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Sobre O Autor: Sergio C A

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9 de março de 2019

História Do Cristianismo - Teologia 32.297 - FINLÂNDIA

História Do Cristianismo - Teologia 32.297


FINLÂNDIA

O povo da Finlândia fora "convertido" ao cristianismo em 1157 pelo rei da Suécia, que veio com um exército e um bispo (católico) conquistando e depois batizando os finlandeses. O país ficou sujeito ao Governo da Suécia, e seu rei Gustavo Adolfo fez muitas reformas e benefícios na Fin­lândia, fundando escolas e edificando igrejas. Mais tarde, nas guerras entre a Suécia e a Rússia, a Finlândia passou a pertencer à Rússia (1809). Graças ao bom Imperador Ale­xandre I, os finlandeses mantiveram suas leis e constitui­ção, com certa independência, tendo muito mais liberdade religiosa e política do que a mesma Rússia, mas os finlan­deses eram mais civilizados e mais bem educados do que os russos. Em 1899, o governo do Tsar abrogava a consti­tuição, e governava a Finlândia, ditatorialmente, enchen­do o país de espiões e da polícia russa. Esta condição durou até a guerra entre a Rússia e o Japão em 1905, quando o Tsar se sentiu obrigado a restaurar a liberdade, a esse país, devido a greve por parte dos operários no país. Mas o Tsar não era sincero e gradualmente, procurava sempre oprimir a Finlândia.
Depois da grande Guerra, a Finlândia foi separada e tornou-se independente. Desde aquele tempo, o país pro­grediu rapidamente e o Evangelho tem feito bom progres­so. A igreja principal é ainda a Luterana, mas outras deno­minações evangélicas trabalham ali também.

História Do Cristianismo - Teologia 32.296 - RÚSSIA, FINLÂNDIA, ESTÔNIA, LETÔNIA, LITU­NIA.

História Do Cristianismo - Teologia 32.296


RÚSSIA, FINLÂNDIA, ESTÔNIA, LETÔNIA, LITU­NIA.

