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9 de janeiro de 2022

História De Israel – Teologia 31.328 (2º Parte Livro 2) CAPÍTULO 25 GRANDE DIVERGÊNCIA ENTRE OS GREGOS E OS JUDEUS DE CESARÉIA. ELES TOMAM AS ARMAS E OS JUDEUS SÃO OBRIGADOS A DEIXAR A CIDADE. FLORO, GOVERNADOR DAJUDÉIA, EM VEZ DE LHES FAZER JUSTIÇA, TRATA-OS OFENSIVAMENTE. OS JUDEUS DE JERUSALÉM REVOLTAM-SE E ALGUNS DIZEM PALAVRAS OFENSIVAS CONTRA FLORO.ELE VAI A JERUSALÉM, MANDA FUSTIGAR A GOLPES DE CHIBATA E CRUCIFICAR DIANTE DE SEU TRIBUNAL A ALGUNS JUDEUS QUE ERAM HONRADOS COM A DISTINÇÃO DE CAVALEIROS ROMANOS

História De Israel – Teologia 31.328

(2º Parte Livro 2)

 

CAPÍTULO 25

GRANDE DIVERGÊNCIA ENTRE OS GREGOS E OS JUDEUS DE CESARÉIA. ELES TOMAM AS ARMAS E OS JUDEUS SÃO OBRIGADOS A DEIXAR A CIDADE. FLORO,

GOVERNADOR DAJUDÉIA, EM VEZ DE LHES FAZER JUSTIÇA, TRATA-OS

OFENSIVAMENTE. OS JUDEUS DE JERUSALÉM REVOLTAM-SE E ALGUNS DIZEM

PALAVRAS OFENSIVAS CONTRA FLORO.ELE VAI A JERUSALÉM, MANDA FUSTIGAR

A GOLPES DE CHIBATA E CRUCIFICAR DIANTE DE SEU TRIBUNAL A ALGUNS JUDEUS QUE ERAM HONRADOS COM A DISTINÇÃO DE CAVALEIROS ROMANOS.

 

188.  Por maiores que fossem os males que a tirania de Floro causava à nossa nação, ela os sofria sem se revoltar. Mas o que aconteceu em Cesaréia foi como uma centelha que acendeu o fogo da guerra.

Os judeus dessa cidade haviam rogado muitas vezes a um grego, que tinha um terreno perto de sua sinagoga, que o vendesse com a proposta de pagar-lhe muito bem, mais do que valia; ele não somente não se contentou em recusá-lo, mas também resolveu, para aborrecê-los ainda mais, mandar construir neste terreno uns armazéns e deixar assim uma passagem muito estreita para se ir à sinagoga. Alguns jovens judeus, levados pela raiva, quiseram impedir que os operários continuassem a obra, mas Floro não permitiu que o fizessem. Então os principais deles, no número dos quais estava João, que recebia as rendas do imperador, deram oito talentos a Floro, para fazer cessar essa obra. Ele prometeu-lhes, mas em vez de manter a promessa, apenas recebeu o dinheiro e partiu para Cesareia, de onde foi a Sebaste, como se tivesse vendido aos judeus àquele preço o meio e a oportunidade que ele lhes dava de pegar em armas.

No dia seguinte, que era sábado, os judeus estavam na Sinagoga; um rebelde grego, de Cesareia, pôs, de propósito, na entrada, antes que eles saíssem, um vaso de terra e ali imolava aves, em sacrifício. Não se pode imaginar até que ponto isto irritou os judeus, porque o consideravam como um ultraje às suas leis e à Sinagoga, que julgavam profanada com aqueles sacrifícios. Os mais moderados e os mais sensatos eram de opinião de que se devia ir falar com os magistrados, para pedir-lhes justiça. Mas os mais jovens e os mais violentos, não podendo conter a cólera, queriam pegar em armas e os gregos, que tinham sido os autores do fato e que não lhes eram inferiores em ousadia, nada mais desejavam do que isso. Assim, mui depressa se preparou a luta. Jucundus, comandante de uma companhia de cavalaria, que lá tinha ficado para impedir qualquer desordem, mandou retirar aquele vaso e procurou acalmar a agitação; mas não pôde resistir ao grande número de gregos e então os judeus tomaram os livros de suas leis e se retiraram para Narbate, longe de Cesareia sessenta estádios apenas. Doze dos principais foram com João procurar Floro, em Sebaste, para se queixar do que havia acontecido e implorar o seu auxílio, falando outrossim dos oito talentos; mas em vez de ele lhes fazer justiça, mandou pô-los numa prisão, tomando como pretexto que eles tinham violado suas leis.

