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23 de janeiro de 2017

Geografia Bíblica - Teologia 25.123 - Mar da Galiléia

 Geografia Bíblica - Teologia 25.123


3 - Mar da Galiléia

O mar da Galiléia não é propriamente um mar. Trata-se, na realidade, de um grande lago de água doce, formado pelo rio Jordão. No Novo Testamento, recebe os seguintes nomes: mar de Quinerete, mar de Tiberíades e lago de Ge-nezaré.
Por que então os judeus o tratam de mar? Por causa de seu tamanho e violentas borrascas que o agitam constantemente. O mar da Galiléia tem 24 quilômetros de comprimento por 14 de largura. Com uma profundidade média de 50 metros, encontra-se a quase 230 metros abaixo do nível do Mediterrâneo. Tendo em vista sua posição, ser­ve de ponto de equilíbrio às águas do Jordão.
O mar da Galiléia está distante do Mediterrâneo umas 27 milhas. E, de Jerusalém, 60 milhas em direção ao Nordeste. Em suas margens orientais, encontram-se altas montanhas. Já em seu lado ocidental, podemos contem­plar férteis planícies e importantes cidades como Genezaré, Betsaida, Tiberíades, Cafarnaum, Corazim e Magdala. Nessa região, Jesus desenvolveu importantes facetas de seu ministério: ensinou, fez prodígios e maravilhas, re­preendeu a fúria das águas e, com intrepidez, anunciou o Reino dos Céus. O Divino Mestre, inclusive, andou sobre as águas desse grande lago, causando pânico em seus discí­pulos.
Ao Norte do mar da Galiléia, o clima é bastante agra­dável, propício ao desenvolvimento de grandes projetos agro-pecuários. Eis as impressões de W. J. Goldsmith: "Na Galiléia, vimos sete feições salientes: sua dependên­cia do Líbano, abundância de água dele provenientes, fer­tilidade e fartura, características vulcânicas, grandes es­tradas atravessando a região, população densa e operosa, e a proximidade do mundo exterior. Pois bem: essas sete fei­ções da Galiléia em geral, vemo-las concentradas no lago e suas margens. O lago da Galiléia era, efetivamente, o cen­tro focai da província. Imaginemos aquela abundância de água, fertilidade, influência vulcânica, estradas, popula­ção numerosa, comércio, indústria e forte influência grega - imaginemos tudo isto reunido em um profundo vale, sob um calor quase tropical, e temos o cenário onde surgiu o cristianismo e onde o próprio Cristo trabalhou."
No período neotestamentário, havia nove cidades em redor do mar da Galiléia, com uma população global de quase 150 mil habitantes. Acrescenta Goldsmith: "Betsai-da e Cafarnaum ficavam ao norte, atravessadas pela estra­da galiléia de maior movimento, a Vila Maris, porém não podemos precisar-lhe o local. O sítio mais provável de Ca­farnaum, onde Jesus morava e onde viu Mateus 'sentado na coletoria', é o que hoje se denomina Tel Hura."
Com o seu formato oval, o mar da Galiléia é muito piscoso. Nesse lago, podemos encontrar 22 espécies de peixes, entre as quais: carpas, sardinhas, peixe-gato, peixe-galo e o famoso "chromis simonis", ou peixe de São Pedro. No tempo de -Jesus, a pesca era uma rendosa indústria em Ca­farnaum.
George Adam Smith, descreve desta forma o maravi­lhoso lago de Israel: "Águas doces, cheias de peixes, uma superfície de cintilante azul. O lago da Galiléia é, ao mes­mo tempo, comida, bebida e ar; um descanso para os olhos, um suavizante do calor e um refúgio do ruído e da multidão."

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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