Até o tempo da primeira Grande Guerra, a Finlândia, a Estônia, a Letônia, e a Lituânia eram incluídas no império da Rússia, sob a soberania do Tsar (Imperador).
A Rússia recebeu o cristianismo de Constantinopla no décimo século, e adotou a forma grega ortodoxa para a sua igreja. O Tsar levou o título de supremo cabeça da Igreja na Rússia. Até o século XIX a Rússia tinha pouca luz evangélica, mas todos pertenciam nominalmente à Igreja Ortodoxa. Os papas (como se chamam ali os sacerdotes) eram quase tão ignorantes quanto o povo, e a superstição reinava em toda a parte.
No princípio do século XIX, o Tsar era Alexandre I. Durante a invasão de Napoleão (1812), à Rússia Alexandre mostrou sua fé em Deus, e costumava assistir às reuniões de oração. Era um bom cristão e desejava fazer bem ao seu povo, que era muito atrasado e ignorante, mas as idéias conservadoras dos russos em geral impediram muito o pro­gresso do Evangelho. Membros da Sociedade dos Amigos (Quakers) visitaram a Rússia e foram bem recebidos pelo Tsar, que sempre mostrou muita amizade a esta denomi­nação. Ele animou a leitura das Escrituras, e contou que isso lhe fora um grande consolo durante suas dificuldades, mas somente leu a Bíblia pela primeira vez quando tinha quase 40 anos de idade. O Imperador concedeu todas as fa­cilidades à Sociedade Bíblica Britânica para propagar a Palavra de Deus em seu vasto domínio. A Sociedade, en­viou um agente chamado Melville, que dedicou 60 anos de sua vida a divulgação das Escrituras na Rússia.
Quando Alexandre morreu, em 1825, sucedeu-o seu ir­mão Nicolau I, que era reacionário, mas o filho deste, Ale­xandre II quando se tornou Tsar, fez muitas reformas. Mais de 80% do povo trabalhava no campo e eram "ser­vos" ou escravos dos grandes proprietários. O Imperador terminou esta servidão e proclamou a liberdade pessoal para todos. Liberdade política, porém, não foi conhecida na Rússia, e havia pouca liberdade religiosa, embora o espírito de liberalismo fosse sempre crescente. Alexandre II foi assassinado em 1881, e seu filho Alexandre III conti­nuou suprimindo as liberdades, e perseguindo os dissiden­tes, como os batistas, stundistas e judeus. Seu velho pro­fessor, chamado Pobedonostef, foi feito Procurador do Santo Sínodo (o corpo governante da igreja russa) e era co­nhecido como um grande perseguidor de todos os que não pertenciam à Igreja Ortodoxa. Milhares deles foram envia­dos à Sibéria, onde morreram de frio ou de fome. Na via­gem para este exílio, foram levados na companhia dos pio­res criminosos, com os braços e pés amarrados com pesa­das correntes, e tratados com mais brutalidade do que o gado. As prisões da Rússia eram notáveis pelas suas péssi­mas condições. Muitos morreram de fome e pelas brutalidades infligidas.
No ano de 1866, Lord Radstock, um nobre da Inglater­ra, pregou na capital (então Petrogrado) e dirigiu estudos bíblicos nas casas e palácios de vários nobres russos, e mui­tos deles, de classe mais rica, foram convertidos. Um des­tes, o coronel Pasckov, depois da sua conversão, viajava pela Rússia, pregando o Evangelho nas prisões, hospitais e salões ou casas particulares, e empregou sua fortuna na distribuição de bíblias e tratados. Foi, enfim, proibido de pregar, mas continuou este serviço até que foi banido da Rússia pelo "Santo" Sínodo; sendo então muitas das suas propriedades confiscadas. Alexandre III queria na Rússia uma língua e uma igreja, e procurou impor esta política nas suas dependências também, como a Finlândia. Seu fi­lho Nicolau II, que foi feito Tsar em 1894, era homem fraco e estava sob a influência dos seus tios; prometeu reformas, mas não cumpriu sua palavra, pois em 1893 foi publicado um decreto mandando que os filhos dos stundistas fossem tirados dos pais e criados por pessoas pertencentes à Igreja Ortodoxa. Havia perseguições aos judeus e muito deles fo­ram mortos.