189.  Os judeus de Jerusalém não puderam deixar de ver, com estranha indignação, ato tão tirânico. Floro, como se tivesse feito de propósito, para incitar a guerra, mandou tirar dezessete talentos do sagrado tesouro, a fim de os empregar, como dizia, para o serviço do imperador. O povo revoltou-se imediatamente, correu ao Templo soltando gritos e implorando, em nome de César, que o libertassem da tirania de Floro. Não houve imprecações que os mais exaltados não fizessem, nem palavras ofensivas de que não usassem contra aquele detestável governador, alguns com uma caixa na mão pediam, por zombaria, uma esmola em seu nome, como o teriam feito para o mais pobre e o mais miserável de todos os homens.

190.  Um descontentamento tão geral em vez de dar a Floro motivo de temor e de receio, principalmente quanto à sua ambição, aumentou-lhe o desejo de enriquecer ainda mais, e bem longe de ir a Cesareia, para fazer cessar a causa da perturbação e esmagar as sementes de uma guerra prestes a se declarar, como seria particularmente sua obrigação, além de dever do seu cargo, pelo dinheiro que tinha recebido, marchou com tropas de cavalaria e de infantaria para Jerusalém, para empregar as armas romanas contra aqueles dos quais queria se vingar e, com suas ameaças, encheu toda a cidade de temor e de receio.

O povo, para acalmá-lo, compareceu perante suas tropas e preparou-se para prestar-lhe todas as honras e homenagens que ele poderia desejar. Mas ele mandou um oficial de nome Capitom, acompanhado de cinqüenta cavaleiros, ordenar-lhes que se retirassem, e dizer-lhes que não se deixaria enganar por falsas homenagens, depois de tantos ultrajes que lhe haviam feito, e declarava-lhes que, se tinham coragem, não deviam temer repetir em sua presença as mesmas injúrias que tinham proferido em sua ausência e passar mesmo das palavras aos fatos, tomando as armas para reconquistar a liberdade. Os cavaleiros que acompanhavam Capitom atiraram-se imediatamente sobre eles e aquela multidão ficou tão assustada que fugiu sem ter podido saudar Floro, nem prestar honra alguma às suas tropas. Todos se retiraram com não menor humilhação do que temor e passaram toda a noite sem poder dormir.

Floro alojou-se no palácio real e no dia seguinte os principais dos sacerdotes e toda a nobreza da cidade vieram procurá-lo; ele subiu ao tribunal e ordenou que lhe entregassem, naquele momento mesmo, os que o haviam ofendido com palavras. Eles responderam-lhe que todo o povo em geral só desejava paz e que se alguns haviam inconsideradamente falado contra ele, rogavam-lhe que os perdoasse, pois, em tão grande multidão, onde há pessoas de todas as espécies, era impossível encontrá-los e a situação em que estavam pelo que havia acontecido, levava os que tinham cometido a falta, a não confessá-la, e assim, se ele quisesse conservar a paz na província e a cidade aos romanos, devia em favor dos inocentes perdoar a um pequeno número de culpados e não por causa de uns poucos fazer sofrer a tantos inocentes.

Floro, mais irritado do que nunca, com estas palavras, mandou seus soldados saquear o alto mercado e matar todos os que lá se encontravam. O desejo de enriquecer, autorizado pela ordem de seu chefe, fê-los não somente não se contentar com o saque, que lhes era permitido, mas estenderam-no a todas as casas e cortaram a garganta a todos os que encontravam pelo caminho. As ruas mais ocultas que alguns buscaram para se esconder de nada lhes serviram, pois morreram do mesmo modo; a mortandade foi geral e não houve roubo e saque que não se praticasse naquela ocasião. Os soldados levaram a Floro várias pessoas da nobreza que ele mandou torturar e matar a golpes de chicote e depois crucificar.

Não se perdoaram nem mesmo às mulheres nem às crianças ainda de peito e o número dos que pereceram desse modo elevou-se a três mil e seiscentos.

Tão horrível ação foi tanto mais intolerável aos judeus pois era uma nova espécie de crueldade que os romanos ainda não tinham usado, pois Floro fora o primeiro que tivera a coragem de vergastar com chicote e crucificar diante de seu tribunal homens da Ordem dos Cavaleiros, que embora judeus haviam sido honrados pelos romanos com uma dignidade tão importante.

 

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento

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