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11 de agosto de 2019

Homilética - Teologia 33.28 Existem ainda outras figuras, a saber:


 
Homilética - Teologia 33.28

Existem ainda outras figuras, a saber:

a. Tipologia: a palavra tipologia é derivada do termo grego typos, que pode ser traduzido por impressão, imagem, exemplo. As tipologias do Antigo Testamento encontram suas devidas interpretações nas passagens correlatas do Novo Testamento. As tipologias do Novo Testamento interpretam personagens, objetos, fatos ou acontecimentos históricos do Antigo Testamento, que se tornam verdades espirituais, como, por exemplo, Jonas (Mt 12.38-42), a Páscoa (1 Co 10.1-4), a arca (1 Pe 3.20-21), a serpente (Jo 3.14) e Adão (Rm 5.14; 1 Co 5.7). Assim, temos:
fatos, personagens eventos históricos Nm 21.9 14.22 Nm 20.11 Jn 2 Gn 6
tornam-se
símbolos e verdades espirituais Jo 3.14 1 Co 10.1-2 1 Co 10.3-4 Mt 12.38-42 1 Pe 3.20-21
Apresentamos algumas recomendações práticas:
1. Exponha a passagem bíblica tipologicamente apenas quando os próprios autores bíblicos o fizerem.
2. Lembre-se de que interpretações do Novo Testamento que separam as passagens do Antigo Testamento de seu contexto histórico, ignorando desta maneira o progresso da verdade e da obra de Deus no contexto do Antigo Testamento, estão erradas, não importa quão 'espirituais' possam parecer. ENT, p. 135.
b. Metáfora: a metáfora é uma figura de retórica que consiste no transporte, por analogia, de um nome, de um atributo ou de uma ação, de um objeto para outro, a que não é literalmente aplicável. Dicionário Enciclopédico Brasileiro, 1946, p. 1116. Por exemplo: Eu sou a porta (Jo 10.7); eu sou o pão da vida (Jo 6.35); eu sou o caminho (Jo 14.6); vós sois a luz do mundo (Mt 5.14); edifício de Deus sois vós (1 Co 3.9, 16).
Pelo fato de as metáforas não poderem ser explicadas literalmente, surgem as seguintes recomendações práticas:
1. Separe as partículas externas da metáfora dos princípios internos.
2. Separe o físico do metafísico.
3. As verdades aplicáveis da metáfora sempre se referem às suas características internas.
c. Sinédoque: a sinédoque é uma figura de retórica que confere a uma frase maior ou menor extensão do que geralmente se atribui: o todo pela parte ou a parte pelo todo, o plural pelo singular ou o singular pelo plural, o gênero pela espécie ou a espécie pelo gênero, o sujeito pelo atributo ou o atributo pelo sujeito, a matéria pela forma ou a forma pela matéria, o abstrato pelo concreto ou o concreto pelo abstrato. Exemplos:
Naqueles dias foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se... Todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade (Lc 2.1,3); porque, tendo nós verificado que este homem é uma peste, e promove sedições entre os judeus esparsos por todo o mundo, sendo também o principal agitador da seita dos nazarenos (At 24.5).
Uma análise precisa destas duas passagens logo nos convencerá de que as expressões todos, todo o mundo, toda a população não podem referir-se ao mundo inteiro, mas, sim, a todos no mundo conhecido naquela época, i. e., todos do Império Romano.
Outro exemplo encontra-se em 1 Coríntios 11.26, quando o apóstolo Paulo diz: ... beberdes o cálice... Ninguém pode beber um cálice, mas todos podem beber do cálice.
d. Metonímia: a metonímia, outra figura de retórica, é usada quando se designa um símbolo em referência a uma verdade espiritual ou moral. Exemplos:
... o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado (1 Jo 1.7). Todos nós sabemos que o sangue não purifica, mas suja as roupas. É preciso usar muito sabão e ter bastante paciência para limpar uma roupa suja de sangue. Todavia, é verdade que o sangue de Jesus nos purifica, porque a Bíblia ensina que sem o derramamento de sangue não há perdão dos pecados (Hb 9.22). Você pode encontrar outros exemplos em Lucas 16.29 e João 13.8.
e. Prosopopéia: a prosopopéia é uma figura que dá vida, ação, movimento e voz às coisas inanimadas, e põe a falar pessoas ausentes ou mortas; personificação; (fig.) discurso empolado ou veemente. Dicionário Enciclopédico da Língua Portuguesa (São Paulo: FENAME, 1973), p. 1081. Exemplo:
... onde está, ó morte, o teu aguilhão? (1 Co 15.55)
... o amor cobre multidão de pecados (1 Pe 4.8).
