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5 de julho de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.148 - TRISTE CONDIÇÃO DA CRISTANDADE


História Do Cristianismo - Teologia 32.148
 
TRISTE CONDIÇÃO DA CRISTANDADE

Estes atos de injustiça e opressão, cometidos dentro dos limites da cristandade, não devem causar muita admira­ção, se considerarmos a condição em que se achava a igreja professa nessa época. Eclesiásticos de todas as categorias, desde o próprio papa, esforçavam-se por alcançar riquezas e poder, e os mestres e outros teólogos estavam gastando a sua sabedoria e eloqüência em controvérsias inúteis e espe­culações sem proveito sobre questões que não estavam ao alcance dos espíritos pouco talentosos.
"Nunca", diz Rogério Bacon (o mais erudito inglês da­quele tempo), "nunca houve uma aparência tão grande de sabedoria, nem um tão grande ardor pelo estudo, em tan­tas faculdades e em tantos países, como nestes últimos quarenta anos. Os doutores estão espalhados por todas as cidades, por todos os castelos, por todas as vilas, e, não obstante, nunca houve tanta ignorância e tanto erro! Grande parte dos estudantes gastam seu tempo com más traduções de Aristóteles, e perdem assim o trabalho e a despesa que fazem. A única coisa que atrai a sua atenção são as aparências; não se importam de saber o que é que aprendem, pois desejam apenas mostrar-se muito sábios à sociedade estúpida".
A maioria das pessoas eram realmente tão ignorantes quanto possível e quase que inteiramente destituídas de es­piritualidade. Desprezavam o estudo, e assim ficavam à mercê dos padres, que lhes conheciam o valor, e procura­vam todos os meios de evitar o desenvolvimento dos seus conhecimentos. A política do clero era usurpar quanto lhe fosse possível o poder dos tribunais civis; de modo que quase todos os casos de perjúrio, blasfêmia, usura, bigamia, incesto, fornicação etc, eram julgados nos tribunais eclesiásticos. Ainda assim tinham a astúcia de fazer com que a sanção das suas decisões e a execução das suas sentenças fossem entregues ao poder temporal, livrando-se, assim, segundo pensavam, da responsabilidade de qual­quer engano da justiça.

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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