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Sobre O Autor: Sergio C A

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23 de outubro de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.241 - JOÃO CALVINO

História Do Cristianismo - Teologia 32.241


JOÃO CALVINO

Enquanto esteve em Genebra no ano de 1536, Farei tra­vou conhecimento com Calvino, que era então um jovem de vinte e oito anos. Já se tinha tornado notável pela publi­cação dos seus "Institutos Cristãos", e Farei pensou que se pudesse persuadir o seu jovem amigo a ficar em Genebra para olhar pelo trabalho, ele poderia ajudar muito os inte­resses da Reforma. Propôs, pois, isto, mas Calvino estre­meceu à idéia de tomar sobre si o peso de uma tal empresa, e recusou. Desculpou-se dizendo que não tinha conheci­mento bastante para empreender aquela tarefa; que a sua educação ainda não estava completa, e pelo menos, por en­quanto, só podia prestar seu auxílio por meio da pena. Mas Farei, sentindo que ele estava fugindo à vontade de Deus, respondeu à sua recusa com palavras fortes, dizendo: "Que Deus amaldiçoe o seu descanso e os seus estudos se por amor deles fugir da obra que Ele tem para lhe dar a fazer!"
Estas palavras produziram o efeito desejado no ânimo do jovem teólogo e ele abandonou os seus projetos de ir para Strasburgo continuar os estudos, e fixou-se em Ge­nebra. Foi nomeado professor de teologia e começou um árduo ministério de vinte e oito anos, como pastor de uma das mais importantes igrejas da cidade; e aqui estendeu logo a sua influência a todos os países da Europa. "A sua ligação com a antiga igreja", dizia Luiz Hausser, "era mui­to extraordinária. Ele fazia-lhe uma oposição mais forte do que ninguém. Bastantes coisas iradas e picantes se ti­nham, na verdade, já dito de Roma, mas nada tão esmaga­dor tinha sido avançado contra a igreja romana em todas as polêmicas que tinham tido lugar, como aquela afirmati­va de Calvino feita sem cólera e a sangue frio, de que ela "era inteiramente oposta à idéia primitiva da constituição da igreja, e, portanto, foi ele considerado como o inimigo mais perigoso e implacável de Roma do que Lutero".
Mas o povo de Genebra não podia desde logo habituar-se às medidas de reforma que Calvino introduziu. Toda a cidade tinha caído no vício e no papismo, e os seus nove­centos padres governaram a consciência do povo, que não gostava das restrições que Calvino punha aos seus cantos, às suas danças, e a outros divertimentos mundanos nem tampouco tolerava as suas censuras severas aos pecados menos públicos a que muitos não eram estranhos: e quan­do por fim os proibiu de virem ao altar, e os mandou embo­ra com palavras de censura, o povo levantou-se em massa e expulsou-o da cidade.
Mas em breve quiseram que ele voltasse outra vez. A cidade estava em desordem, devido aos encolerizados ban­dos de papistas, e libertinos, e a sua presença era ali muito necessária. Os próprios que o tinham expulsado começa­ram a clamar em altos brados pela sua volta. "Chamemos de novo o homem que queria reformar a nossa fé, a nossa moral e as nossas liberdades", diziam eles. E assim no ano 1540, foi resolvido pelo Concilio dos Duzentos que, com o fim de promover a honra e glória de Deus, se procurassem todos os meios possíveis para que Mestre Calvino voltasse como pregador.
Calvino, de início, não tinha muita vontade de voltar, e declarou que não havia lugar na terra que ele mais temesse do que Genebra, acrescentando, porém, que não se negaria a coisa alguma que fosse o bem da igreja. Por causa dos seus amigos, resolveu voltar, sentindo que nesse passo era guiado pela vontade de Deus. A amável recepção que lhe fizeram atenuou de alguma maneira os maus tratos que lhe tinham dado, e daí por diante encontrou poucos obstá­culos nos seus trabalhos para o bem do povo.
A história não levanta a cortina que esconde aos nossos olhos a vida privada e doméstica de Calvino, e por isso a sua vida não oferece tanto interesse como a de Lutero. Morreu em 17 de maio de 1564, completamente gasto por um excesso de fadiga mental.
Morreu repetindo as palavras do apóstolo: "As aflições d'este tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de..." aqui parou, porque nesse momento a glória despertou para ele.



