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16 de outubro de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.235 - MORTE DE ZWINGLIO

História Do Cristianismo - Teologia 32.235



MORTE DE ZWINGLIO

Quando Lutero se recusou a estender a mão ao seu ir­mão suíço, no castelo de Marburgo, mal pensava ele que, dentro de um ano, toda a oportunidade de a fazer passaria. No entanto assim foi. Zwínglio morreu num campo de ba­talha, quando acompanhava o exército protestante, como capelão. Não tentaremos justificar a conduta dos protes­tantes suíços em pegar em armas contra os seus inimigos. As Escrituras ensinam-nos que "ao servo do Senhor não convém contender" e podemos estar certos de que nunca deu bom resultado o emprego das armas carnais nos confli­tos espirituais da igreja. Na batalha de Cappel, onde Zwínglio perdeu a vida, vinte e cinco ministros cristãos fi­caram mortos nos campos de batalha! O grande reforma­dor foi ferido logo no começo da luta, quando se abaixara para dirigir algumas palavras de consolação a um mori­bundo. A morte não foi instantânea; e quando jazia exaus­to no chão, ainda o ouviram dizer: "Ah! que calamidade esta! Na verdade mataram o corpo, mas não podem alcan­çar a alma".
Oecolâmpade teve um grande pesar com a morte do seu amigo, e não lhe sobreviveu muito tempo. No ano seguinte foi vítima da peste, e assim no espaço de poucos meses de­sapareceram os dois principais agentes da Reforma Suíça: O ressentimento de Lutero não os pôde seguir à campa, e escrevendo a Henrique Bullinger, dizia-lhe: "A morte de­les encheu-me de tão intensa tristeza, que eu próprio estive quase a morrer também".



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