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7 de junho de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.91 - OS PAULÍCIOS

História Do Cristianismo - Teologia 32.91



OS PAULÍCIOS

A origem dos cristãos chamados paulícios é notável, e leva-nos a mencionar pela primeira vez o maometismo, re­ligião cujo fundador começou a apresentar as suas extraor­dinárias doutrinas no século VII. Tendo um certo diácono sido aprisionado pelos maometanos, conseguiu fugir, e foi recebido com muita hospitalidade por um tal Constantino de Samosata. Ao despedir-se do seu bondoso hospedeiro, o diácono presenteou-o com um manuscrito, contendo os quatro Evangelhos e as treze epístolas de Paulo; o estudo destes escritos, feito com oração, bem depressa afastou do espírito de Constantino qualquer idéia falsa que pudesse ter tido, e deu-lhe um sincero desejo de novamente ver a igreja naquele estado de simplicidade que a distinguia no tempo dos apóstolos.
Animado deste desejo foi por vários sítios pregando o Evangelho e censurando as práticas corruptas e as supers­tições de Roma. Bem depressa reuniu um conjunto de adeptos, cujos chefes foram denominados por ele pelos no­mes dos discípulos mencionados nas epístolas de Paulo, como por exemplo Timóteo, Ti to, Tíquico etc. Tomou para si o nome de Silvano, e quando escreveu aos cristãos de Ci-bossa, na Armênia, chamou-os macedônios - uma bela e inofensiva alegria de certo, mas que despertou a inveja do partido católico, e serviu de desculpa a um edito de perse­guição contra eles. Constantino e alguns dos seus adeptos foram feitos prisioneiros, e o oficial encarregado de dar cumprimento a este decreto ordenou a estes últimos que matassem o seu pastor a pedradas. Eles deitaram ao chão as pedras que lhes tinham sido dadas para esse fim, mas só um deles foi bastante vil para obedecer a esta ordem. Foi este um mancebo chamado Justo, filho adotivo de Cons­tantino; Justo lançou a pedra com uma precisão tão fatal que o mártir caiu ali logo morto. O oficial, chamado Simão, foi depois convertido, e tornou-se o sucessor de Silva no, sob o nome de Tito, e isto faz-nos lembrar de Saulo de Tarso, que se achava presente quando mataram Estêvão a pedradas, e que depois pregou a verdade pela qual morrera aquele bendito mártir. Depois disto, as doutrinas que ti­nham revivido por meio de Constantino espalharam-se ra­pidamente, e no princípio do século seguinte, os paulícios contavam-se aos milhares. Imagina-se que alguns deles re­fugiaram-se nos vales afastados do país de Vaud, onde, abrigados pelos Alpes da opressão e falso culto e supersti­ção de Roma, formaram uma alegre e feliz comunidade, e o núcleo de uma igreja de onde anos depois saíram os valdenses,cujos martírios têm fama.
Que contraste entre este conjunto de simples adorado­res, e aquele grande sistema de idolatria e corrução que ti­nha o seu centro na Roma papal! Mas saíra contra a igreja culpada uma ordem de julgamento, estava preparando um grande flagelo, com que Deus havia de brevemente afligir os milhares do cristianismo, e que havia de pôr em evidên­cia, perante as nações, a sua justa cólera.

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