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História Do Cristianismo - Teologia 32.245 - AFIXAÇÁO DE CARTAZES

História Do Cristianismo - Teologia 32.245


AFIXAÇÁO DE CARTAZES

Por fim tomaram um expediente com que esperavam apressar a obra; prepararam um protesto no qual se expu­nham os abusos de Roma nas mais vivas cores. Por toda a França circularam cópias deste protesto, e foi particular­mente combinado que fosse publicado simultaneamente em todas as cidades em uma certa noite - 18 de outubro de 1534 (outros dizem 24), foi a data fixada para o plano; e aquela obra notável de uma só noite, deu a todo o ano o nome de "Ano dos Cartazes".
Por fim chegou essa noite - uma noite de ansiedade para os luteranos, e a ousada empresa de afixar os cartazes concluiu-se tranqüilamente e sem distúrbios. Em Paris, afixaram cópias na parede da universidade, e de todos os edifícios públicos, e as portas da catedral ficaram cober­tas. Até a casa do Parlamento, e a porta do quarto de dor­mir do rei, não foram excetuadas; sendo porém provável que algum inimigo fosse o responsável pela colocação do cartaz ali. Chegou a manhã, e os efeitos produzidos pela descoberta não se podem descrever. A excitação era incrí­vel; por toda a parte se levantou o grito de cólera: "Morte aos hereges!" e logo começou uma tempestade de persegui­ções terríveis. O rei ficou pálido de cólera quando viu o car­taz, e exclamou encolerizado: "Prendam-nos a todos, e que o luteranismo seja totalmente exterminado".
Imediatamente se fizeram inúmeras prisões, e as exe­cuções seguiam-se uma após outra com terrível rapidez. No dia 21 de janeiro de 1535, saiu uma procissão para ex­piar, como diziam, as indignidades que tinham sido prati­cadas contra a igreja, e passou pelas ruas mais concorridas de Paris numa sombria majestade, sendo as solenidades desse dia coroadas com o martírio de seis luteranos. 0 rei que estava presente fez um violento discurso contra as doutrinas dos reformadores. Porém quanto teria dado mais tarde para poder arrancar da sua consciência os crimes de tanto sangue, e para aliviar a sua alma das conseqüências que ele sabia estarem pesando sobre si?!



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22 de outubro de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.244 - MAIS MARTÍRIOS

História Do Cristianismo - Teologia 32.244


MAIS MARTÍRIOS

Daí a algum tempo chegou o martírio de um padre con­vertido, cujo paciente testemunho no lugar do suplício le­vou muitos a acreditar na verdade da causa por que mor­reu, e encheu-os de desejo de conhecer melhor aquele Evangelho em que ele tinha encontrado tão grande conso­lação. Depois chegou a vez do sábio Luis Berguin, par de França de quem Beza disse que teria sido um segundo Lutero, se tivesse encontrado em Francisco um outro Frederi­co de Hanover. Três vezes foi preso por pregar as doutrinas reformadas ao povo, e três vezes foi posto em liberdade por pedido da irmã do rei, a piedosa Margarida, depois rainha de Navarra. Entretanto os seus amigos, receosos e desani­mados com os perigos de que estavam rodeados, instaram com ele para desistir de pregar, e para que não tentasse mais a malícia dos seus inimigos, mas enquanto os seus amigos tímidos pediam a Berguin que parasse, a voz de Deus na sua própria alma, e por meio das páginas da sua Palavra, mandava-o prosseguir e Berguin prosseguiu, e a França precisa dar graças a Deus por isso.
Por fim foi preso pela quarta vez, e conduzido perante a Sorbona. Depois de um julgamento fictício, foi condenado à prisão perpétua e a ter a sua língua furada com um ferro em brasa, mas Berguin apelou contra a decisão do tribu­nal, e os juízes recearam insistir na sentença em vista da sua apelação. Então decidiram que fosse estrangulado e queimado, e esta sentença foi levada por diante. No dia 22 de abril de 1529, foi levado num carro para a praça da Gre­ve, entre uma escolta de seiscentos soldados, e ali suportou a morte com grande firmeza.
Os martírios tornaram-se então freqüentes, sendo con­tudo como outros tantos convites ao povo para se levantar por toda parte em defesa da verdade; e por cada mártir que morria, levantavam-se vinte campeões a preencher o seu lugar. Contudo a oposição era muito grande, e o número de reformadores, comparado com os inimigos da Reforma, era muito limitado.



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História Do Cristianismo - Teologia 32.240 - GUILHERME FAREL

