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10 de julho de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.157 - INOCÊNCIO INICIA UMA CRUZADA DE PERSEGUIÇÃO


História Do Cristianismo - Teologia 32.157
 
INOCÊNCIO INICIA UMA CRUZADA DE PERSEGUIÇÃO

Inocêncio deu começo à perseguição pedindo a Rai­mundo VI, conde de Tolosa, e a outros príncipes da França Meridional que adotassem medidas rápidas para a supres­são dos hereges, mas o seu apelo não encontrava a resposta cordial que esperava. Raimundo e os outros fidalgos não podiam concordar com aquele pedido bárbaro. Muitos de­les tinham parentes entre os hereges proscritos, e expulsá-los das suas casas, ou assassiná-los a sangue frio, era mais do que se podia esperar, ainda mesmo dos obedientes fi­lhos de Roma. Além disso, que mal tinham feito esses albi­genses a quem os perseguira? Sempre se tinham mostrado súditos pacíficos, cumpridores da lei, e contentes; e, devi­do à sua indústria, a província de Languedoc se tinha tor­nado a mais rica do país. Portanto, não se podia esperar que os senhores feudais, que tanto deviam aos seus traba­lhos, pudessem corresponder a tão cruéis editos, que orde­navam a destruição desses súditos tão fiéis.
A presença de Pedro de Castelnau, legado do papa, na corte de Raimundo ainda mais complicou o caso. Era ele um insolente monge da Ordem de Cister, e mostrava-se muito arrogante no seu modo de tratar os negócios. Quan­do o papa por meio de repetidas ameaças de castigos tem­porais e das chamas eternas, obrigou o conde a assinar um edito de exterminação, o legado foi tão zeloso em apressar a execução, e se precipitou de uma tal maneira que deu em resultado a sua própria ruína, evitando também que o edi­to se cumprisse. Raimundo estava encolerizado o mais possível pelos seus modos arrogantes, e, infelizmente, pro­feriu ameaças inconsideradas e precipitadas, que foram ouvidas por um dos seus sequazes. No dia seguinte este ho­mem armou uma questão com o legado, e depois de uma troca de palavras azedas de ambos os lados, desembainhou 0 seu punhal e feriu-o mortalmente.
A notícia deste acontecimento foi recebida em Roma com alegria, visto dar uma desculpa plausível ao papa para excomungar Raimundo, e para pedir o auxílio do rei da França e dos seus fidalgos.
Foi no ano de 1209 que 300 mil soldados todos decora­dos com a santa cruz, e tendo por comandante em chefe Simão De Montfort, se encaminharam para Languedoc.
À frente da força via-se o espanhol Domingos, com o símbolo do cristianismo nas mãos, e um ódio diabólico no coração; e sobre seu hábito branco levava um manto preto . triste emblema de uma próxima desgraça. Ao seu lado cavalgava o legado papal, Almarico, com os olhos encova-dos a brilhar de alegria malvada, quando olhava de tempos a tempos na direção das férteis planícies de Languedoc e em seguida para o exército que vinha na sua retaguarda.

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