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13 de agosto de 2019

Homilética - Teologia 33.35 DIVISÃO: I. Em que consiste esta dádiva


 
Homilética - Teologia 33.35

DIVISÃO:

I. Em que consiste esta dádiva
1. Não consiste apenas em valores materiais ou nas ricas e abundantes coisas criadas por Deus e colocadas à disposição do homem:
a. os animais que lhe servem de alimento, aumentam suas posses ou ajudam no trabalho;
b. os rios, lagos, mares e florestas, de onde extrai a substância, o conforto e os recursos para viver;
c. os minerais (minérios e pedras preciosas), com os quais se enriquece e obtém matéria-prima.
Todas estas coisas são dádivas de Deus, mas não são dádivas supremas.
2. Consiste, na verdade, em uma pessoa: Jesus Cristo, Seu Filho Unigênito.
II. O valor desta dádiva
1. Não há outra maior do que ela, visto que se trata do Filho de Deus.
a. Quem dá um Filho que ama, dá o melhor que possui.
b. Quem dá um Filho que ama, dá a própria vida.
2. Não há outra melhor do que ela, visto que Deus deu o melhor que possuía no céu e na terra.
3. Não há outra melhor do que ela, visto que Jesus encerra as perfeições divinas e humanas.
III. A finalidade desta dádiva
1. Toda dádiva tem uma finalidade:
a. agradar;
b. honrar;
c. beneficiar;
d. provar o grau de amor ou amizade;
e. demonstrar gratidão;
f. retribuir favores recebidos;
2. A dádiva de Deus aos homens, contudo, tem um propósito supremo:
a. visa demonstrar Seu grande amor pelos homens. "Deus amou o mundo..."; "mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores";
b. visa revelar Sua misericórdia e santo propósito aos homens, "para que não pereçam";
c. visa, finalmente, enriquecer os homens com a posse do tesouro mais precioso da vida a salvação "para que tenham a vida eterna".
IV. A quem é oferecida esta dádiva
1. A quem os homens costumam oferecer seus presentes preciosos:
a. aos melhores amigos;
b. aos homens mais dignos;
c. aos parentes mais queridos.
2. Deus, porém, oferece Sua dádiva suprema:
a. não aos melhores homens do mundo "se vós, sendo maus...";
b. não aos justos "não há justo, nem um só; "... não vim chamar os justos..."
c. mas aos pecadores perdidos "mas chamar os pecadores ao arrependimento"; "porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido"; pois "fiel é a palavra"; e "todos pecaram e carecem da glória de Deus".
O sermão textual
É o sermão cuja divisão baseia-se no texto. Neste caso, divide-se o texto e não o tema. Há três modalidades de sermão textual.
O sermão textual natural ou puro é aquele cujas divisões são feitas de acordo com as declarações originais do texto, tais como se encontram na Bíblia. Em conseqüência, as subdivisões devem ser constituídas preferencialmente da citação de textos.
O sermão textual analítico baseia-se em perguntas feitas ao texto, tais como: Onde? Que? Quem? Por que? Para que? As respostas são dadas pelas declarações ou frases de que o texto é constituído. Neste caso, os pontos principais expressam-se em forma interrogativa.
No sermão textual por inferência, as orações textuais são reduzidas a uma expressão sintética ou palavra que encerra o conteúdo, sendo, portanto, a essência da frase ou declaração. Esta modalidade presta-se à análise de textos que não podem ser divididos naturalmente.
Vantagens do sermão textual:
1. É profundamente bíblico.
2. Exige do pregador um conhecimento profundo das Escrituras.
3. Obriga o pregador a estudar constantemente a Bíblia.
4. É o que mais se presta à doutrinação dos cristãos.
5. É o que mais se adapta ao pregador de cultura mediana, mas com vasto conhecimento das Escrituras e de certos tratados teológicos.
6. É muito apreciado pelo povo.
Exemplo:
TEMA:            O PRIVILÉGIO DIVINO DOS CRISTÃOS
TEXTO:          1 Pedro 2.9-10
INTRODUÇÃO: O crente em Jesus Cristo é um ser privilegiado por Deus. Talvez não seja honrado pelo mundo, mas, seja quem for, é sempre honrado por Deus, que o cobre de privilégios divinos e celestiais. Eis aqui alguns desses privilégios, entre muitos:
I. A raça eleita
1. Eleitos ou escolhidos não segundo nossas obras, mas conforme o propósito e a graça de Deus 2 Tm 1.9.
2. Eleitos segundo a presciência de Deus para a vida eterna 1 Pe 1.2; Mt 25.34,46.
3. Eleitos para testemunhar as grandezas de Deus 1 Pe 2.9.
4. Eleitos para serem segundo a imagem de Jesus Rm 8.29.
II. O sacerdócio real
1. Como sacerdotes, podem se aproximar de Deus por meio de Jesus Cristo Hb 4.14-16.
2. São sacerdotes para oferecerem eles mesmos sacrifícios espirituais a Deus 1 Pe 2.5.
3. Os cristãos, como sacerdotes de Deus, têm como sumo sacerdote Jesus Cristo Hb 4.14-15.
III. A nação santa
1. Os cristãos são santos porque alcançaram misericórdia mediante Jesus Cristo 1 Pe 2.10.
2. Os cristãos são santos porque foram separados do mundo e do pecado para a glória de Deus, bem como para Seu serviço Tt 2.14.
3. Os cristãos são santos porque participam da natureza de Deus 1 Pe 1.15-16.
IV. O povo adquirido
1. Cristo resgatou-nos e adquiriu-nos para Si, pagando por nós o preço de nossa redenção At 20.28.
2. Cristo resgatou-nos da maldição e da morte para termos vida eterna e sermos Sua herança Ef 1.18.
3. Cristo adquiriu-nos não com prata e ouro, mas com o preço do sangue imaculado 1 Pe 1.18.
4. Os cristãos são propriedade de Deus, são Seu povo, e não pertencem mais ao mundo 1 Pe 2.20.
CONCLUSÃO: Se temos tais privilégios e honras, vivamos para Deus e, dentro de nossas forças e com Sua graça, realizemos Sua vontade e Seu propósito no mundo; anunciemos as virtudes dAquele que "nos chamou das trevas para Sua luz", do nada para Sua glória, da morte para a salvação, da terra para o céu.


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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