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Sobre O Autor: Sergio C A

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1 de novembro de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.270 - APARECEM AS NUVENS

História Do Cristianismo - Teologia 32.270


APARECEM AS NUVENS

No meio de todas estas reformas salutares, apareceu uma nuvem no horizonte espiritual, começando a circular boatos alarmantes referentes à saúde do rei, para aumen­tar o desassossego dos protestantes; o próprio regente foi derrubado pela força política do duque de Northumberland, e enviado ao cadafalso. Contudo, os Seymours, a quem foi conferida a responsabilidade do governo, tam­bém eram a favor da Reforma, e os bispos protestantes fo­ram animados pelo Estado a prosseguir nos seus árduos trabalhos, mas os boatos desanimadores sobre a saúde do rei continuavam a circular, e a ansiedade dos protestantes aumentava diariamente. Ainda se não tinha passado um ano que o novo governo estava no poder, quando esses boa­tos se tornaram em realidade, apresentando-se uma época má na história da Reforma inglesa. Eduardo tinha faleci­do, e Maria havia subido ao trono da Inglaterra.



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História Do Cristianismo - Teologia 32.269 - EFETUAM-SE MAIS REFORMAS

História Do Cristianismo - Teologia 32.269


EFETUAM-SE MAIS REFORMAS

Bem depressa Somerset fez valer a sua autoridade, re­primindo a perseguição e tratando de outras reformas ne­cessárias: o sacrifício da missa foi proibido; foi permitido que se lessem as Sagradas Escrituras, e todos os que ti­nham sido expulsos do reino no reinado de Henrique, por causa da sua religião, tiveram licença para voltar. Muitos dos bispos, também foram expulsos das suas dioceses para darem lugar a homens mais competentes, medida que se tornava muito necessária, em vista da indolência e soberba de muitos dos prelados de Henrique. Quanto a Bonner, o bispo perseguidor de Londres, não só foi privado do seu bispado, mas tendo sido reconhecido culpado de ofensas e mau comportamento foi lançado na prisão. Foi esta tam­bém a sorte de Gardiner e Tonstall, bispos de Winchester e Durham.
Além disso, o conselho do rei tinha nomeado certas pes­soas para visitarem todas as dioceses, com o fim de repri­mirem abusos, e de darem conta do estado de cada bispa­do. Estes eram divididos em grupos, tendo cada grupo dois pregadores que explicavam ao povo a doutrina da Reforma e pregavam o Evangelho numa linguagem que podia facil­mente ser entendida por todos.



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31 de outubro de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.268 - 29 Reformo nos reinados de Eduardo VI, Maria e Isabel (1547-1558)

História Do Cristianismo - Teologia 32.268


29 Reformo nos reinados de Eduardo VI,
Maria e Isabel (1547-1558)

Eduardo VI tinha agora subido ao trono. Apesar de ter apenas nove anos de idade, já tinha dado evidentes provas de uma piedade verdadeira, e era considerado como um príncipe de grande futuro por todos os que favoreciam a re­ligião protestante. Tinha ele realmente a nobre ambição de fazer do seu país a vanguarda da Reforma, e oferecer um refúgio livre na sua Ilha aos ensinadores fugitivos. De­vido à sua pouca idade, foi o seu tio, o duque de Somerset, homem de princípios protestantes, nomeado regente do reino; e a notícia da sua nomeação reanimou as esperanças dos cristãos na Inglaterra e despertou a abatida energia de­les.



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História Do Cristianismo - Teologia 32.267 - MAIS MARTÍRIOS

