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8 de janeiro de 2022

História De Israel – Teologia 31.323 (2º Parte Livro 2) Capítulo 20 O imperador Cláudio dá a Agripa, filho do rei Agripa, o Grande, o reino da Cálcida que Herodes seu tio tivera. A insolência de um soldado das tropas romanas causa em Jerusalém a morte de um grande número de judeus. Outra insolência de outro soldado. *

História De Israel – Teologia 31.323

(2º Parte Livro 2)


Capítulo 20

O imperador Cláudio dá a Agripa, filho do rei Agripa, o Grande, o reino da Cálcida que Herodes seu tio tivera. A insolência de um soldado das tropas romanas causa em Jerusalém a morte de um

grande número de judeus. Outra insolência de outro soldado. *

 

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* Este registro também se encontra no Livro Vigésimo, capítulos 3 e 4, Antigüidades Judaicas, Parte I.

 

171. Depois da morte de Herodes, rei da Cálcida, o imperador Cláudio deu seu reino a Agripa, seu sobrinho, filho do rei Agripa, de que acabamos de falar; Cumano sucedeu a Tibério Alexandre no governo da Judéia. Foi durante sua administração que começaram as novas agitações que atraíram tantos males sobre os judeus.

Uma grande multidão fora a Jerusalém para celebrar a festa da Páscoa; uma companhia de soldados romanos fazia guarda junto do Templo, segundo o cos­tume, para impedir que acontecessem desordens; um dos soldados teve a inso­lência de mostrar, diante de todos, o que o pudor obriga a ocultar e de acompa­nhar esta ação tão desonesta, com palavras da mesma espécie. Tão horrível des­façatez irritou fortemente o povo. Exigiu-se de Cumano, com grandes exclama­ções, que mandasse castigar aquele soldado; ao mesmo tempo, alguns moços, irrefletidamente, lançaram pedras contra os soldados. Cumano, temendo que o povo suscitasse uma revolta contra ele, mandou buscar mais soldados ainda e os colocou diante das portas do Templo. Os judeus, então, assustados, saíram do mesmo, para se refugiarem na cidade; mas aquelas passagens eram muito estrei­tas para tão grande multidão e eles se apertaram de tal modo, que mais de dez mil** morreram sufocados.

Dessa forma, a alegria daquela grande solenidade se converteu em tristeza*. Cessaram as preces, abandonaram-se os sacrifícios, só se ouviam gemidos e quei­xas e a imprudência sacrílega de um único homem foi a causa de tão pública e tão estranha desolação.

 

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** Antigüidades Judaicas, Parte I, na 841, afirma 20.000 judeus.

 

172. Apenas passou esta aflição, foi logo seguida de uma outra. Um criado do imperador de nome Estêvão levava alguns objetos preciosos e foi roubado perto de Betorom; Cumano, para descobrir os autores do furto, mandou prender os habitantes das aldeias vizinhas. Um dos soldados, que fazia parte das forças, encontrou, numa dessas aldeias, um livro em que nossas santas leis estão escritas e o rasgou e queimou. Todos os judeus daquela região ficaram muito irritados com isso, como se ele tivesse incendiado seu próprio país; reuniram-se imediata­mente e levados pelo zelo de sua religião, correram a Cesaréia, para pedir a Cumano que não deixasse impune tão grande ultraje feito a Deus. Como o go­vernador julgasse que era impossível acalmar aquele povo, se não lhe desse uma satisfação, mandou prender e matar aquele soldado na presença do povo e as­sim o tumulto cessou.

 

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