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30 de abril de 2017

História Da Igreja - Teologia 30.16 - Algumas Características Certas

História Da Igreja - Teologia 30.16
 
ALGUMAS CARACTERÍSTICAS CERTAS

Se atravessando os séculos encontramos um grupo ou grupos de pessoas fugindo à observância destas características distintivas e enunciando outras coisas além das doutrinas fundamentais, então devemos tomar cuidado.

1.   Cristo, o autor da religião cristã, reuniu seus seguidores numa organização, a que chamou "Igreja". E aos discípulos competia a tarefa de organizar e expandir  essa  organização  com  uma  metodologia  chamada  de:  "fazer  discípulos".  Em  primeiro  lugar  percebemos  que  há  UM  AUTOR  para  a organização da Igreja, e se esse Criador da Organização chamada Igreja é Jesus, poderíamos discutir que ela é imperfeita? Poderíamos alegar que o
que Jesus fez precisa se “modernizar”, porque já está ultrapassada? Acreditamos que a Organização estabelecida por Jesus e pelos apóstolos é perfeita e não necessita que homens venham a colocar defeitos e ter assim argumentos para acrescentar “modernização”.

2.   Nesta organização chamada “Igreja de Cristo” (Romanos 16:16), de acordo com o Novo Testamento e com a prática dos apóstolos, desde cedo foram criadas algumas classes de oficiais para o exercício da liderança: pastores ou presbíteros ou anciãos (Atos 20:17, etc.); diáconos (Atos 6:1‐6; 1
Timóteo 3:8); evangelistas (Atos 21:8; Efésios 4:11; 2 Timóteo 4:5); mestres (1 Coríntios 12:29; Efésios 4:11). O pastor era também chamado "bispo". Todos eram escolhidos pela Igreja, e para servirem à Igreja.  A finalidade e propósito destes chamados: “encargos de ministério” serão estudados em detalhes.

3.   As Igrejas Locais no seu governo e disciplina eram centralizadas como podemos perceber na decisão que devia ser tomada somente por Jerusalém
(veja  em  Atos  15).  A  história  comprova  que  a  Igreja  que  tinha  sede  centralizada  em  Jerusalém  teve  que  mais  tarde  competir  com  uma  outra organização centraliza em Roma, com certeza uma ficou desmerecida e outra prevaleceu. Era Jerusalém contra Roma. Vamos estudar esta luta entre a transigência com o mundo, de um lado, e a fé e coragem para manter a pureza da fé por outro lado, em detalhes na Segunda parte desta disciplina.

4.   À Igreja de Cristo foram dadas duas ordenanças, e somente duas, o Batismo e a Ceia do Senhor. São memoriais e perpétuas. Ordenanças da Igreja serão analisadas à luz do Novo Testamento.

5.   Somente os "Salvos" eram recebidos para ser membros das Igrejas. (Atos 2:47). Eram salvos unicamente pela graça, sem qualquer obra da lei (Efésios
2:5, 8, 9). Os salvos e eles somente deviam ser imersos em nome do Pai e do Filho e do Espirito Santo (Mateus 28:19). E unicamente os que eram recebidos e batizados participavam da Ceia do Senhor, sendo esta celebrada somente pela Igreja.

6.   Somente as Escrituras Sagradas e, em realidade, o Novo Testamento são a única regra de fé e de vida, não somente para a Igreja como organização,
mas também para cada crente como indivíduo.
7.   Cristo Jesus, O fundador da Igreja e O Salvador de seus componentes, é o seu único sacerdote e rei, seu Senhor e legislador e único cabeça da Igreja.
Esta executava simplesmente a vontade do Seu Senhor expressa em suas leis completas como inseridas no Novo Testamento, nunca a Igreja legislou
ou emendou ou abrigou velhas leis (do Velho Testamento) ou formulou novas.

8.   A religião de Cristo era individual, pessoal e puramente voluntária. Sem nenhuma compulsão física ou governamental. A fé era uma matéria de exame individual e de escolha pessoal. "Escolhei" é a ordem das Escrituras.

9.   Note bem! Nem Cristo nem os Seus apóstolos deram em qualquer tempo aos seus seguidores designações como "Católico". Jesus Cristo chamou "discípulo" ao indivíduo que o seguia. Dois ou mais seguidores eram chamados "discípulos", uma mulher que seguia os ensinamentos de Jesus era chamada de “discípula” (Atos 9:36). A assembléia de discípulos, quer em Jerusalém ou Antioquia ou outra qualquer parte era chamada "Igreja". O conjunto de todas as Igrejas era denominado assim: “Igrejas de Cristo” (Romanos 16:16). Isto significa que a organização geral era denominada: “Igreja de Cristo”. Se nos acreditamos que Cristo é Deus, e que Ele resgatou Sua Igreja com seu próprio sangue, então não há nenhuma contradição
em Paulo chamar a Igreja de Cristo como “Igreja de Deus” (Atos 20:28). A Igreja é de Cristo, é de Deus, pois foi Ele que diz: “edificarei a minha
Igreja...” (Mateus 16:18), portanto, nada mais justo de que esse nome: Igreja de Cristo, que lembra as primeiras palavras de Jesus em relação a Sua organização.

Tinha a Igreja de Cristo um modelo ou padrão a ser seguido? Esse é nosso alvo nesta pesquisa histórica e principalmente bíblica. Nosso alvo é justo, honesta nossa intenção e santo nosso propósito, pois se pudermos determinar com exatidão o modelo e padrão da Igreja Primitiva, então nos teremos uma visão do modelo e padrão de Igreja pela qual Jesus deu Sua vida. E se esse é um modelo e padrão a ser imitado, devemos imitar. Nesta pesquisa inicial queremos
saber se havia esse modelo de Igreja, com um culto e adoração que servisse de paradigma, isto é, de modelo. Uma organização e administração estabelecida pelos apóstolos e da qual não pudessem se desviar. Queremos saber se qualquer inovação acrescentada a esse modelo seria possível e ao mesmo tempo permitido. Ou se qualquer acréscimo
era visto pelos apóstolos como apostasia.

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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