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31 de outubro de 2016

Fundamentalismo - Teologia 24.30 - Conceitos de Deus Para os Teólogos Liberias

Fundamentalismo - Teologia 24.30

5. CONCEITO DE DEUS PARA OS TEÓLOGOS LIBERAIS.

*** Aqueles que enveredam por esse caminho [da 5ª resposta - Deus não existe; mas o vocábulo é útil se redefinirmos o seu significado] tendem por reter a palavra Deus, bem como termo divindade e transcendência, apesar de lhes darem novas significações. essa posição contém muitas formas diversas de expressão, mas todas essas formas encerram certas características em comum: 1. "Deus" não significa um Ser Pessoal distinto do universo, que já estivesse ali "antes" do universo ser criado. 2. "Deus" é identificado de alguma maneira com o universo como um todo, ou com uma parte ou aspecto do mesmo (i.e, o espírito ou consciência do homem, o aspecto "pessoal" do universo).

*** Defesa dos Teólogos Liberais [Não fundamentalistas]: "Alguns desses escritores afiançariam que não estão se estão desviando da compreensão cristã histórica de Deus, mas que estão meramente reinterpretando as idéias tradicionais em uma forma que é mais inteligível e aceitável na atualidade". * É a velha conversa de CONTEXTUALIZAÇÃO CULTURAL que vemos hoje: " temos de adaptar o evangelho as filosofias e culturas atuais para que o homem moderno possa aceitá-lo".Todavia, o evangelho produzido por esta adaptação, quase sempre é "outro" evangelho.

*** OS GRANDES TEÓLOGOS LIBERAIS e/ou NEO-ORTODOXOS, historicamente, com sua CONTEXTUALIZAÇÃO FILOSÓFICA-CULTURAL exerceram e exercem grande força destrutiva contra a sã doutrina ou fundamentalismo histórico cristão. BATIST MONDIM [Teólogo e escritor apologético católico Romano], cita alguns destes grandes teólogos liberais da ala protestante, começando por Barth, mas por julgar que todos beberam da fonte existencialista e liberal de Kierkegaard, eu começo a lista com Kierkegaard. Mondim, antes de citá-los faz uma breve análise sobre sua hermineutica e teologia. diz MONDIN:
" ...a teologia protestante, que também ousou valer-se dos instrumentos hermeneuticos que lhe eram oferecidos pelo pensamento filosófico moderno , fazendo isto teve de empobrecer e falsificar gravemente a Palavra de Deus, e os seus resultados foram julgados não menos desastrosos do que os da teologia católica." - Para Mondin, e ele esta certo nisto, a teologia liberal protestante é tão destrutiva a Palavra de Deus, quanto a teologia liberal católica.
HEGEL (1770-1831 - Filósofo alemão que segundo Francis Schaeffer abriu a porta para o desespero, no sentido filosófico e mudou o mundo [filosofia, artes, música, Cultura Geral e teologia]. Schaefer imagina a situação em que HEGEL abandonou as verdades absolutas em favor de uma sintese relativista: " Tenho uma nova idéia. De agoira em diante pensemos da seguinte maneira: em vez de causa e efeito, pensemos numa tese e em oposição a ela, uma Antítese. E a resposta quanto à relação entre as duas não está num movimento horizontal de causa e efeito, porém é sempre uma sintese." ... Ele pensava ser práticavel chegar à síntese pela razão. Isto ficou provado ser impossível e, assim o próximo homem [Kierlegaard, seguindo HEGEL]... colocou-se abaixo da linha do desespero.
KIERKEGAARD (1813-1855 - Teólogo Dinamarquês )- [Ele foi o pai do EXISTENCIALISMO SECULAR e RELIGIOSO, que abandonou verdades objetivas e absolutas por uma sintese não racional alcançada por um salto de fé. Segundo Schaeffer: "... ele separou de maneira absoluta o racional e lógico da fé. O racional e a fé não têm nenhuma relação entre si.] "Para KierKegaard, as verdades proposicionais não são suficientes; não basta concordar com uma série de formulações religiosas. Kierkegaard cria que as asseverações teológicas da fé eram paradoxais. Assim, o crente deve manter "verdades" opostas em tensão. Sua harmonização ocorre por um ato existencialista gerado após ansiedade, tensão e crise, em que a mente dá um salto de Fé". (F. SCHAEFFER, "O Deus que intervém" Pg. 25) e ( R.V. SCHNUCKER - Enc.Hist.-Teo da Ig.Cr. -Pg.13). * Da fonte apóstata de Kiekgaard beberam os teólogos liberais, neo-ortodoxos.
BARTH (1886-1968 -Suiça) - Ele foi o pai da NEO-ORTODOXIA [ou Teologia Dialética, ou ainda, Teologia de Crise], movimento reacionário ao movimento liberal histórico do Séc. XIX [que só cria no que fosse racionalmente explicável], e que acabou se tornando uma forma diferente de liberalismo, pois desviava-se dos fundamentos cristãos históricos, através de sua hermineutica baseada na filosofia dialética de HEGEL e Kierkgaard numa tentativa de harmonizar os paradoxos cristãos através de uma crise existencialista. De fato, "Bath rejeitava a fé cristã como uma série de verdades proposicionais... seu método teológico dialético propões a verdade como uma serie de paradoxos. Isto produziu conceitos tais como: "o Deus soberano transcendente absoluto, em contraste com a humanidade dominada pelo pecado"; " A Bíblia é a Palavra de Deus na medida em que Deus permite que ela seja a sua Palavra", ou que "A Bíblia contém a Palavra de Deus, mas não é a Palavra de Deus", isto implica que a Bíblia não é necessariamente a Palavra de Deus, pode vir a tornar-se, isto é um tipo de rejeição da "sola scriptura".. Os neo-ortodoxos tentaram ser o meio termo, nem queriam ser o que se chamava na época de liberal, nem queriam ser convervadores, todavia não conseguiram a neutralidade, pois um erro puxa outro, tentando contextualizar a fé bíblica com a filosofia dialética existencialista afastaram-se dos fundamentos da fé bíblica.
Francis Schaeffer declara: "Karl Barth foi a porta de entrada da teologia na linha do desespero. 
...Mas assim como Kieregaard abriu com o seu salto a porta para o existencialismo em geral, assim Karl Barth abriu a porta para o salto existencial na teologia. Como nas outras disciplinas, o problema básico é a mudança na epistemologia [método de se chegar a verdade]. ... O fato unificador da nova teologia é a sua metodologia errada. O seu conceito de verdade está errado e por causo disso aquilo que parece correto, na verdade, seguidamente significa algo inteiramente diferente daquilo que o cristianismo histórico quer dizer com a mesma frase. É ingênuo discutir questões teológicas como questões teológicas antes de considerarmos o que a verdade significa para a pessoa que está fazendo as afirmações teológicas". Os teólogos neo-ortodoxos e neo-liberais que vieram após Barth "... Eles podem não concordar nos detalhes, mas a sua luta é a mesma: a luta do homem moderno que desistiu de encontrar um campo unificado de conhecimento. No que se refere aos teólogos, eles separaram a verdade religiosa do contato com a ciência por um lado e a história por outro. Seu novo sistema não se encontra aberto a verificação. Deve somente ser crido. ("O Deus que intervém" Pg. 68,71,72)

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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