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7 de junho de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.92 - MAOMÉ, O FALSO PROFETA

História Do Cristianismo - Teologia 32.92



MAOMÉ, O FALSO PROFETA

No ano 612, apareceu Maomé, o falso profeta da Ará­bia. Nascera em Meca, cidade da Arábia, no ano 569 da era cristã, e pertencia à poderosa tribo dos horraieitas. De­vido à morte de seu pai, que teve lugar quando Maomé era ainda muito criança, a responsabilidade da sua educação recaiu sobre seu tio Abu Teleb, negociante de Meca, com quem ele foi em várias expedições a Damasco e outros pon­tos. Quando a caravana descansava, Maomé escutava ex­tasiado os contos extraordinários dos seus companheiros que se deleitavam em contar aquelas lendas maravilhosas que o povo tinha conservado no decorrer dos anos de jorna­das solitárias por meio dos vales silenciosos e desertos, e assim ficou o seu espírito, desde a mais tenra idade, cheio de fantasias legendárias que ele mais tarde apresentou na composição do Alcorão. Tinha um espírito contemplativo, e, à proporção que os anos iam passando, ele olhava com um certo desprezo para as diferentes seitas inimigas que o rodeavam e para a prevalecência da idolatria e do politeísmo. Apoderou-se dele então um desejo de fazer uma nova seita, que se distinguisse pela ausência de idolatria, que re­conhecesse apenas um Deus supremo.
Cheio desta idéia, retirou-se Maomé para uma caverna perto de Meca, acompanhado de um judeu persa muito versado na história e leis da sua crença, e de dois cristãos professos; e ali começou a compor aquela mistura de ver­dade e lenda chamada o Alcorão, ou livro. Saindo do seu retiro alguns meses mais tarde, anunciou a sua nova obra ao mundo, e fez correr, entre os amigos, a notícia de que ti­nha recebido o Alcorão pouco a pouco do anjo Gabriel.
Aos quarenta anos de idade apresentou-se publicamente como apóstolo de Deus, e começou a ensinar as novas doutrinas: mas conseguia poucos adeptos, e foi muito per­seguido durante algum tempo pelos parentes e irmãos. Contudo, ao fim de três anos, o seu partido tinha aumen­tando consideravelmente; e este novo aspecto que toma­ram as coisas animou-o a mudar a sua tática pacífica, e a empregar a espada, mas ainda não tinha chegado a ocasião oportuna para efetuar aquela mudança, e viu-se obrigado a fugir de Meca para salvar a vida.
A Era Maometana data deste acontecimento a que se deu o nome de Hégira, ou Fuga. Diz-se que, sendo cercado em sua casa, lançou um punhado de pó entre os seus perse­guidores, cegando-os, conseguindo, assim, escapar no meio da confusão. Os fiéis ainda indicam esta passagem do Al­corão - "Lançamos a cegueira sobre eles, para que não vis­sem", a fim de sustentarem esta fábula; mas é seguro acre­ditar na opinião do escritor moderno, Irving, que na sua "vida de Maomé" diz: "A versão mais provável é que ele trepou pelo muro atrás da casa com a ajuda de um criado, de cujas costas se serviu para isso". No entanto, desde esse tempo aquela religião espalhou-se rapidamente, e quando Maomé voltou a Meca uns dez anos mais tarde, encontrou 157.000 adeptos, e entrou na cidade com pompa e magnifi­cência real. Tendo-se tornado Senhor da Arábia, retirou-se para Medina, onde morreu em 632 d.C, com sessenta e três anos de idade. A doutrina fundamental do maometismo se resume no bem conhecido dogma do seu autor, "Não há outro Deus senão Alá, e Maomé é o seu profeta". "Segui­mos", diz o Alcorão, "a religião de Abraão, o ortodoxo, que não era idolatra. Cremos em Deus, e naquilo que nos tem sido mandado a nós, e a Abraão, Ismael, Isaque e Jacó, e as tribos". O culto dos santos, e o uso de estampas e imagens foram declarados idolatras, e são expressamente proibidos no Alcorão; enquanto que se insiste nos jejuns, orações, pe­regrinações; nas oblações freqüentes, e nas esmolas.
Mas o maior pecado do grande impostor foi negar a di­vindade de Cristo. Por este pecado tem destruído as espe­ranças eternas de milhões de almas, e por ele há de ser jul­gado no dia do juízo final. Tudo o mais que ele disse de Cristo é de pouca importância para o cristão.
Um dos seus últimos atos foi pôr a sua bandeira nas mãos de um jovem general, chamado Ornar, filho de Zeid, que fora um dos mais ardentes partidários do profeta, encarregando-o de batalhar com ardor, até acabar com todos os que negassem a unidade de Deus. Para se ficar sabendo como esta ordem foi cumprida, basta lembrar que pelos fins do século VII os seus discípulos tinham tomado posse militarmente da Pérsia, Síria; da maior parte da Ásia Cen­tral e do Ocidente do Egito, e ainda da costa do Norte da África e Espanha. Mais alguma coisa da sua história com relação à do cristianismo, encontra-se em capítulos mais adiante, mas antes de falarmos nisso precisamos lançar os olhos para outro lado e descrever a carreira progressiva de um outro mal muito grande.

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