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13 de outubro de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.224 - 23 O formalismo depois da Reforma (1529-1530)

História Do Cristianismo - Teologia 32.224



23 O formalismo depois da Reforma
(1529-1530)


A POLÍTICA E A REFORMA

Vamos agora tratar deste importante período, que foi previsto na carta à igreja de Sardo, no Apocalipse, e deve­mos ter muito cuidado em distinguir entre a obra da Refor­ma e o formalismo morto que se desenvolveu a par dela, pois que logo que experimentaram bem o poder emancipa-dor das doutrinas reformadas, aqueles que as tinham abra­çado, esquecendo a suficiência do seu Cabeça que estava no Céu, e receando novos assaltos da parte de Roma, colo­caram-se sob a proteção dos magistrados civis. Satisfeitos com esta segurança, entregaram-se imediatamente ao gozo dos seus novos privilégios, e em pouco tempo tinham caído num estado deplorável de inércia e torpeza espirituais. As palavras do Espírito à igreja que está em Sardo são estas: "Eu sei as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto. Sê vigilante, e confirma o resto que estava para morrer; porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. Lembra-te pois do que tens recebido, e guarda-o, e arrepende-te" (Ap 3.1-3).
Todos os historiadores concordam em que o segundo Conselho da Spires marca o começo do protestantismo, mas talvez nem todos haviam de concordar com a seguinte opinião que. não obstante, merece a nossa consideração: "Na Reforma", diz Kelly, "ao fugirem do papismo, os cris­tãos caíram no erro de pôr a igreja nas mãos dos magistra­dos civis, ou fizeram a própria igreja depositária desse po­der; enquanto que Cristo, pelo seu Espírito, deve ainda exercer o ofício de Senhor da Igreja".
O protestantismo errou, desde o princípio, no ponto eclesiástico, porque considerava o chefe civil como aquele em cujas mãos estava investida a autoridade eclesiástica, de modo que, se a Igreja tivesse sido, sob o papismo, o che­fe do mundo, o mundo ter-se-ia tornado, sob o protestan­tismo, o chefe da Igreja. O leitor pode estranhar, à primei­ra vista, o que fica dito; mas estamos persuadidos de que, meditando e orando, há de chegar a igual conclusão.


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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