f. Ironia: a ironia é uma afirmação ou comparação sarcástica, quando se expressa algo contrário à verdade ou àquilo que se quer dizer. Exemplo:
Várias vezes, de maneira sarcástica, o apóstolo Paulo chama os falsos mestres de os tais apóstolos (2 Co 11.5; 12.11). Na verdade, os hereges não são apóstolos, mas agem como se fossem. Com a expressão tais, Paulo realmente quer dizer que eles não são apóstolos de modo algum!
g. Hipérbole: as hipérboles são exageros (majorações) de uma verdade menor ou diminuições (minorações) de realidades mais amplas. Exemplo:
Há, porém, ainda muitas outras cousas que Jesus fez. Se todas elas fossem relatadas uma por uma, creio eu que nem no mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos (Jo 21.25). É evidente que este versículo é um exagero, pois, em termos físicos, o mundo é bem maior do que todos os atos e discursos públicos sobre Jesus que se poderiam registrar. A verdade não está no significado físico-literal da afirmação, mas no fato de que o apóstolo João não conseguiria relatar todos os atos e discursos de Jesus.
h. Fábula: a fábula é uma narração alegórica cujos personagens principais são animais. A fábula quase não é empregada nas Escrituras Sagradas. Exemplos:
O exemplo mais conhecido é o dos animais do campo que pisaram o cardo, registrado em 2 Reis 14.9.
Com esta fábula, Jeoás, rei de Israel, responde ao repto de guerra que lhe havia feito Amazias, rei de Judá. Jeoás compara-se ao robusto cedro do Líbano e humilha seu orgulhoso contendor, igualando-o a um débil cardo, desfazendo toda aliança entre os dois e predizendo a ruína de Amazias, com a expressão de que 'os animais do campo pisaram o cardo'. E. Lund e P. C. Nelson, Hermenêutica (São Paulo: Editora Vida, 1981 2), pp. 78s.
i. Enigma: o enigma é uma charada, um mistério que se apresenta em forma alegórica. Muitas vezes a solução correta é difícil e abstrusa. Exemplos:
Juízes 14.14 é um enigma, cuja solução se encontra em Juízes 14.5-8. Existe uma correspondência idêntica entre Provérbios 30.24 e Provérbios 30.25-28.
O próprio contexto bíblico dá a solução do enigma. Portanto, uma boa observação do contexto é indispensável na análise e exposição de enigmas.
j. Símile: a palavra símile deriva de sua forma latina simile e significa semelhante, parecido. Conseqüentemente, o símile é uma comparação de coisas semelhantes, uma analogia. Exemplos:
Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece... (Sl 103.13); ... ainda que os vossos pecados são como a escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que são vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã (Is 1.18).
Outros exemplos você encontra em Isaías 55.8-11; 57.20 e Tiago 1.6. Eis algumas observações práticas:
1. Os símiles muitas vezes contêm as palavras assim como, como, são como, é semelhante a.
2. Os símiles dividem-se em duas partes, que se comparam facilmente.
3. Os símiles são fáceis de memorizar.
4. Os símiles geralmente causam um grande impacto.
l. Interrogação: a interrogação é uma pergunta retórica com a qual o orador dirige-se aos ouvintes, e cujo teor principal pode ser polêmico, apologético ou provocativo, a fim de estabelecer uma verdade moral ou espiritual profunda. Exemplos: Gn 18.25; 1 Rs 18.21; Is 53.1; Am 3.3ss.; Mt 10.29; 22.42; Lc 22.48; Rm 8.31-36; 10.14-15; Hb 10.29; e muitos outros.
m. Apóstrofe: a apóstrofe assemelha-se muito à personificação ou prosopopéia. A palavra apóstrofe vem do grego apostrophe (apo = de + strepho = voltar-se). O vocábulo indica que o orador volta-se de seus ouvintes imediatos para dirigir-se a uma pessoa ou coisa ausente ou imaginária. A Enciclopédia Brasileira Mérito nos proporciona a seguinte definição: Figura usada por orador, no discurso; consiste em interrompê-lo subitamente, para dirigir a palavra, ou invocar alguma pessoa ou cousa, presente, ausente, real ou imaginária. O emprego desta figura, na eloqüência, produz grandes efeitos sobre as paixões que o orador procura transmitir aos ouvintes. Quando as palavras são dirigidas a um objeto impessoal, a personificação e a apóstrofe combinam-se, como, por exemplo, em 1 Coríntios 15.55 e em algumas outras passagens que seguem:
Que tens, ó mar, que assim foges? e tu, Jordão, para tornares atrás? Montes, por que saltais como carneiros? e vós colinas, como cordeiros de rebanho? Estremece, ó terra, na presença do Senhor, na presença do Deus de Jacó, o qual converteu a rocha em lençol de água, e o seixo em manancial (Sl 114.5-8); ah, Espada do Senhor, até quando deixarás de repousar? Volta para a tua bainha, descansa e aquieta-te (Jr 47.6).
