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14 de março de 2017

Geografia Bíblica - Teologia 25.182 - O Reino Unido


Geografia Bíblica - Teologia 25.182

V - O REINO UNIDO

Samuel é chamado, com muita razão, de fazedor de Reis. Ele representa a transição entre a judicatura e a mo­narquia. Por seu intermédio, foram escolhidos os dois pri­meiros reis de Israel. Sua influência é tão grande que, mes­mo depois de morto, seus ideais continuaram a dirigir a história israelita.
Samuel foi o iniciador do Reino Unido que durou 120 anos - de 1044 a 924 a.C.
Ungido pelo piedoso profeta, Saul unifica as doze tri­bos e inicia uma guerra de libertação. Seu objetivo: dilatar as fronteiras de Israel e destruir os temíveis filisteus. No princípio, obtém sucessos. Contudo, por causa de suas am­bições, começa a infringir os mandamentos do Senhor.
Saul é rejeitado. Em seu lugar é ungido Davi, filho de Jessé. O humilde pastorzinho de Judá, após derrotar o gi­gante Golias, alcança grande popularidade. Suas faça­nhas, porém, angariam-lhe o ódio e o desafeto do rei.
Depois de o monarca benjamita ter tombado no cam­po de batalha, Davi assenta-se no trono de Israel. Nos pri­meiros oito anos de seu governo, reina somente sobre Judá. As outras tribos, no entanto, resolvem submeter-se ao co­rajoso soberano judaíta.
Davi consegue aumentar suas fronteiras e derrotar os inimigos de seu povo. Em seus 40 anos de reinado, dedica-se completamente à guerra. No final de sua vida, tenta construir um templo ao Deus de Israel, mas é desestimulado pelo profeta Nata. Essa incumbência seria entregue ao seu sucessor.
O reino de Salomão foi marcado por uma invejável paz interna e externa. A prosperidade era a tônica de seu governo. Com a sua proverbial e inigualável sabedoria, transforma Israel na maior potência do Oriente Médio. As nações vizinhas submetem-se ao cetro davídico.
Em conseqüência de sua política expansionista e fa­raônica, o filho de Davi empobrece a nação israelita, principalmente as tribos da região setentrional. Tanto o Tem­plo, como o palácio, exigiam vultosos impostos do povo, que já estava cansado de tanta opressão. E, o que dizer de seu harém que, segundo alguns estudiosos, possuía 30 mil mulheres? Isto porque, cada uma de suas 700 mulheres e 300 concubinas podia ter até 30 damas de companhia.
O final de Salomão foi triste. Não obstante sua grande sabedoria e inimitável glória, desaparece entre as brumas de sua idolatria e formidáveis excessos.
Sucede-lhe no trono o seu filho Roboão. Moço folgazão e tolo, não atende às reivindicações do povo. Desprezando o conselho dos assessores de seu pai, resolve oprimir ainda mais a combalida e azeda nação hebraica. Em uma de­mente demonstração de força não baixa os impostos nem melhora as condições de vida de seus irmãos.

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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