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17 de agosto de 2019

Homilética - Teologia 33.52 A AVALIAÇÃO DO SERMÃO


 
Homilética - Teologia 33.52

A AVALIAÇÃO DO SERMÃO

As obras mais conhecidas de homilética pouco se preocupam com a avaliação do sermão. H. W. Robinson, que escreveu o excelente livro A Pregação Bíblica, oferece no apêndice 3 um formulário para a avaliação do sermão (pp. 143-144). O Rev. Plínio Moreira da Silva, que durante 20 anos lecionou na Faculdade Teológica ABECAR, em Mogi das Cruzes, São Paulo, apresenta em sua obra uma valiosa ficha de anotações para a crítica homilética. PMS, pp. 115-117. Em ambos os casos, a avaliação é feita por terceiros e só funciona nos seguintes casos: num seminário teológico, quando a turma de homilética faz a crítica após o sermão; num encontro de pastores, quando os colegas comentam a prédica do preletor; num exame teológico para ordenação; ou quando a própria esposa do pastor oferece uma avaliação sincera e objetiva.
Uma avaliação séria e objetiva do sermão é necessária para que o pregador se conscientize de suas falhas exegéticas, homiléticas, hermenêuticas, estilísticas, retóricas, gramaticais, psicológicas ou fonéticas.
O pregador culto sempre estará disposto a ouvir, aprender e melhorar seu conhecimento e sua prática homilética. Somente um pregador insensível não admite a necessidade de aperfeiçoamento, polimento e reciclagem de sua homilética. É uma tristeza encontrar pastores parados no nível em que se formaram no seminário. A educação teológica e a homilética faz parte dela é uma responsabilidade contínua e uma necessidade urgente para todos os pregadores.
O alvo principal de qualquer avaliação homilética é o aperfeiçoamento da prédica. O objetivo não é teórico, mas eminentemente prático. A avaliação é uma crítica sincera, feita com amor, para superar problemas homiléticos. Uma boa avaliação é uma espécie de reciclagem teológica, um processo de auto-conscientização sobre a eficácia do ministério no púlpito. A homilética é a coroa da preparação ministerial, porque dedica-se à alma sedenta e envolve-se com o crescimento espiritual do ouvinte. Por isso, a avaliação ajuda o pregador a cumprir sua missão de arauto e a comunicar Cristo com mais fidelidade, dedicação, precisão e clareza.
Existem basicamente dois métodos específicos de avaliação do desempenho homilético do pregador: a avaliação feita por terceiros e a auto-avaliação.
A maioria das avaliações é feita por terceiros: colegas de turma no seminário teológico, colegas de ministério, a própria esposa, às vezes um amigo, presbítero ou diácono chegado ao pregador.
Avaliar a si mesmo não é uma tarefa fácil, porque alguns tendem a ser otimistas demais, enquanto outros se inferiorizam. Embora a auto-avaliação corra o perigo de ser subjetiva, ela possui seu valor didático, pessoal e estimulante. As formas da auto-avaliação são variadas. Uma delas é verificar a repercussão imediata de sua mensagem no auditório. O pregador sensível percebe se o auditório o acompanha durante a mensagem.
Um segundo método é o de auto-avaliar-se após a mensagem, em casa. O pregador pode rever o seu manuscrito e perguntar-se que frases omitiu, quais os pensamentos que acrescentou. Seria muito bom se ele consertasse os erros de expressão notados no púlpito, para não repeti-los quando pregar outra vez a mesma mensagem.
Uma terceira forma é recapitular, polir e melhorar a mensagem antes de entregá-la pela segunda vez. Sabemos que um carro recém-lançado no mercado apresenta nos primeiros dois anos suas doenças "infantis" que, com o aprimoramento, desaparecem. Da mesma forma, o pregador pode auto-avaliar-se depois do primeiro lançamento do novo sermão e superar os problemas observados, antes de pregar outra vez sobre o mesmo assunto ou trecho.
O uso de toca-fitas constitui outra maneira de auto-avaliação. Depois da prédica, o pregador avalia seu próprio sermão na categoria de ouvinte crítico, podendo até utilizar o formulário de avaliação de Robinson. PB, pp. 143-144.
O pregador mais sofisticado já usa o vídeo como forma de auto-avaliação. A vantagem deste método é revelar também a aparência, os gestos e as expressões do pregador.

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