0 espírito de liberalismo crescia, e havia organizações revolucionárias formadas, mas o governo continuava a sua opressão. Os estrangeiros porém tinham mais liberdade e até os menonitas (batistas alemães) continuaram livre­mente. O Dr. Baedeker, da Inglaterra, obteve licença para viajar para todas as partes da Rússia e da Sibéria, visitan­do as cadeias, pregando o Evangelho e distribuindo a Pala­vra de Deus. Os batistas receberam mais consideração do que os stundistas. A Igreja Batista era mais organizada e o governo pensava que podia melhor fiscalizar ou vigiar as suas atividades. Os stundistas não eram um corpo organi­zado. As reuniões dos alemães na Rússia foram chamadas "Stunden" e o nome "stundistas" foi dado por desprezo aos russos que se reuniam para a leitura da Bíblia e oração. Estes grupos de crentes espalhavam-se por toda a parte da Rússia, e cresciam apesar das perseguições. Os "menoni­tas" eram descendentes dos alemães batistas que recusa­vam levar armas, e foram convidados pela Imperatriz Ca­tarina para animar o trabalho da lavoura na Rússia no século XVIII. Foram proibidos de evangelizar os russos, mas a Palavra de Deus desta fonte espalhava-se.
Em 1905 houve uma guerra entre a Rússia e o Japão, e a Rússia foi derrotada, trazendo muita confusão ao gover­no. O povo clamou por reformas e o Tsar viu-se obrigado a conceder liberdade de consciência e culto, e o cruel Procu­rador foi demitido. Havia uma onda de entusiasmo, e as reuniões de evangelização ficavam cheias de ouvintes. Esta liberdade não durou muito tempo, porque o governo, recuperando mais uma vez o seu poder, e sentindo-se mais seguro, cessou as concessões, e a perseguição começou de novo.
No ano de 1914 rebentou a Grande Guerra. A Rússia entrou nela com muita confiança, mas estava mal prepara­da, e devido à corrupção interna que se apoderara de toda a sociedade, da política e dos oficiais do governo. O Tsar no começo da guerra baniu sem processo, milhares de crentes, pastores batistas e muitos políticos para a Sibéria, onde fi­caram até a revolução, que rebentou em 1917. Então os exilados voltaram. O imperador, com seu governo, e a Igre­ja Ortodoxa na Rússia, caíram todos juntos. O novo gover­no era comunista e ateísta. Os nobres e proprietários, fo­ram mortos ou tiveram de fugir, e milhares deles, criados na riqueza e no luxo, foram obrigados a trabalhar em ter­ras estrangeiras por uma pitança. O imperador Nicolau, a imperatriz, suas filhas e o único filho, foram fuzilados to­dos juntos. O governo comunista tem procurado extinguir todo o sinal de cristianismo, perseguindo a religião grega, a católica e a evangélica. Tem proibido a entrada da Bíblia no país. Entretanto, os crentes continuaram secretamente com suas reuniões, e o governo não tem podido extinguir a fé deles. A esperança agora (1941) é que a guerra atual tra­ga mais liberdade de culto aos crentes, e que as Escrituras mais uma vez possam entrar na Rússia, para salvação e fe­licidade do seu povo.



