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13 de junho de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.103 - CONCILIO DE FRANCFORT


História Do Cristianismo - Teologia 32.103

CONCILIO DE FRANCFORT

Não se sabe muito bem quais os passos que a igreja na Inglaterra deu a este respeito, mas presume-se que Alcuino foi o seu intérprete no concilio de Francfort que se reuniu para discutir este importante assunto no ano 794.
Por recomendação de Carlos Magno, que tinha reunido o concilio, foi dispensado uma atenção especial ao diácono inglês, e certamente ele não abusou da honra que lhe foi conferida.
A decisão do concilio, que parece ter sido redigido por Alcuino, era absolutamente contrária ao culto às imagens, e as suas razões foram expostas enfaticamente, e eram o mais convincente possível. Nem homens nem anjos de­viam de modo algum ser adorados, e o uso das imagens foi declarado como "não somente não tendo a confirmação das Escrituras Sagradas, mas até como sendo diretamente contrário aos escritos do Velho e do Novo Testamento". Esta declaração com a sua referência à Palavra de Deus, podia bem ter sido feita por Alcuino, porque era um ho­mem que estudava a Bíblia com um coração intrépido, e considerava-a como o único cânon e regra da sua vida. "A leitura das Escrituras Sagradas", dizia ele, "é o conheci­mento da bem-aventurança eterna.. Nelas pode qualquer homem ver, como se fosse num espelho, que espécie de ser moral ele é. A leitura das Escrituras Sagradas purifica a alma do leitor, traz ao seu espírito o receio dos tormentos do Inferno e eleva o seu coração às alegrias celestiais. O ho­mem que deseja estar sempre com Deus, deve amiudadas vezes orar, e estudar a sua santa Palavra, porque quando oramos, falamos com Deus, e quando lemos o santo livro é Deus que fala conosco. A leitura do livro santo dá uma du­pla alegria aos seus leitores; instrui de tal modo o seu espí­rito que os torna mais penetrantes, e ao mesmo tempo des­via-os das vaidades mundanas e guia-os para o amor de Deus; assim como o corpo se sustenta do alimento ingeri­do, assim a alma se sustenta da comunhão divina, como diz o Salmista: 'Oh! quão doce são as tuas palavras ao meu paladar, mais doces do que o mel à minha boca!'
Um outro eclesiástico que também se distinguiu no concilio de Francfort foi Paulino, bispo de Aquiléia. Negou com ousadia, o valor de qualquer intercessão, ou medita­ção, que não fosse por meio de Cristo.
Os testemunhos de homens como estes tornam bastan­te evidente a vida espiritual que ainda havia naquele de­serto de erros e superstições em que a igreja de Roma se en­contrava então, mas infelizmente quão poucos são esses testemunhos!

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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