Uma das apóstrofes mais extraordinárias e conhecidas é o grito do angustiado Davi, por ocasião da morte de seu filho rebelde: Meu filho Absalão, meu filho Absalão! Quem me dera que eu morrera por ti, Absalão, meu filho, meu filho! (2 Sm 18.33) As palavras dirigidas ao caído monarca da Babilônia (Is 14.9-32) constituem uma das apóstrofes mais vigorosas da literatura. E. Lund, P. C. Nelson, op. cit., pp. 88-89.
n. Contraste: o contraste é uma figura de retórica cujas partes principais estão em oposição entre si, para estabelecer, desta maneira, uma lição moral ou espiritual. Exemplos: Davi e Golias; fariseus e coletores públicos; dentro e fora (Ap 22.15).
Verifiquemos ainda um exemplo mais extenso: a parábola do homem rico e Lázaro (Lc 16.19ss.):
a. na terra      um é rico                               o outro é pobre
                        um é sadio                           o outro é doente
                        um tem prestígio                  o outro é desprezado
                        um é coberto de dinheiro  o outro é coberto de chagas
b. na morte    um é enterrado com todas            o outro nem se menciona                                     as honras
c. no além     um vai para o inferno                     o outro vai para o seio de Abraão
                        um sofre tormentos             o outro é consolado
                        um é desolado na miséria             o outro é consolado na alegria eterna                                 eterna
o. Antítese: a tese é uma frase ou afirmação lógica que convence. Mas a antítese é uma tese que contradiz ou nega a afirmação, é uma tese contestada. A palavra antítese origina-se do termo latino antithesis, e significa contrastar ou colocar uma coisa contra outra. Exemplos:
Mt 7.13-14                 porta estreita versus porta larga
Mt 7.17-18                 árvore com maus frutos versus árvore com bons frutos
Rm 6.23                    pecado - morte versus dom gratuito - vida eterna
2 Co 3.6-16               antiga aliança versus nova aliança
Ef 2.8-10                   não pelas obras versus pela graça
Jo 1.11-12                 não receber versus receber
Eis algumas observações práticas:
1. As antíteses bíblicas muitas vezes começam com a conjunção adversativa mas.
2. As antíteses são facilmente detectadas pela mera observação e análise do texto e do contexto.
p. Clímax: o termo clímax é uma figura de retórica que se origina do vocábulo grego klimax, que significa escala, graduação, progresso. Esta escala pode ser ascendente ou descendente. Exemplos:
Clímax ascendente:
Jo 15.1ss.: a) nenhum fruto (15.4); b) fruto (15.2); c) mais fruto (15.2, 4); d) muito fruto (15.3); e) fruto permanente (15.16).
Clímax descendente:
Sl 1.1: ímpios, pecadores, escarnecedores.
Tg 1.13-15: tentação, pecado, morte.
q. Provérbio: o provérbio é um ditado curto, sentencioso e axiomático, cuja vivacidade está na antítese ou na comparação, que repete constantemente os pensamentos dos sábios de modo a se fixarem na mente. Os provérbios podem ser metafóricos, enigmáticos, parabólicos ou didáticos. Exemplos:
Somente em Provérbios 10-22.16, encontramos aproximadamente 375 provérbios. Outros exemplos encontram-se em Mateus 13.57, Marcos 6.4, Lucas 4.23 e 2 Pedro 2.22. Apresentamos algumas recomendações práticas:
 1. Deve-se ter muito cuidado no que respeita à interpretação de provérbios e, em particular, no referente àqueles que não são fáceis de entender e interpretar. Quiçá estejam baseados em fatos e costumes que se perderam para nós.
 2. Dado que os provérbios podem ser símiles, metáforas, parábolas ou alegorias, é bom determinar a que classe pertence o provérbio a ser interpretado. Figuras diferentes podem combinar-se para formar um provérbio. Por exemplo, em Provérbios 1.20-23, a sabedoria é personificada e apresenta-se o provérbio na forma de uma parábola com sua aplicação. Leia também Eclesiastes 9.13-18.
 3. Estude o contexto, isto é, os versículos que precedem e seguem o texto, os quais são, a miúdo, a chave da interpretação, como sucede nos casos acima mencionados.
 4. Quando houverem fracassado todas as tentativas destinadas a aclarar o significado, é melhor ficar na expectativa até que se receba mais luz sobre o assunto.
 5. Não empregue como prova textos, provérbios ou outras Escrituras cujo significado não possa determinar, embora favoreçam a doutrina que você mantém.
 6. Aproveite a ajuda que proporcionam os comentaristas eruditos no estudo das Sagradas Escrituras; eles conhecem os idiomas originais e podem proporcionar as conclusões a que chegaram os eruditos sagrados mais famosos.
