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10 de maio de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.36 - O MÁRTIR CIPRIANO

História Do Cristianismo - Teologia 32.36



O MÁRTIR CIPRIANO

Logo que ocorreram os primeiros boatos da persegui­ção, Cipriano tornou-se notável. Algumas referências à sua prévia história não deixam de ter lugar aqui. Nasceu no ano 200, descendia de uma família nobre, e recebeu uma educação adequada à sua posição. Mais tarde ensinou re­tórica publicamente e com grande sucesso em Cartago, onde vivia de uma maneira principesca. Dizem que se ves­tia com magnificência, tinha uma comitiva suntuosa, e le­vava uma multidão de pessoas às sua ordens, quando ia para fora. Sendo convertido do paganismo aos quarenta e cinco anos de idade, vendeu imediatamente os seus bens e deu a maior parte do produto da venda aos pobres. Progre­dia admiravelmente no estudo da verdade, e depois de três anos; durante os quais se aplicou muito de perto à leitura das Escrituras Sagradas, fizeram-no bispo de Cartago.
No reinado de Décio, foi publicada uma ordem de pri­são contra ele, mas Cipriano retirou-se para um lugar se­guro até passar a tempestade, e ali empregou as suas horas de descanso a escrever cartas consoladoras aos cristãos que sofriam. Não foi, contudo, o medo que o fez dar este passo, como o prova a evidência da sua conduta numa ocasião posterior. Acabara de voltar para Cartago no princípio do reinado de Valeriano, quando rebentou a peste naquela ci­dade, e nessa ocasião pôde ele prestar valioso auxílio aos que sofriam.
Exortava os cristãos a que esquecessem as injúrias que tinham sofrido, e manifestassem as graças do Evangelho, tratando, não só dos seus próprios irmãos, como também dos seus inimigos que se achassem atacados da peste. Responderam à exortação com a melhor boa vontade, e foram tratar das doentes alegremente.
Quando no reinado de Valeriano a perseguição reben­tou, Cipriano não tornou a fugir. Foi, por isso, preso por or­dem do procônsul, e desterrado; mas tornou depois a ser chamado por mandado de um novo procônsul. Contudo, este chamamento foi simplesmente para que fosse julgado mais uma vez; e surdo aos rogos sinceros dos seus irmãos, que instavam com ele para que se escondesse até a perse­guição ter passado, consentiu que o prendessem de novo. No dia seguinte à sua prisão, teve lugar o julgamento, e o primeiro senador de Cartago foi conduzido, por uma gran­de guarda, ao palácio do procônsul. Foi uma cena digna de se ver, e todos os habitantes da cidade saíram para a rua para presenciar. O interrogatório foi curto, e de ambos os lados se trocaram poucas mas decisivas palavras.
"És tu Tácio Cipriano, o bispo de tantos homens ímpios?" "Sou eu mesmo". "Pois bem, o mais sagrado dos imperadores ordena-te que ofereças sacrifício". "Não ofe­reço sacrifício algum". "Pensa bem", disse o procônsul. "Executai as vossas ordens; o caso não admite considera­ções", respondeu Cipriano. O procônsul então proferiu a sentença, concluindo com estas palavras: "Deves expiar o teu crime com o teu sangue". Cipriano exclamou: "Louva­do seja Deus!" E nesta alegre disposição de espírito foi pouco depois conduzido a um campo vizinho, e ali decapi­tado.

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