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21 de outubro de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.238 - O IMPERADOR QUER OUTRO CONCILIO

História Do Cristianismo - Teologia 32.238



O IMPERADOR QUER OUTRO CONCILIO

O imperador Carlos havia muito tempo que esperava a morte de Lutero, e muitas vezes se lamentara de o ter dei­xado partir de Worms depois da sua confissão perante o Conselho ali realizado. O desejo do imperador, desde o Conselho de Augsburgo, tinha sido sempre que o papa con­vocasse um grande concilio, com o fim de inquirir sobre os abusos da antiga igreja, e assim proporcionar aos dissidentes a volta à obediência ao papa. Por este meio esperava destruir a obra de Lutero, e restaurar a paz e a unidade no império. Porém sempre aparecia uma coisa ou outra para contrariar os seus desejos, e os sucessivos papas para quem apelara pareciam todos hesitar sobre o caso. As ameaças que tinha feito aos protestantes no fim do Conselho ainda os pôs mais de alerta, e uniram-se imediatamente para sua mútua defesa. Desde então tinham sempre diligenciado fortalecer esta união, e assim, apesar dos conselhos de Lu­tero, os protestantes tinham-se tornado um partido intei­ramente político. Isto, em poucas palavras, descreve o es­tado das coisas na Alemanha até o período a que temos chegado.
A morte de Lutero trouxe novas esperanças ao partido católico; o imperador entendeu que era chegada a ocasião oportuna de satisfazer o seu desejo, e que podia impune­mente ser convocado o concilio de que havia tanto tempo falara. Nos atos deste concilio, que se reuniu em Trent, ci­dade do Tirol, não podemos entrar. Os protestantes recu­saram-se a reconhecê-lo, e o imperador tomou esta recusa como pretexto de declarar guerra contra eles. A história desta guerra e de outros acontecimentos mais que segui­ram não são coisas que se possam tratar numa breve des­crição, como esta, mas pertence à História, a uma história mais ampliada e de mais pretensão. Também devemos deixar a outros historiadores a descrição do progresso ulterior da Reforma na Alemanha e Suíça, e dos esforços para impedir esse progresso. As nossas referências devem ficar por aqui. Vimos a Reforma firmemente estabelecida na­queles países; e ao mesmo tempo que notamos a sua pode­rosa influência para o bem, também não omitimos os erros que a acompanharam. Deus permitiu estes para reprimir as vanglorias e para tirar o orgulho dos homens.
Vamos concluir as nossas observações sobre este perío­do importante e cheio de interesse, lançando uma rápida vista de olhos pelo progresso da Reforma em outros países.





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