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31 de maio de 2016

Estudo da Fé - Teologia 19.205 - Tendo o Que Dizia Para Minha Família

Estudo da Fé - Teologia 19.205

Tendo o Que Dizia Para Minha Família

Minha irmã se divorciou, assim eu e minha esposa levamos minha sobrinha Ruth, de quinze anos, para morar conosco.
Minha irmã tinha que trabalhar para sustentar sua família, e, enquanto trabalhava, minha sobrinha arranjou problemas por não andar em boas companhias. Assim, a levamos para morar conosco, e ela foi salva e cheia do Espírito no período de um mês. Até mesmo começou a ensinar numa classe na escola dominical.
Ruth se formou e começou a trabalhar. No período que Ruth estava conosco, minha irmã se casou e mu­dou-se para minha cidade. Assim, minha sobrinha voltou a morar com sua mãe e ficou afastada da igreja por um período.
Depois disso, Ruth conheceu um rapaz e se casou com ele. Ela não estava congregando, mas antes de se casar disse ao rapaz que cria em Deus e que falava em línguas. Ele era um batista e simulou que estava tudo bem.
Mas depois que se casaram, ele lhe disse que era o cabeça da casa e por isso ela não deveria ter comunhão com nenhuma pessoa que falasse em línguas. Ele nos tratava com frieza. Morávamos em Port Arthur, e nesse tempo eles moravam em Houston.
Certo dia, meu telefone tocou às cinco horas da manhã. Era minha irmã, que estava quase histérica ao telefone. Ela disse que o bebê de Ruth acabara de nascer, e que no início os médicos não queriam que fosse visto, pois nascera morto.
Minha irmã me contou que depois o médico veio e disse que o bebê ainda estava vivo, mas que prova­velmente morreria, e que os médicos não queriam que ninguém o visse. Ele disse que a cabeça e a face do nenê estavam deformadas e que não tinha aparência de um ser humano.
Os médicos achavam melhor que eles nem o vissem, para não terem nenhuma memória dele.
O marido de Ruth queria que eu orasse. Ele tinha-me tratado friamente no passado, mas ele sabia a quem deveria pedir para orar! Minha irmã disse que ele estava do lado dela e que queria que orasse.
Disse-lhe para desligar, e dizer: uO tio Ken diz que o bebê viverá e não morrerá, e será saudável".
Quando ouviu isso, minha irmã disse: "Oh, Ken, você pensa assim?"
Respondi-lhe: "Não, não penso assim; sei que é assim pois Jesus disse que se alguém disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será com ele9 (Mc 11.23).
Assim, disse novamente a minha irmã o que deveria dizer ao marido de Ruth assim que desligasse o telefo­ne. Ela disse que ele ainda queria que'eu orasse. Disse-lhe que não havia necessidade de oração pois Jesus disse que você pode ter o que diz.
Ruth queria que minha esposa, Oretha, fosse até lá, pois Oretha era como uma segunda mãe para ela. Quando minha esposa chegou à casa de Ruth, o marido de Ruth veio abraçar Oretha.
Ele disse: "Sou um batista pentecostal. Mal se passa­ram dez minutos depois que o tio Ken desligara o telefo­ne, quando veio a enfermeira e disse que já podíamos ver o bebê porque sua cabeça inflara-se subitamente como um balão de gás, e que ele estava perfeito e viveria!"
E você deve vê-lo hoje! É cheio do Espírito Santo falando em outras línguas. Mais tarde tornou-se um professor de escola dominical e superintendente do mi­nistério de jovens numa Igreja do Evangelho Pleno.
Jesus disse que podemos ter o que dizemos.


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
Não perca tempo, Indique esta maravilhosa Leitura
Custo:O Leitor não paga Nada, 
Você APENAS DIVULGA
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