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3 de maio de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.21 - 3 Quinta e sexta perseguições gerais (200 - 238) - A CORAGEM DOS CRENTES

História Do Cristianismo - Teologia 32.21



3 Quinta e sexta perseguições gerais (200 - 238)

A CORAGEM DOS CRENTES 

A grande coragem que notamos em Policarpo, Ignácio e outros, não se encontrava somente neles. Nem só os cris­tãos, de longa experiência, ou os homens fortes e valorosos por natureza, mostraram esta resistência no sofrimento; também os tímidos e fracos mostravam igual poder, que tanto se via nas mulheres como nos homens; nas crianças de tenra idade, como nos de idade madura. A força que os tornava vencedores não provinha deles, mas de Deus, por cujo poder eram guardados pela fé (1 Pe 1.5).
E certo que houve alguns que procuravam resistir ao inimigo na sua própria força, e um deles foi um frígio cha­mado Quinto, que andou por diversos pontos a persuadir os outros para que fossem ao encontro da perseguição, mas que no primeiro momento de verdadeiro perigo, voltou as costas ao Senhor e negou-o. Não queremos duvidar da rea­lidade do seu zelo, porém agiu sem fé. Confiou na sua pró­pria força, em lugar de a pedir a Deus, e não se lembrou que Paulo tinha dito: "O meu poder se aperfeiçoa na fra­queza". Deixou cair o escudo da fé, pelo qual podia ter apagado os dardos inflamados do Maligno, e valeu-se do escudo da sua própria força; e um escudo assim, como era de esperar, foi atravessado pela primeira seta do inimigo. Não aconteceu o mesmo a Perpétua, a mártir de Cartago, cujo nome deve sempre figurar em um dos primeiros lu­gares dos anais do martirológio, pois sofreu durante o tem­po da perseguição de que vamos falar, e que se levantou no princípio do terceiro século, quando o imperador Severo ocupava o trono dos Césares.



Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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