texto, se observarmos cuidadosamente perceberemos um intervalo entre o v.26 e o 27, pois o primeiro diz: E, depois das sessenta e duas   semanas, será tirado o Messias e não será mais; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e   até ao fim haverá guerra; estão determinadas assolações. Vemos que o texto apresenta duas seqüências de fatos, 1) após a morte do messias “o povo do   príncipe” destruirá Jerusalém e o templo e o fim deste será como uma inundação, 2) “e até ao fim” haveria guerras, e terrores estariam determinados.A   primeira  seqüência  está  ligada  a  morte  do  Messias,  porém  a  segunda  funciona  como  um  parêntese,  um  intervalo  entre  a  destruição  de  Jerusalém  e  do   templo e a septuagésima semana, isto se pode ver por se tratar de um espaço de tempo que se iniciou após os primeiros fatos, resumindo, após a destruição   determinada, seria iniciado um período de guerras e desolações sobre Israel, e este tempo perduraria até que fosse firmado um acordo de (falsa) paz entre   Israel e as nações, que supostamente duraria uma semana, mas... “na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre a asa das   abominações virá o assolador”

Com certeza os motivos apresentados são suficientes para deixar claro que realmente existe este intervalo, e mais, ele é necessário para que a profecia   tenha coerência com o plano de Deus estabelecido no v.24.



Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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