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14 de outubro de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.228 - ABERTURA DO CONSELHO

História Do Cristianismo - Teologia 32.228



ABERTURA DO CONSELHO

A abertura do conselho teve lugar no dia 20 de junho, e o imperador presidiu a ela. Imaginava-se que se trataria do assunto de religião antes de qualquer outro, mas pouco se fez nesse dia; e a leitura da "Apologia" - outro nome dado à "Confissão" - foi marcada para o dia 24.
A grande esperança dos católicos era que os protestan­tes não tivessem oportunidade de expor a sua causa publi­camente, e no dia 24 fizeram tudo quanto estava ao seu al­cance - prolongando os outros assuntos do dia - para de­morar a leitura da Confissão até ser tarde demais para is­so.
Foi extraordinário o tempo que o cardeal levou a apre­sentar as suas credenciais, e a entregar a mensagem do pa­pa. Por seu lado o imperador também foi muito minucioso a pedir pormenores das devastações dos turcos na Áustria, e da captura de Rhodes. Assim se gastaram momentos pre­ciosos até quase a hora de encerrar a sessão. Então fez-se notar que já era tarde demais para a leitura da Apologia. "Entregai a vossa confissão aos oficiais competentes," dis­se Carlos, "e ficai certos de que responderemos a ela depois de ser devidamente ponderada".
Mas aqui levantou-se uma certa oposição. Nunca ocor­reu a Carlos que a sua jurisdição não se estendia às cons­ciências dos seus súditos, nem que ele estava excedendo a sua prerrogativa pelas suas evasivas e artifícios, e não esta­va preparado para a resposta que recebeu. "A nossa honra está em perigo", disseram os príncipes, "e as nossas almas também; somos acusados publicamente e é publicamente que devemos responder". Que se havia de fazer? Os prínci­pes mostraram-se respeitosos, mas também firmes e in­transigentes. "Amanhã", replicou o imperador, "ouvirei o vosso sumário - não nesta sala, mas na capela do palácio Paladino".
No dia seguinte - dia memorável na história do Cristia­nismo -, os chefes protestantes apresentaram-se perante o imperador. Havia duas cópias da Confissão, uma em la­tim, outra em alemão. Carlos desejava que se lesse a cópia latina, porém o príncipe lembrou-lhe que estavam na Alemanha, e não em Roma, e que, portanto, devia ser permiti­do talar em alemão. A sua proposta admitiu-se, e o chance­ler Bayer levantou-se do seu lugar e leu a Confissão de um modo vagaroso e claro, sendo ouvido a uma distância con­siderável.
Esta leitura levou pouco mais ou menos duas horas, e Pontano, um reformador notável, entregou as duas cópias da Confissão ao secretário do imperador, dizendo: "Como a graça de Deus, que há de defender a sua Causa, esta Con­fissão há de triunfar contra as portas do Inferno".



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