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8 de março de 2016

Estudo da Fé - Teologia 19.136 - Inimigo Número Três - Falta de Entendimento em Relação à Nossa - Posição de Justiça em Cristo.

Estudo da Fé - Teologia 19.136

Inimigo Número Três:
Falta de Entendimento em Relação à Nossa

Posição de Justiça em Cristo.

O terceiro inimigo da fé é a falta de entendimento da justiça - o que ela é, e o que ela concede ao crente. A falta de entendimento da justiça mantém as pessoas em escravidão mais do que qualquer outra coisa.
Falei no capítulo 14 a respeito da minha experiência pessoal para que pudesse entender a minha condição de justiça de Deus em Cristo.
Nunca me esquecerei que quando estava no leito de enfermidade, comecei a ler as Escrituras e recebi o entendimento a respeito de assuntos tais como a fé e a cura.
Fui a Tiago 5.16, que diz: ... Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo. Olhei para este versículo e pensei: Se fosse justo, Deus poderia ouvir minhas ora­ções.
Então, quando li noutra ocasião este versículo com mais atenção, percebi que Deus disse que Elias era um homem sujeito às mesmas paixões que as nossas (Tg 5.17), e mesmo assim Deus cita Elias como um exemplo de homem justo!
Pensei que se Elias podia ser chamado de um ho­mem justo, então também podia ser justo, porque era como ele.
Elias teve seus momentos de altos e baixos. Pensei comigo mesmo: "Como Deus pode chamar Elias de justo, se Elias foi uma pessoa tão inconstante?"
Mas depois entendi este princípio quando li o Salmo 32: Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui iniqüidade... (Sl 32.1,2).
Deus imputava a justiça no Antigo Testamento àque­les cujos pecados tinham sido cobertos pelo sangue de touros e bodes.
Descobri então que 2 Coríntios 5.21 diz: Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.
Percebi que no Novo Testamento o sangue de Jesus propicia todos os nossos pecados e nos purifica de toda injustiça, e que através do novo nascimento nos torna­mos uma nova criatura justa.
Deus não fez nenhuma nova criatura que não fosse justa. Ele nos fez novas criaturas que são justas em Cristo. Somos filhos e filhas de Deus, e podemos perma­necer diante dEle como se nunca tivéssemos pecado.
Podemos estar diante dEle sem qualquer embaraço, culpa ou condenação. Não precisamos ficar paralisados de medo na presença do nosso Pai Celeste. Podemos entrar em Sua Presença, porque pertencemos a ele.
Quando nascemos de novo, nossos pecados foram perdoados, pois a nossa vida passada deixou de existir. Deus disse que não mais se lembraria das nossas trans­gressões (Is 43.25). Já que Deus não se lembra delas, porque deveríamos lembrar?
Alguém poderia dizer que tem pecado desde a sua conversão e que tem fraquezas em algumas áreas, mas eu tenho boas novas para essa pessoa. Em 1 João 1.9 lemos: Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça.
Quando um crente peca e sente-se culpado, aparece um sentimento de injustiça. Ele se sente embaraçado e espiritualmente inferior para entrar na presença de Deus.
Mas Deus prove duas coisas para o crente que peca. Primeiro, quando ele confessa os seus pecados, o Se­nhor o perdoa.
Segundo, a Bíblia diz que Deus também nos purifica de toda injustiça. "Injustiça" é a palavra "justiça" com o prefixo "in" e por isso significa "não-justo".
De acordo com 1 Jo 1.9 o crente é purificado da não-justiça, portanto é feito justo novamente pelo san­gue de Jesus, que de fato o purifica de todo o pecado!
Constatei muitas vezes que, quando as pessoas en­tendem isso, são automaticamente curadas.
Muitas vezes a razão pela qual muitos cristãos não são curados é porque se vêem debaixo de condenação, achando que Deus está zangado com eles. Não enten­dem que são justiça de Deus em Cristo (2 Co 5.21).
Certa vez, um ministro da igreja Episcopal na Inglater­ra, que tinha oitenta anos de idade, pediu para que Smith Wigglesworth fosse à sua casa, pois ele queria receber o batismo com o Espírito Santo.
Wigglesworth foi à sua casa. Quando chegou lá, le­ram as Escrituras e começaram a orar.
Wigglesworth disse que nunca ouvira oração tão bo­nita. Mas Wigglesworth disse ao homem que Deus não está interessado em orações bonitas; Deus está interes­sado na fé. Enquanto oravam, o homem disse: "Deus me fez santo".
Aquele senhor pensava que para estar em condições de receber o Espírito teria que ter sido feito santo. Wigglesworth então pediu para que se levantasse e explicou-lhe que ele já era santo, pois era um crente, e que o sangue de Jesus já o tinha purificado de todo pecado.
Naquele mesmo instante o homem começou a falar em línguas.
Não era necessário de nada mais do que ser salvo para que pudesse ser cheio do Espírito.
Quando entendemos que somos justiçtfde Deus em Cristo, saímos do lugar estreito dos fracassos e fraque­zas e entramos na plenitude de Deus.

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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