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História Do Cristianismo - Teologia 32.295 - GALES

História Do Cristianismo - Teologia 32.295


GALES

Os galeses são descendentes de raças originais da Britânia, que fugiram de povos de raças germânicas, invasoras do país nos séculos VI e VII, cujos descendentes são os in­gleses. O rei Eduardo I da Inglaterra conquistou Gales (1282) e ao seu filho mais velho foi dado o título de "Prínci­pe de Gales" título ainda dado ao filho mais velho dos reis britânicos que o sucederam. A língua usada pelo povo é muito diferente da inglesa, e até hoje muitos dos campone­ses falam a língua indígena.
Durante a Reforma havia diversos estudantes galeses nas universidades da Inglaterra (Oxford e Cambridge) que pertenciam ao partido dos Reformadores e no reinado de Isabel a Bíblia foi traduzida para a língua galesa. Em 1567 a tradução do Novo Testamento ficou concluída, e 800 exemplares foram distribuídos nas diversas paróquias de Gales. O livro de Oração também foi traduzido, e a igreja estabelecida era idêntica à da Inglaterra. Bispos que fala­vam a língua galesa foram nomeados durante o primeiro século da história da igreja anglicana, e depois somente in­gleses, que não sabiam a língua galesa é que foram escolhi­dos. A educação do povo foi negligenciada até meados do século XVIII, e a maior parte era analfabeta.
Nesse século XVIII, Griffiths Jones, ministro anglica­no, instituiu um sistema de educação, e de escolas, obten­do como resultado, antes da sua morte, que uma terça par­te do povo aprendeu a ler as Escrituras em sua própria língua. Os bispos ingleses da Igreja Anglicana não mani­festaram interesse algum pela educação do povo, nem pelo serviço de Griffiths Jones. Felizmente diversas pessoas ri­cas ajudaram bastante, fornecendo o dinheiro necessário para esse fim. Durante este tempo houve uma revivificação espiritual no país, devido à pregação de diversos ministros da igreja galesa. Os principais pregadores foram Ho-well Harris, Daniel Rowlands, Pedro Williams, e Williams Williams, sendo o último o autor de muitos livros na língua inglesa. Eram pregadores eloqüentes e homens de oração, e pregavam com poder extraordinário, havendo, às vezes, manifestações físicas entre os ouvintes. Milhares de gale­ses se converteram.
Outros pregadores continuaram o trabalho na geração seguinte, como Christmas Evans, Henrique Rees e João Jones. Todos esses pertenciam à igreja estabelecida, mas tiveram de formar uma sociedade metodista calvinista. Queriam ficar ligados à igreja anglicana, mas, devido à oposição dos bispos, alguns foram expulsos e outros deixa­ram essa igreja, e continuaram pregando como dissidentes. Daniel Rowlands foi convertido pela pregação de Griffiths Jones, e tornou-se amigo de Jorge Whitefield, o célebre pregador inglês. Pregou com a mesma eloqüência, entu­siasmo e poder de Whitefield, mas na língua galesa. Foi enxotado da sua igreja pelo seu bispo e edificou uma casa de oração onde assistia a toda a congregação que outrora pertencera à igreja local, que ficou sem membros. Milhares de pessoas vinham ouvir Rowlands pregar aos domingos, viajando até 20 léguas para assistirem às suas pregações. Um jovem que foi ouvir a sua pregação foi Thomas Char­les, um dos fundadores da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira. A pregação de Rowlands deixou uma impres­são extraordinária na alma de Charles, de que nunca se es­queceu.
Muitos dos metodistas galeses continuaram na igreja estabelecida. Mas, finalmente, no ano 1811, separaram-se, formando uma denominação independente. Os batistas também trabalharam em Gales, e fizeram muito progres­so. Chistmas Evans foi um dos seus pregadores mais co­nhecidos.
Um ministro evangélico célebre foi Thomas Charles (1755-1814), que foi convertido ainda jovem pela pregação de Daniel Rowlands; mais tarde foi ministro em Bala e tor­nou-se conhecido como Charles de Bala. Foi o fundador das escolas dominicais em Gales. Uma escola dominical naquela época era uma novidade. Ele é no entanto, mais lembrado como um dos fundadores da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira.
A história desta Sociedade é bem conhecida: Uma me­nina filha de um pobre lavrador de Gales, chamada Maria Jones, desejava ardentemente possuir uma Bíblia, e du­rante alguns anos trabalhou para ajuntar o dinheiro neces­sário para adquiri-la. Quando julgou possuir o suficiente, fez uma viagem de 15 léguas a pé, e sozinha, a Bala, onde residia o sr. Charles que vendia as bíblias. Chegando à casa deste bom homem, descobriu que ele já vendera a úl­tima Bíblia que havia na língua galesa. Maria chorou tan­to e com tal desapontamento que o sr. Charles ficou como­vido, dando-lhe uma Bíblia quando ouviu do esforço que ela fizera para possuir esse tesouro. Depois, o sr. Charles foi a Londres e, convocando alguns amigos evangélicos, contou-lhes o caso de Maria Jones, sugerindo a urgente ne­cessidade de formar uma Sociedade Bíblica para suprir o povo de Gales de bíblias a preços baratos. Um dos amigos respondeu: "Certamente, sr. Charles, uma Sociedade deve ser formada para este fim, mas se for para Gales, por que não para o mundo todo?" Assim foi iniciada a grande So­ciedade Bíblica Britânica e Estrangeira, que tem ajudado a imprimir a Palavra de Deus em mais de 700 línguas, e agora manda ao mundo anualmente mais de onze milhões de porções das Escrituras.