 7. Acima de tudo, ore pedindo a iluminação divina. E. Lund e P. C. Nelson, p. cit., p. 100.
r. Paradoxo: o paradoxo é uma opinião, expressão ou convicção contrária à comum. Exemplos:
É um paradoxo morrer primeiro para viver depois (Jo 12.24; Rm 6.1-4).
É um paradoxo que mortos devam sepultar seus próprios mortos (Mt 8.22).
É um paradoxo aborrecer aos pais para seguir a Jesus (Lc 14.26).
É um paradoxo perder a vida para salvá-la (Mc 8.35).
É um paradoxo ser forte quando se está fraco (2 Co 12.10).           

A exegese de passagens difíceis
Por passagens obscuras entendemos textos bíblicos em que surgem palavras que se encontram poucas vezes nas Escrituras, formas literárias estranhas, dificuldades gramaticais ou culturais, versículos desconexos, aparentes contradições, verdades não-explicáveis pela razão humana ou pela experiência.
Na exposição de textos obscuros, seguimos os conselhos de W. L. Liefeld:
A meu ver, a melhor maneira de lidar com passagens obscuras é, antes de tudo, verificar se a obscuridade é do conhecimento da comunidade, ou suficientemente séria para a interpretação da passagem toda, para merecer menção no sermão. Em segundo lugar, se for assim, eu proponho fazer uma breve explicação (do motivo) porque ela é obscura. Por exemplo, o pregador poderia simplesmente dizer que diferenças de cultura ou linguagem, ou a raridade da palavra, tornaram-nos difícil, em nossa cultura e em nosso século, entendê-la perfeitamente. Ele deve fazer isto sem qualquer implicação de que a Bíblia é difícil de entender, mostrando que provavelmente não teríamos dificuldades se tivéssemos todas as informações dos ouvintes originais. Em terceiro lugar, ele deve escolher o sentido mais provável, em seu entender, e explicá-lo, em vez de deixar duas ou três opções. Ele deve ser honesto e reconhecer que há outras interpretações, mas provavelmente ajudará mais a comunidade se decidir por uma e der coerência à passagem toda. Em quarto lugar, provavelmente não será aconselhável conduzir a comunidade por todo o processo de exegese, a não ser que seja um modelo muito claro e útil de estudo bíblico. No geral, quanto mais simples for a apresentação, melhor. ENT, p. 130.
Por passagens contraditórias entendemos textos bíblicos que poderiam ferir as convicções preconcebidas ou tradições doutrinárias e eclesiásticas da maioria do auditório. Um exemplo é a questão da soberania e predestinação de Deus, em Romanos 9-11; outro, a questão da segurança eterna, em Hebreus 6.1-8; 10.26-31; o livre uso de línguas (1 Co 12-14); a questão do tempo preciso do arrebatamento (1 Ts 4.13ss.); ou as implicações teológicas do milênio. Não estamos sugerindo que o pregador não deva possuir suas próprias convicções ou que deva evitar pregar sobre assuntos contraditórios, mas aconselhamos que tenha cautela, tato, tolerância com a opinião predominante do auditório. Seria um escândalo defender a qualquer custo a doutrina da segurança eterna numa igreja luterana tradicional, como também seria falta de ética se o pregador tentasse convencer um auditório calvinista de que o cristão pode perder a salvação. Seria falta de tato num congresso internacional e interdenominacional impor a opinião escatológica particular de uma igreja só. Afinal, todos os evangélicos crêem na segunda vinda de Cristo, embora possam divergir nos pormenores e em suas implicações.
Por passagens sensíveis entendemos os textos bíblicos que tratam de questões de caráter moral ou doutrinário cuja linguagem requer cautela. O apóstolo Paulo, por exemplo, refere-se ao lixo, em Filipenses 3.8, mas nós jamais poderíamos usar uma linguagem de baixo nível para explicar o significado do termo. Semelhantemente, quando nos referimos a certas práticas sexuais erradas (homossexualismo, lesbianismo, masoquismo) precisamos de muita cautela para não ferir o sentimento e a honra pessoal dos ouvintes.
Por passagens culturalmente polêmicas entendemos textos bíblicos que geram polêmicas devido ao preconceito cultural dominante. Todos nós conhecemos os grandes problemas sociais, econômicos, morais e espirituais associados ao alcoolismo. A Bíblia condena qualquer forma de embriaguez e diz que o beberrão não herdará o reino de Deus (1 Co 6.10). Por outro lado, a mesma Bíblia não proíbe de maneira explícita que se beba um copo de vinho (1 Tm 5.23). Todavia, a questão é extremamente polêmica, e cristãos de culturas e tradições diversas interpretam-na de perspectivas bem diferentes. Outros exemplos seriam as questões do véu e da mulher na igreja.


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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