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31 de maio de 2016

Estudo da Fé - Teologia 19.199 - Conservando Firme a Confissão da Fé

Estudo da Fé - Teologia 19.199

Conservando Firme a Confissão da Fé

Quatro meses antes de completar dezesseis anos, fiquei totalmente confinado ao leito de enfermidade. Cinco médicos acompanhavam o meu caso, um dos quais praticara a medicina na Clínica Mayo.
Meu avô não era um homem rico. Ele tinha algumas propriedades, mas elas não valiam muito, princi­palmente naqueles dias da Grande Depressão. Mas, como ele tinha alguns recursos, se a Clínica Mayo pu­desse me ajudar no meu caso, ele me enviaria para lá.
Meus médicos disseram que aquele outro que prati­cara na Clínica Mayo era um dos melhores da América, e, se ele dissesse que nada poderia ser feito, simples­mente estaríamos desperdiçando tempo e dinheiro ao me enviarem para a Clínica Mayo.
Aquele médico em particular disse que não havia nenhuma esperança; não tinha nem uma chance em um milhão de sobreviver. Chegou a dizer que, de acordo com a ciência médica, ninguém na minha condição tinha passado dos dezesseis anos de idade.
Por volta daquela época fiquei totalmente confinado à cama. Durante toda a minha infância nunca pude brincar como as outras crianças normais.
Meu avô tinha algumas casas alugadas na cidade. Ele decidiu que mudaríamos para uma daquelas casas. Assim, no dia do Ano Novo de 1934, nós nos mudamos. Depois de transportarem as mobílias para a casa e para o meu quarto, me pegaram de ambulância.
Enquanto estava na ambulância, uns dos homens disse que ouvira que estava acamado por quase um ano, mas que, se me sentisse disposto, poderia dar uma volta pela área residencial para que pudesse ver as paisagens. Era capaz de mover minha cabeça e olhar pelas janelas. Assim, rodamos pela cidade, e foi real­mente muito bom ter podido olhar as paisagens.
Então um deles disse: "Filho, se você se sentir dispos­to, podemos ir ao centro da cidade". Disse-me que como era um feriado e havia pouco tráfego, seria bom. Disse-lhe que apreciaria.
Morava em McKinney, Texas. Naquela época a cida­de possuía de oito a nove mil habitantes.
Lembro-me que viemos do norte para o lado oeste da cidade. Vi várias lojas. Depois fomos para o lado sul. Olhava para todos os prédios, lojas e construções. Quando viramos a esquina e entramos no lado sul, vi o Palácio da Justiça, que ficava bem no meio do quarteirão.
Nunca me esquecerei por toda a minha vida — agora e pela eternidade — da experiência que passei: Quando olhei para o Palácio da Justiça, algo me disse: "Você nunca pensou que veria novamente estes prédios, e não veria, se não fosse a gentileza do homem que está com você".
Imediatamente algo dentro de mim falou: "Marcos 11.23 diz:... ele terá o que diz..." (KJV).
Já falamos a respeito dos versículos 23 e 24 do capítulo 11 de Marcos, que falam a respeito de se crer com o coração e falar com a boca o que se crê. Esta é a essência da fé. Você pode ter o que diz.
Não entendia a Palavra como a entendo hoje. Somen­te tive um feixe de luz - como aquele que passa por uma pequena fresta de uma porta quase fechada.
Mas era o ponto de partida para mim. Isto aconteceu no dia 01 de janeiro de 1934, por volta das duas horas da tarde.
Aquele "algo" disse para mim: "Você nunca mais verá estes prédios de novo". Mas naquele dia na ambulância, enquanto as lágrimas rolavam por minha face, eu disse: "Sim, eu verei estes prédios e este Palácio da Justiça. Virei novamente aqui, porque Jesus disse que aquilo que crer­mos com o coração e confessarmos com a boca irá acontecer.
Uma vez que você se compromete por sua confissão, você estabelece o que crê com seu coração.
Janeiro e fevereiro se foram e ainda estava na cama. Março, abril, maio, junho e julho se passaram. Alguém poderia dizer que minha fé não estava funcionando, e foi exatamente o que o diabo me disse durante aqueles meses. Mas perseverei na minha confissão e recusei-me em voltar atrás.
Continuei dizendo a Jesus, a Deus, ao Espírito Santo, aos anjos, ao diabo e aos demônios que iria perseverar na minha confissão de fé.
E chegou o dia em que a Palavra de Deus operou a meu favor! No segundo sábado do mês de agosto de 1934, fui andando até o local onde ficava o Palácio da Justiçai Recebi o que estivera crendo e confessando.
E ali disse: "Diabo, eu disse que isso aconteceria! Não sei se você sabe ler ou não, e, caso você não saiba, aconteceu o que a Bíblia diz". Então, li Mc 11.23 e 24 para ele. Tinha meu Novo Testamento comigo.
Não sei o que as pessoas pensaram quando viram um rapaz na esquina com lágrimas em seus olhos, lendo um Novo Testamento. Mas não poderia ter agido de outra maneira.
Experimentara na prática a verdade de Mc 11.23, e desde aquela época tenho perseverado firme na minha confissão.


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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