História Do Cristianismo - Teologia 32.267


MAIS MARTÍRIOS

Contudo, a tortura aos hereges continuou como dantes; e dois meses depois da promoção de Cranmer, João Frith, um íntimo amigo de Tyndale, sofreu o martírio juntamen­te com um aprendiz de alfaiate, chamado Hewett, que ti­nha negado a presença corporal no sacramento. Não se deve porém supor que Cranmer tomasse qualquer parte nestes atos brutais; eram inteiramente devidos ao selva­gem beatismo do bispo de Winchester, por quem o arcebis­po tinha uma dedicada antipatia.
Houve ainda muitas outras vítimas do zelo de Gardiner, mas não nos podemos referir a elas individualmente: estão registradas no Céu, e Deus não se há de esquecer de nenhuma delas.
Mas, entre todas, a que merece mais especial menção é a mártir Ana Kime mais conhecida por Ana Askew. Era esposa de um tal Kime, um papista fanático. Só algum tem­po depois de casada, foi que o Senhor lhe abriu os olhos e lhe mostrou pela luz da sua Palavra os erros papistas; mas logo que recebeu a luz manifestou bem o favor que lhe ti­nha sido concedido pela firmeza e coragem com que pros­seguiu nas suas convicções.
A primeira perseguição que teve de sofrer veio do seu próprio marido, cujo ódio pelo Evangelho venceu por fim de tal maneira toda a afeição natural que a expulsou de sua casa. Ligou-se então à corte da rainha Catarina Parr, que era uma cristã sincera; e ali a sua beleza, a sua pieda­de, e a sua ilustração, atraíam a atenção de todos, desper­tando mais tarde o ódio de Gardiner e do seu partido. Vi­giavam todos os seus movimentos, mas nada encontravam em que pudessem basear uma acusação. A sua maneira de viver era irrepreensível.
No ano de 1545 foi acusada de heresia, e lançada na pri­são. O seu primeiro interrogatório perante os inquisidores teve lugar no mês de março do mesmo ano, no fim do qual foi mandada para a sua cela em Newgate, onde ficou du­rante perto de um ano. O seu segundo interrogatório foi pe­rante o conselho do rei em Greenwich, onde ela foi escarne­cida e insultada pelo bispo de Winchester e seus adeptos, sendo novamente conduzida para Newgate.
Um dia ou dois mais tarde foi removida para a Torre onde o Lord Chanceler esforçou-se por induzi-la a indicar outros da corte que eram suspeitos de partilhar com as suas opiniões; e não querendo ela fazê-lo, aquele miserável monstro ordenou que a colocassem no cavalete da tortura. "E para conservar-me sossegada", diz a pobre vítima pa­ciente, "e não gritar, o Lord Chanceler e o Mestre Rich tor­turaram-me com as suas próprias mãos até eu estar quase morta... Mas dou graças ao meu Senhor Deus pela sua eterna misericórdia. Ele deu-me forças para persistir na minha fé, e espero que hei de resistir até o fim". Depois disso foi levada para uma casa e deitada numa cama com os ossos moídos e doridos como jamais os teve o patriarca Jó; e enquanto ali jazia, o Chanceler mandou dizer-lhe que se quisesse abandonar as suas opiniões seria bem tratada, em caso contrário seria reenviada para Newgate e queima­da. Mas ela respondeu que preferia morrer do que negar a sua fé; e esta resposta foi que decidiu a sua sorte.
Nesse mesmo ano, não se sabendo a data certa, foi completada a tragédia de Ana Askew, que foi levada da prisão para ser queimada. Estando muito fraca e não po­dendo andar, foi levada para Smithfield numa cadeira, e quando a levaram para o poste nem podia ter-se de pé. Amarraram-na portanto pelo meio do corpo com uma cor­rente. Então ofereceram-lhe o perdão do rei se se retratas­se; porém ela respondeu que não tinha vindo ali para negar o seu Senhor e Mestre. Chegaram então o fogo à lenha, e em breve os seus sofrimentos acabaram, e o seu espírito su­biu ao Céu. Mais três vítimas sofreram ao mesmo tempo.
Desgraçados tempos! Bem se podia erguer o grito de "Por quanto tempo Senhor Deus, por quanto tempo?!"



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História Do Cristianismo - Teologia 32.266 - 28 Auxílios e obstáculos à reformo ingleso (1529-1547) TOMAS CRANMER

História Do Cristianismo - Teologia 32.266


28 Auxílios e obstáculos à reformo ingleso
(1529-1547)

TOMAS CRANMER

No ano de 1529 começou Tomás Cranmer a gozar o fa­vor real, e por fim foi promovido à Sé de Canterbury. Cran­mer era homem de sabedoria e piedade, mas tímido e inde­ciso - sendo isto reconhecido até pelos contemporâneos mais amigos. Embora superior a Latimer em erudição, era-lhe muito inferior em lealdade a Cristo, e levou bastan­te tempo a tomar a resolução de se desembaraçar das ma­lhas do papismo.
O progresso da Reforma podia ter-se desenvolvido mui­to em conseqüência da promoção de Cranmer, mas não aconteceu assim. As facilidades que Cranmer mostrou em ajudar a obra parece que não foram nada proporcionais à sua elevada posição; e Estevão Gardiner, bispo de Win­chester, o grande perseguidor, tinha mais influência junto ao rei em todos os assuntos referentes aos interesses da igreja do que o novo primaz. Mas era evidente que Cran­mer simpatizava com muitas das doutrinas dos reformadores; e vemos que usou da sua autoridade para dar liberda­de a Latimer, a quem colocou de novo no seu presbitério. Isto pelo menos foi uma ação conveniente.