História Do Cristianismo - Teologia 32.240


GUILHERME FAREL

Guilherme Farei, natural de Delfinado, pode ser consi­derado como o apóstolo da Reforma na Suíça francesa. Aprendeu as doutrinas reformadas com um piedoso e sábio doutor de Etaples, chamado Tiago Lefèvre, e ensinou-as primeiro em Paris, onde gozou a amizade e a proteção do bispo de Meaux, Guilherme Briçonnet, o qual ensinava pessoalmente as novas doutrinas. Contudo a perseguição tornou-se, por fim, tão violenta, que foi obrigado a refu­giar-se na Suíça, onde travou conhecimento com Oecolâmpade, Bucer, e outros reformadores. Em Basiléia, Montbeliard, Agle, Vallengin, St. Blaise e Neuchatel, todos luga­res na Suíça francesa, trabalhou com êxito variado, e tal foi o poder da sua pregação nessa última localidade, que o povo declarou que queria viver na fé protestante, e não fi­cou satisfeito enquanto a Reforma não foi legalmente esta­belecida no cantão. Em Genebra onde tinha ido duas ve­zes, seu trabalho foi cheio de dificuldades e perigos, e tanto monges como padres fizeram várias tentativas para assas­siná-lo. Por muitas vezes foi apedrejado e espancado; este­ve quase para ser afogado no Reno em duas ocasiões, e uma vez foi milagrosamente salvo de morte mais penosa causa­da por veneno. Mas a bênção do Senhor estava sobre os seus trabalhos, e em breve a missa foi oficialmente suspen­sa por um decreto do Concilio dos Duzentos, e apareceu um edito ordenando que os serviços de Deus haviam de ser dali por diante feitos conforme os estudos do Evangelho; e que todos os atos de idolatria papal haviam de cessar com­pletamente.
Foram cunhadas medalhas para celebrar este aconteci­mento, e os cidadãos escolheram para si esta nova divisa: "Depois das trevas, luz". Resultados igualmente felizes co­roaram os trabalhos do intrépido reformador em Lausane, embora a sua primeira visita ali não desse bom resultado. A importante questão foi decidida numa discussão pública que durou oito dias; e acabou por um assinalado triunfo para os protestantes.



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História Do Cristianismo - Teologia 32.239 - 25 Reforma na França e Suíça francesa (1520-1592)

História Do Cristianismo - Teologia 32.239


25 Reforma na França e Suíça francesa
(1520-1592)

A instituição da Reforma na França e na Suíça france­sa deve ser considerada como uma obra um tanto moder­na, relativamente à Reforma na Alemanha e na Suíça ale­mã. A sua história é uma história de sangue, começando pelo martírio do eloqüente mas imprudente João Leclerc, e acabando na mortandade dos huguenotes, em que perto de 70.000 pessoas que professavam a fé reformada foram massacradas em poucos dias.



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21 de outubro de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.238 - O IMPERADOR QUER OUTRO CONCILIO

História Do Cristianismo - Teologia 32.238


O IMPERADOR QUER OUTRO CONCILIO

O imperador Carlos havia muito tempo que esperava a morte de Lutero, e muitas vezes se lamentara de o ter dei­xado partir de Worms depois da sua confissão perante o Conselho ali realizado. O desejo do imperador, desde o Conselho de Augsburgo, tinha sido sempre que o papa con­vocasse um grande concilio, com o fim de inquirir sobre os abusos da antiga igreja, e assim proporcionar aos dissidentes a volta à obediência ao papa. Por este meio esperava destruir a obra de Lutero, e restaurar a paz e a unidade no império. Porém sempre aparecia uma coisa ou outra para contrariar os seus desejos, e os sucessivos papas para quem apelara pareciam todos hesitar sobre o caso. As ameaças que tinha feito aos protestantes no fim do Conselho ainda os pôs mais de alerta, e uniram-se imediatamente para sua mútua defesa. Desde então tinham sempre diligenciado fortalecer esta união, e assim, apesar dos conselhos de Lu­tero, os protestantes tinham-se tornado um partido intei­ramente político. Isto, em poucas palavras, descreve o es­tado das coisas na Alemanha até o período a que temos chegado.
A morte de Lutero trouxe novas esperanças ao partido católico; o imperador entendeu que era chegada a ocasião oportuna de satisfazer o seu desejo, e que podia impune­mente ser convocado o concilio de que havia tanto tempo falara. Nos atos deste concilio, que se reuniu em Trent, ci­dade do Tirol, não podemos entrar. Os protestantes recu­saram-se a reconhecê-lo, e o imperador tomou esta recusa como pretexto de declarar guerra contra eles. A história desta guerra e de outros acontecimentos mais que segui­ram não são coisas que se possam tratar numa breve des­crição, como esta, mas pertence à História, a uma história mais ampliada e de mais pretensão. Também devemos deixar a outros historiadores a descrição do progresso ulterior da Reforma na Alemanha e Suíça, e dos esforços para impedir esse progresso. As nossas referências devem ficar por aqui. Vimos a Reforma firmemente estabelecida na­queles países; e ao mesmo tempo que notamos a sua pode­rosa influência para o bem, também não omitimos os erros que a acompanharam. Deus permitiu estes para reprimir as vanglorias e para tirar o orgulho dos homens.
Vamos concluir as nossas observações sobre este perío­do importante e cheio de interesse, lançando uma rápida vista de olhos pelo progresso da Reforma em outros países.





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