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9 de julho de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.155 - A SEXTA, SÉTIMA E OITAVA CRUZADAS


História Do Cristianismo - Teologia 32.155
 
A SEXTA, SÉTIMA E OITAVA CRUZADAS

A sexta cruzada foi proclamada por Honório III, e os guerreiros eram principalmente alemães e italianos. Mar­charam para o Egito e apoderaram-se de Dalmieta, tendo morrido no cerco 70.000 habitantes. Foi uma perda de vi­das humanas inútil, como se provou mais tarde, porque a cidade foi retomada pelos sarracenos no decurso de alguns anos.
Pode-se dizer que a sétima e oitava cruzadas foram o resultado de um voto que Luís IX de França fez quando es­tava doente. Pareceu-lhe ver no fato do seu restabeleci­mento a expressão da vontade do Céu, que ele livrasse o santo sepulcro do poder dos infiéis, e as longas demoras que houve não puderam dissipar esta convicção. A sua pri­meira expedição foi empreendida no ano de 1249 e deu em resultado a retomada de Dalmieta, mas no ano seguinte o rei e quase todo o seu exército foram feitos prisioneiros. Quatro anos depois foi pago o seu resgate por uma grande soma, e combinaram uma trégua com os sarracenos por dez anos. Tendo o rei feito várias peregrinações aos lugares santos, voltou então para a França.
Mas ele não tinha esquecido seu voto, e, dezesseis anos mais tarde envolveu-se numa outra cruzada. Cansado no corpo, mas com o espírito muito vigoroso e cheio de espe­ranças, partiu com o seu exército a 14 de março de 1270. Antes de ter passado o ano, o restante daquele triste exér­cito estava a caminho da Europa, tendo deixado seu rei na Tunísia. Sem ter cumprido seu voto nem realizado suas es­peranças, o rei morreu de peste no mês de agosto, deixando a conquista da Terra Santa tão longe de se realizar como sempre.
Assim terminou a oitava cruzada, a última que os pa­pas proclamaram durante muitos anos com uma ou outra exceção, a última em que tomou parte qualquer soberano da Europa. Tanto os reis como os imperadores tinham vis­to todos os males que as "guerras santas" originaram, e os papas estavam muito preocupados com cruzadas de outra espécie, e mais perto de casa para cuidarem dessas empre­sas tão incertas.
Mas os papas foram os únicos que ganharam com as cruzadas, e o aumento do seu poder temporal foi conside­rável durante aqueles quatorze anos de lutas e derrama­mento de sangue. Na verdade, o clero em geral não tinha deixado de aproveitar a ocasião e, enquanto os nobres da Europa estavam sacrificando suas vidas na Palestina, os bispos e os abades tinham estado a usurpar os estados des­ses reis, e a encher de tesouros roubados os cofres da igreja de Roma.



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