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9 de janeiro de 2022

História De Israel – Teologia 31.327 327(2º Parte Livro 2) CAPÍTULO 24 ALBINO SUCEDE A FESTO NO GOVERNO DAJUDÉIA E TRATA TIRANICAMENTE OS JUDEUS. FLORO SUCEDE-O NESSE CARGO E FAZ AINDA PIOR DO QUE ELE. OS GREGOS DE CESARÉIA GANHAM A CAUSA, PERANTE NERO, CONTRA OS JUDEUS QUE MORAVAM NAQUELA CIDADE. *

História De Israel – Teologia 31.327

327(2º Parte Livro 2)

 

CAPÍTULO 24

ALBINO SUCEDE A FESTO NO GOVERNO DAJUDÉIA E TRATA TIRANICAMENTE

OS JUDEUS. FLORO SUCEDE-O NESSE CARGO E FAZ AINDA PIOR DO QUE ELE.

OS GREGOS DE CESARÉIA GANHAM A CAUSA, PERANTE NERO, CONTRA OS

JUDEUS QUE MORAVAM NAQUELA CIDADE. *

 

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* Este registro também se encontra no Livro Vigésimo, capítulos 8 e 9, Antigüidades judaicas, Parte I.

184. Albino, que sucedeu a Festo, não procedeu do mesmo modo. Não houve mal que ele não fizesse. Não se contentou em se deixar subornar por presentes, nos negócios civis, mas tirava os bens de todos e oprimia os judeus com novos tributos; pôs em liberdade, por meio do dinheiro, os que os magistrados das cidades tinham condenado ou que os governadores precedentes tinham detido por seus roubos, e só julgava culpados aqueles que nada tinham para lhe dar.

A ousadia desses ânimos turbulentos, que só desejavam agitação e revolta, aumentava nesse mesmo tempo em Jerusalém. Os mais ricos ganhavam Albino com presentes, para ter sua proteção; o povo, que só desejava agitação, estava conquistado com o seu proceder. Viam-se os mais destacados desses malfeitores, rodeados de gente da mesma laia e o tirânico governador, que se poderia chamar de chefe principal dos ladrões, servir-se de seus guardas, para tomar os bens dos mais fracos, que não podiam resistir às violências. Assim acontecia que aqueles que eram roubados, não ousavam se queixar e os mais ricos, de medo de serem tratados do mesmo modo, eram obrigados a fazer a corte à gente digna do patíbulo. Não havia ninguém que não tremesse sob o domínio de tantos tiranos; todos esses males eram como a semente da escravidão a que essa infeliz cidade depois se viu reduzida.

185. Albino, sendo tal como eu acabo de dizer, ante o procedimento de Gessio Floro, que o sucedeu, podia passar, comparando-se com ele, por um homem de bem. Se aquele se escondia para fazer o mal, este vangloriava-se de fazer abertamente toda injustiça contra nossa nação.

186.  Parecia que, em vez de ter vindo para governar uma província, ele tinha sido mandado como um algoz, para executar criminosos. Seus roubos não tinham limites, bem como outras violências; ele era cruel para com os aflitos e não se envergonhava das ações mais vis e infames; nenhum outro jamais traiu mais atrevidamente a verdade, nem usou de meios mais sutis para fazer o mal. Era pouco para ele enriquecer à custa dos particulares; ele saqueava cidades inteiras, devastava toda a província e pouco faltou que ele não fizesse publicar a som de trombetas que permitia roubar, contanto que lhe dessem uma parte do roubo. Dessa forma, sua insaciável ambição reduziu logo a um deserto todas as províncias de seu governo, tantas foram as pessoas obrigadas a abandonar o país de seu nascimento, com o objetivo de fugir para terras estrangeiras. Cestio Galo era nesse mesmo tempo governador da Síria e nenhum dos judeus ousava ir procurá-lo para se queixar de Floro. Tendo, porém, ele vindo a Jerusalém, pela festa da Páscoa, todo o povo, em número de mais de três milhões de pessoas, pediu-lhe que tivesse compaixão das desgraças de sua nação e expulsasse Floro, pois era ele como uma peste pública, que a tinha reduzido inteiramente à extrema miséria. Floro, que estava presente, em vez de se admirar, vendo tão grande multidão clamar tanto contra ele, ao contrário, ainda zombou, e Céstio, para acalmar o povo contentou-se em prometer-lhe que Floro agiria para o futuro com mais moderação. Voltou depois para Antioquia. Floro o acompanhou até Cesaréia e justificou-se sempre com suma hipocrisia. Mas, como ele via que durante a paz os judeus poderiam acusá-lo ao imperador, ao passo que a guerra encobriria seus crimes, porque os males menores são absorvidos pelos maiores, ele oprimia cada vez mais os judeus, com suas violências e injustiças, a fim de levá-los à revolta.

187.  Nesse mesmo tempo os gregos de Cesaréia ganharam a causa perante Nero contra os judeus, e obtiveram um decreto a seu favor, dando motivo à guerra, que começou no mês de maio, no décimo segundo ano do reinado daquele imperador e no décimo sétimo do de Agripa.

 

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