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8 de março de 2019

História Do Cristianismo - Teologia 32.294 - IRLANDA

História Do Cristianismo - Teologia 32.294


IRLANDA

Na Irlanda a história religiosa é muito ligada com a política. Embora nos séculos V, VI, e VII a Irlanda tivesse sido evangelizada e fosse chamada a "Ilha dos santos", as trevas espirituais pairaram sobre essa mesma ilha durante mil anos. A Reforma teve pouca influência no país. Os irlandeses eram ignorantes e a maioria analfabeta e os pro­prietários mostraram pouco interesse no bem-estar do povo em geral. Os irlandeses falam a língua céltica, que servia de dificuldade para qualquer esforço missionário da Inglaterra. Também durante certo período do século XVI, houve uma rebelião no país contra a autoridade inglesa. Os reis protestantes da Inglaterra queriam impor a religião anglicana na Irlanda, mas foi impossível a não ser em cer­tas cidades como Dublin, a capital. Guerras e revoltas con­tinuaram, e no reino de Tiago I, o governo resolveu fazer experiência com uma província no Norte, chamada Ulster, plantando ali uma grande colônia de ingleses e escoceses. Muitos presbiterianos foram da Escócia, tomando posse de terreno da província. O rei Tiago mandou que todos os sa­cerdotes católicos saíssem do país, mas foi impossível pôr em execução esta lei injusta.
No ano 1641, os católicos levantaram-se contra os colo­nizadores protestantes, e mataram milhares deles com muita barbaridade. Na Inglaterra havia guerra civil, e as autoridades não podiam ajudar os protestantes, mas os es­coceses mandaram um exército para ajudar seus patrícios. A guerra civil na Inglaterra terminou com a morte do rei, e o general Oliver Cromwell levou também um exército à Ir­landa no ano 1650, e em pouco tempo o aspecto mudou. Cromwell agiu com muita severidade em represália à mor­te dos protestantes pelos católicos irlandeses, e seu nome ficou odiado na Irlanda. A campanha, porém, trouxe paz ao país, embora não fizesse com que o povo da Irlanda amasse os protestantes.
Quando Tiago II fugiu da Inglaterra para a França, o rei Luiz XVI prometeu ajudar seu hóspede real, e mandou um exército francês com Tiago à Irlanda. Guilherme de Orange, o novo rei da Inglaterra, foi à Irlanda e venceu os exércitos franceses e irlandeses. Era uma guerra entre pro­testantes e católicos, e os franceses foram obrigados a dei­xar a Irlanda, e os irlandeses foram subjugados.
Durante o século XVIII, João Wesley visitou a Irlanda muitas vezes, viajando a cavalo em toda parte e pregando o Evangelho. Diversas sociedades metodistas foram forma­das em várias partes.
No fim desse século, rebentou outra revolta na Irlanda, mas os rebeldes foram vencidos, e nessa ocasião muita cle­mência foi mostrada ao povo que tomou parte na rebelião. Durante o século XIX o governo na Inglaterra fez muitos esforços para satisfazer os irlandeses, mas todo aquele sé­culo foi assinalado por crimes políticos, assassínios, e des­contentamentos.
No ano de 1828 a Viscondessa Powerscour mantinha conferências em seu palácio, perto da capital (Dublin) sobre assuntos bíblicos, mormente sobre as profecias e a Segunda Vinda do Senhor. Um dos primeiros expositores foi João Nelson Darby, um ministro na igreja Irlandesa, cargo que deixou para ministrar a Palavra de Deus em di­versos países. Outro pregador independente, no princípio do século XIX, foi Gideão Ousely, que viajava a cavalo e pregava mesmo a cavalo nas aldeias e cidades. Pertencia a uma antiga família irlandesa de boa posição, mas associa­va-se com os humildes camponeses, conversando sobre o Evangelho de maneira muito simples. Um ministro evan­gélico independente chamado Thomas Kelly, formou di­versas congregações na Irlanda no princípio do mesmo sé­culo, e escreveu muitos hinos que estão em uso geral na língua inglesa, e alguns estão traduzidos em português.
No Norte, no Ulster protestante, no ano de 1859, houve uma revivificação, e nessa ocasião centenas de pessoas fo­ram convertidas entre todas as classes. Houve manifesta­ções físicas durante as reuniões, isto é, pessoas caíram ao chão e perdiam os sentidos.
O Ulster é próspero, progressista, com indústrias e co­mércio sendo a sua capital, Belfast, uma cidade de impor­tância. 0 povo é muito leal ao governo britânico, e a maior parte deles são protestantes fanáticos. O Sul do país, com quatro províncias, é principalmente católico, sob o domí­nio dos padres, sofre muito de pobreza, ignorância, pregui­ça, e um ódio fanático contra o governo britânico. Ê justo dizer que estas condições têm modificado e melhorado des­de o afastamento do governo britânico do Eire. Durante a grande guerra, os irlandeses fizeram uma insurreição con­tra o governo. Depois da guerra, houve uma divisão, ficando o Ulster separada das outras quatro províncias, que agora tem seu próprio governo e presidente, mas os irlan­deses não estão satisfeitos, porque o Ulster não está sob o seu domínio: o Estado Livre é chamado Eire, e desde a se­paração tem feito algum progresso.



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História Do Cristianismo - Teologia 32.293 - NORUEGA, SUÉCIA E DINAMARCA

História Do Cristianismo - Teologia 32.293


NORUEGA, SUÉCIA E DINAMARCA

Estes três países são povoados pela raça germânica, e agora formam três governos separados, cada um com seu rei e com sua constituição. Os escandinavos são um povo robusto, inteligente e industrioso. No tempo da Reforma, a igreja luterana-episcopal foi ali estabelecida, e continuam protestantes até hoje. Devido à sua posição geográfica, a Escandinávia tem gozado mais paz do que muitos países da Europa. O rei Gustavo Adolfo resolveu ajudar a causa protestante que sofria muito na "Guerra dos Trinta Anos", e passou à Alemanha com um exército forte e bem equipa­do, fazendo pender bem depressa o fiel da balança em fa­vor da "União Protestante". A sua morte, na batalha de Lutzen, em 1632, foi um desastre, mas os seus exércitos continuaram a luta.
Tem havido liberdade religiosa, e o povo é muito pacífi­co, notando-se ali ausência de crimes. Na guerra atual, a Noruega e a Dinamarca foram vítimas da agressão alemã, e estão sofrendo as conseqüências da invasão germânica como outros países, e, como eles, anseiam ardentemente (1941) mais uma vez, obter a sua liberdade.



