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23 de outubro de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.242 - NA CIDADE DE MEAUX

História Do Cristianismo - Teologia 32.242



NA CIDADE DE MEAUX

Passemos agora de Calvino e da reformação da Suíça francesa, e voltemos a nossa atenção para a França; obser­vemos o progresso e as dificuldades da obra ali. Já aludi­mos ao trabalho de Farei e Lefèvre em Paris, e da proteção que receberam de Briçonnet, bispo de Meaux, mas foi na diocese de Briçonnet que as doutrinas reformadas foram primeiro proclamadas publicamente.
Meaux era nesse tempo uma pequena cidade ativa, cheia de operários, e esta gente simples escutava com pro­fundo interesse as novas doutrinas do seu bispo, convertendo-se muitos deles. A obra aumentou, e os monges e frades pedintes que infestavam os arrebaldes alarmaram-se.
"Que nova heresia é esta?" exclamavam eles, "a nossa autoridade está sendo contestada, estão-nos tirando os nossos meios de subsistência; precisamos, pois, tomar me­didas imediatas para reprimir estas doutrinas estranhas". Conseqüentemente, partiram para Paris, e apresentaram a sua queixa perante a Sorbona e o Parlamento, afirmando que "a cidade de Meaux, e toda a vizinhança estava infes­tada de heresia, e que essa heresia vinha do palácio episco­pal".
Era então o reino administrado, na ausência do seu ver­dadeiro monarca Francisco I, pela mãe deste, uma católica fanática; e o partido reformador sabia que não podia espe­rar clemência da parte dela. A conduta do bispo quando foi citado perante o Parlamento, também não podia de modo algum animá-lo e protegê-lo, porquanto mostrou a maior timidez durante o seu interrogatório, chegando a ceder às propostas da Sarbona. A adoração à virgem e aos santos começou de novo; proibiram a venda e a posse das obras de Lutero e Lefèvre, Farei e quaisquer reformadores foram proibidos de pregar nos púlpitos de Meaux, e até de residi­rem na vizinhança.
Este começo não dava muitas esperanças. O principal reformador em Meaux abandonou a obra por medo, e os outros foram dali expulsos. Que se havia de fazer? Devia abandonar-se a obra, e devia a causa de Deus sofrer sem remédio por causa da cólera dos homens? Não. Por algum tempo continuou-se a obra em segredo, e embora nada se pudesse fazer publicamente, não se desprezou o estudo particular da Palavra, nem a oração. Então um dos membros principais do partido, o tecelão João Leclerc, fez uma proclamação na qual falava do papa em termos brus­cos, e afirmava que o reino do Anticristo estava para ser destruído pelo sopro do Senhor. Colocou esta proclamação numa das portas da catedral, onde todos a pudessem ler, e esperou o resultado.
Como se pode calcular, os monges e os padres ficaram desesperados e cheios de confusão; e Leclerc foi preso por suspeita. Quando foi julgado não fez tentativa alguma para esconder o seu ato, e depois de um julgamento que durou uns poucos dias, foi condenado a ser açoitado pela cidade afora, e a ser marcado na testa com um ferro em brasa.



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