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4 de março de 2019

História Do Cristianismo - Teologia 32.277 - A IGREJA ORTODOXA, OU GREGA

História Do Cristianismo - Teologia 32.277



A IGREJA ORTODOXA, OU GREGA

Nos séculos VI e VII, quando o bispo de Roma procura­va obter a supremacia na Igreja universal, os bispos das igrejas no Oriente não queriam reconhecer a sua autorida­de. As sedes principais eram Constantinopla (capital do império oriental), Antioquia (capital eclesiástica da Síria), e Alexandria (no Egito). No século VII, os seguidores de
Maomé conquistaram a Síria, a Palestina, e o Egito, des­truindo os templos cristãos, e muitas vezes oferecendo aos crentes a alternativa de conversão à religião falsa, ou a morte. As hostes do Islã não entraram na Europa oriental até o século XV. Durante este intervalo, a Sé de Constantinopla resistia à autoridade do papa de Roma. O bispo de Constantinopla é chamado "Patriarca", e os bispos (ou pa­triarcas) da Igreja Ortodoxa são mais ou menos indepen­dentes uns dos outros. A Igreja Ortodoxa está cheia de ritualismo. A liturgia é na língua grega antiga, e também em eslava antiga. A maior parte da península dos Bálcãs, an­tes da invasão dos turcos, era adepta dessa igreja. Hoje os ortodoxos entendem pouco da sua liturgia, devido ao diale­to ter mudado consideravelmente. Durante os séculos V e VI, diversas raças de eslavos entraram na península, e a li­turgia foi traduzida na sua língua, mas hoje este dialeto é também diferente. Ao fim do primeiro milênio, certos mis­sionários entre os eslavos foram à Rússia para evangelizar o povo, e, gradualmente, a religião ortodoxa espalhou-se por entre esse vasto território, até chegar a ser a religião es­tabelecida pelo governo da Rússia. No ano de 1453, os tur­cos (maometanos) passaram para a Europa, e a cidade de Constantinopla caiu nas suas mãos, e depois toda a penín­sula balcânica. Mais uma vez os maometanos derrubaram as igrejas cristãs mas deixaram a catedral de Santa Sofia em Constantinopla, convertendo-a numa mesquita (tem­plo maometano), mudando a cruz para uma lua crescente (símbolo maometano). A Igreja Ortodoxa sendo persegui­da, ficou reduzido o número dos seus adeptos, e muitos fu­giram, levando livros e a língua grega para a Europa Oci­dental. A Igreja Ortodoxa, porém, persistia. Mais tarde os imperadores da Rússia, sendo da Igreja Ortodoxa, e sem­pre inimigos da Turquia, protegeram as raças gregas e es­lavas na Península, contra os turcos.
A Reforma não influiu na Igreja Ortodoxa. Melanchton, o companheiro de Lutero, escreveu ao Patriarca de Constantinopla, dando-lhe um relatório das doutrinas lu­teranas, segundo a Confissão de Augsburgo, e sugerindo que a Igreja Oriental aceitasse as doutrinas da Reforma. O Patriarca e seus colegas examinaram as novas idéias, e de­clararam que eram doutrinas falsas e não podiam aceitá-las. Mais tarde, no ano de 1621, um patriarca piedoso, re­conhecendo a Reforma, fez a sugestão aos ortodoxos para que aceitassem o Credo de Calvino. Os jesuítas, porém, fi­zeram uma grande propaganda contra isso, e, por acusa­ções falsas, conseguiram a morte do bom Patriarca, e as­sim a Igreja Grega continua até hoje com a sua corrupção.
Durante o século dezenove, os diversos países balcâni­cos conquistaram sua independência. Quando da Grande Guerra, no ano 1917, a Rússia tornou-se bolchevista e ateia, proibindo qualquer religião no país ou mesmo que nele entrasse uma só Bíblia. Missionários ingleses e ameri­canos têm trabalhado nos países da Península, mas têm encontrado muitas dificuldades, devido à ignorância do povo, e ao fanatismo dos padres e às leis dos governos.



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