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30 de outubro de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.265 - CONVERSÃO DE LATIMER

História Do Cristianismo - Teologia 32.265


CONVERSÃO DE LATIMER

Um dia Mestre Latimer, no seu caráter de padre con-fessor, foi esperado no seu quarto por um penitente, cuja presença ali muito o admirou. Era o Mestre Bilney. "Que quer isto dizer?", pensou o padre, "Bilney aqui! Um herege a confessar-se a um católico é extraordinário! Mas talvez que o meu sermão contra Melanchton o convencesse do seu erro, e ele vem procurar restaurar a sua comunhão com a igreja!" Enquanto ele assim raciocinava, Bilney começou a contar ao confessor a simples história da sua própria con­versão a Deus; e as palavras, aplicadas pelo Espírito San­to, foram diretamente ao coração e à consciência do padre. Ali naquele mesmo momento se entregou a Deus; e, aban­donando desde então a enganosa teologia das escolas, tor­nou-se não só um sincero estudante da verdadeira teologia, mas também um verdadeiro ensinador das doutrinas refor­madas.
Mas os soberbos doutores da Universidade e os padres e frades, que tinham em conta a sua própria justiça, não po­diam por muito tempo suportar a sua pregação clara e a sua exposição inexorável dos erros de Roma, e a cólera de­les começou a manifestar-se por ameaças ocultas e invecti-va cólera. Porém Latimer não era homem que se intimi­dasse com ameaças ou perdesse o sangue frio com os baru­lhos, e continuou a pregar com toda a ousadia; seus traba­lhos foram muito abençoados por Deus e grande parte da oposição que lhe tinha sido feita foi vencida.
Algum tempo depois, o bispo de Ely usou de modos mais brandos com o intrépido pregador, mas sem resulta­do. Cumprimentou-o pelos seus mais admiradores dotes; declarou que estava pronto a beijar-lhe os pés, e depois aconselhou-o como meio mais seguro para derrubar a here­sia, a pregar contra Lutero. Latimer, que tinha bastante senso comum para não se deixar enganar por tão evidente lisonja, respondeu: "Se Lutero prega a Palavra de Deus, não posso fazer-lhe oposição. Mas se ele ensina o contrário, então estou pronto a atacá-lo". "Bem, bem, Mestre Latimer", disse o bispo, "já percebo as suas idéias. Um dia ou outro há de arrepender-se delas".
Tendo falhado as injúrias, as ameaças e as palavras do­ces, o bispo passou das palavras às obras, e fechou os púl­pitos da Universidade ao pregador. Mas pouco tardou que se abrisse outra porta a Latimer, e Roberto Bernes, prior dos frades agostinhos, em Cambridge, cujo coração o Se­nhor tinha tocado, convidou-o a pregar na igreja perten­cente àquela ordem.
A controvérsia que os sermões de Latimer reavivaram foi interrompida por uma carta do capelão do rei, na qual as partes contendoras foram obrigadas ao silêncio até ser conhecida a vontade do rei. Mas a vontade do rei era que Latimer continuasse a pregar. Tinha sido informado de que o eloqüente pregador do Evangelho tinha favorecido a sua causa na questão do divórcio com Catarina de Aragào, e isso era um meio seguro de alcançar o favor real. No ano seguinte encontramo-lo pregando perante a corte em Windsor, onde o rei ficou tão encantado com a sua elo­qüência sincera e destemida, que o fez seu capelão. Outros favores reais ainda o esperavam, mas os papistas não o dei­xaram descansar, e sendo citado perante o bispo de Lon­dres por mais uma acusação de heresia foi então excomun­gado e lançado na prisão.
Deixemo-lo agora ali enquanto nos ocupamos de outros assuntos.



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