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6 de julho de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.149 - LUXÚRIA DO CLERO


História Do Cristianismo - Teologia 32.149
 
LUXÚRIA DO CLERO

Não há dúvida de que a Europa era, no século treze, go­vernada pelos padres, que tinham a seu favor a riqueza e a sabedoria. Os mosteiros tinham-se tornado em palácios, onde os abades podiam dar as suas festas suntuosas, e sus­tentar os seus amores criminosos, protegidos pelo forte braço de Roma. Os bispos eram príncipes que em muitos casos eram donos das terras para as quais tinham sido no­meados governadores espirituais. Os frades tinham suas belas moradas nos subúrbios de todas as cidades impor­tantes, e passeavam diariamente pelas ruas, com os seus hábitos negros, para receberem as saudações do povo. As cabanas dos pobres e os castelos dos ricos tinham as portas sempre abertas àquelas visitas, e, ou com vontade ou sem ela, tinham forçosamente de recebê-los. Ainda vagueavam tristemente pelo meio dos túmulos e nas montanhas al­guns ermitões e outros reclusos que com as suas severidades ascéticas fortaleciam muito o poder do papa. Muitos verdadeiros cristãos, desgostosos com a conduta desregra­da dos padres, teriam sem dúvida abandonado o aprisco se não fossem esses ermitões que, com a sua suposta santida­de, enchiam de medo os supersticiosos e anulavam as objeções dos descontentes.
Pode-se bem imaginar qual teria sido a força deste po­der que obrigava um homem, por qualquer ofensa venal que lhe tinha sido arrancada no confessionário, a jejuar, ou a andar descalço, ou a deixar de usar roupa branca, ou a ir em peregrinação; ou mesmo, quando desejavam ver-se li­vre do ofensor, obrigavam-nos a tomar o hábito e entrar num mosteiro! Era este o poder que tinham os padres; e es­tamos certos de que eles usavam desse poder sempre que pudessem por esse meio ganhar alguma coisa.
Mas, se os padres governavam o povo, eram eles gover­nados pelo papa. Todos lhe estavam sujeitos; e tanto mais que foi durante este século que o dogma da infalibilidade do papa se salientou. O dominicano Tomás de Aquino, to­mando por verdadeiros os escritos de Beneditino Graciano, do século anterior, acrescentou-lhes ainda bastantes coisas falsas e tradicionais, e desta mistura de erros e supersti­ções surgiu a perigosa doutrina da infalibilidade papal.

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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