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3 de julho de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.143 - ARNALDO DE BRESCIA


História Do Cristianismo - Teologia 32.143
 
ARNALDO DE BRESCIA

Arnaldo de Brescia fora segundo se diz discípulo de Abelard, mas evidentemente não estava corrompido desse homem tão brilhante, mas tão infeliz. Parece que, apesar de nunca se ter desligado da sua obediência ao papa, desa­fiava publicamente o poder; e o caráter destruidor e revo­lucionário da sua pregação faz-nos lembrar um dos seus contemporâneos: Pedro de Bruys.
Servindo-se para texto das palavras do Senhor: "O meu reino não é deste mundo", começou uma série de ata­ques à vida do clero em Roma, que era onde a sua iniqüida­de mais se salientava.
"Se Cristo era pobre", dizia ele, "se os apóstolos eram pobres, se os monges eram mal vestidos, fazendo seus tra­balhos e jejuns, com as faces emagrecidas pela fome, e os olhos fitos no chão, sendo a imagem da vida real dos após­tolos e de Cristo, quão longe dos apóstolos e de Cristo então estavam esses bispos e abades vivendo como príncipes e grandes senhores, com os seus mantos forrados de pele e de escarlata e púrpura; esses bispos e abades que montam nos seus cavalos fogosos com freios de ouro, que usam esporas de prata e que levantam a cabeça como se fossem reis". A hierarquia de Roma, picada por essas censuras, pediu a sua expulsão e, em conseqüência disso, ele foi banido pelo concilio Lateranense nó ano 1139. Mas tornou a vir no ano 1154 e começou novamente as suas pregações poderosas e apaixonadas, até fazer com que o povo se tornasse baru­lhento e questionasse com os padres em diferentes oca­siões.
Numa dessas rixas ficou ferido um cardeal, e Adriano fez publicar uma interdição contra a cidade e não a levan­tou enquanto Arnaldo não fosse expulso dali. As ameaças produziram o efeito desejado, e por algum tempo os movi­mentos do reformador parece terem sido incertos. Depois de andar de um lado para outro, achou asilo em Zurich, onde foi bondosamente recebido pelo bispo da diocese. Bernardo, porém não o deixou descansar. Tinha-o vigiado com impaciência cheia de cólera, e agora instou com o papa para que tomasse medidas severas a seu respeito. Nada se fez, porém, até o pontificado de Adriano II (um in­glês, cujo verdadeiro nome era Nicolau Breakspear), em cujas mãos o ousado pregador foi entregue pelo imperador Barbarosa. O papa, com medo de que o povo tentasse li­vrá-lo, condenou-o apressadamente num concilio secreto, e antes de romper o dia Arnaldo tinha deixado de existir e as suas cinzas foram lançadas nas margens do Tibre.

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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