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História Do Cristianismo - Teologia 32.292 - PORTUGAL

História Do Cristianismo - Teologia 32.292

PORTUGAL

No tempo da Reforma, Portugal rejeitou o Evangelho, preferindo a Inquisição romana, e pagou caro por ter segui­do o exemplo da Espanha. Alianças entre as famílias reais influíram nesta decisão. O último rei morreu sem família, e Filipe II da Espanha, sendo herdeiro do trono, entrou em Portugal como rei. A religião católica e a Inquisição fica­ram ainda mais arraigadas no país (1580). Devido ao fato de Filipe estar em guerra perpétua com a Holanda, e co­meçar outra guerra com a Inglaterra, Portugal viu-se obri­gado a fechar seus portos ao comércio com estas nações, as mais comerciais. Filipe deixou como herança para seu su­cessor a guerra com a Holanda, e este país aproveitou a oportunidade para invadir o Brasil, tomando Pernambuco e estabelecendo ali uma colônia holandesa.
No ano de 1640 os portugueses revoltaram-se contra o jugo espanhol, e proclamaram rei o Duque de Bragança (João IV). Este novo soberano mostrou energia e prudên­cia, e os holandeses foram obrigados a sair do Brasil. Em­bora eles fossem calvinistas, não parece terem evangeliza-do os brasileiros.
No ano de 1693 minas de ouro foram descobertas em Minas Gerais, e o metal foi exportado para Portugal, tendo o rei João V o desperdiçado em edifícios religiosos e de lu­xo. A coroa de Portugal nunca havia sido tão rica como du­rante os primeiros 50 anos do século XVIII, mas o reino não prosperou. Muito dinheiro foi emprestado ao papa e des­perdiçado entre os padres e as ordens religiosas. Felizmen­te o governo do Marquês de Pombal (1750-1777) produziu um avivamento na indústria, no comércio, na educação, e em todos os aspectos da vida. Depois do terremoto que des­truiu Lisboa, a capital, em 1755, foi edificada uma cidade melhor. A Inquisição foi suprimida, e os jesuítas foram ex­pulsos do país. E pena que este grande estadista não fosse amigo do Evangelho e não substituísse pelas Escrituras as abominações religiosas.
Quando o rei (José I) morreu e passou a reinar a sua fi­lha Maria I, então os jesuítas voltaram, e a rainha, que era uma religiosa fanática, enlouqueceu, e a decadência de Portugal continuou. Eis o que escreveu um historiador contemporâneo: "A igreja em Portugal é como um deserto árido. Não tenho ouvido ou lido de qualquer esforço feito durante séculos para introduzir um raio de verdade evan­gélica entre eles [os portugueses]. As Escrituras são um li­vro selado, escondido e interdito. A superstição, a imorali­dade e a crueldade pairam sobre eles. Nenhum espírito re­formador ousa murmurar uma dúvida acerca dos dogmas absurdos, ou fazer sugestão para reformar os piores abusos sacerdotais. Provavelmente Portugal e suas colônias serão os derradeiros entre as nações a serem salvos da ignorân­cia, e libertados do jugo do papado... Havendo contribuído tanto quanto qualquer outra parte para expulsar os jesuí­tas e extinguir esta ordem, Portugal não tem subido acima dos seus velhos preconceitos e submissão à imposição sacerdotal. Estou seguro disso, e é espantoso ver com que profundo ódio e aborrecimento eles nos olham a nós como hereges".
Veio a liberdade mais tarde quando Portugal obteve uma constituição mais liberal, e recebeu depois diversos missionários para pregar no país. Então a luz começou a dissipar as trevas, não só em Portugal, mas também na sua antiga e principal colônia, agora independente, o Brasil. No princípio, a luz veio de outras trevas, mas agora estes países estão sendo evangelizados pelos seus próprios filhos. Há um fato impressionante em relação à evangelização dos países que falam a língua portuguesa: é que Deus preparou o instrumento principal, a chave de ouro para abrir a porta de ferro que conduz à liberdade espiritual, com dois sécu­los de antecedência, quando pôs no coração de João Ferrei­ra de Almeida traduzir a Bíblia em língua portuguesa. Esta obra gloriosa foi terminada no ano de 1670 em Batávia, capital onde o servo de Deus residia. O tradutor era português nato, mas seu nome não está escrito em qualquer rol de honra na sua pátria, e parece ser um nome des­conhecido pela maioria de seus patrícios, e dos brasileiros, mas é um nome querido (e deve sê-lo) de todos os amantes da Palavra de Deus, que falam a língua portuguesa. Du­rante a sua vida ele recebeu mais maldição do que louvor por ter preparado a boa semente que futuramente iria pro­duzir bom fruto. Depois de quase três séculos, as terras onde se fala a língua portuguesa ainda estão brancas para a ceifa. [Escrito em 1943].



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