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9 de janeiro de 2022

História De Israel – Teologia 31.339 (2º Parte Livro 2) CAPÍTULO 36 OS ANTIGOS HABITANTES DE ALEXANDRIA MATAM CINQÜENTA MIL JUDEUS QUE LÁ SE HAVIAM ESTABELECIDO HÁ MUITO TEMPO E AOS QUAIS CÉSAR TINHA DADO, COMO A ELES, DIREITO DE BURGUESIA.

História De Israel – Teologia 31.339

(2º Parte Livro 2)

 

CAPÍTULO 36

OS ANTIGOS HABITANTES DE ALEXANDRIA MATAM CINQÜENTA MIL JUDEUS

QUE LÁ SE HAVIAM ESTABELECIDO HÁ MUITO TEMPO E AOS QUAIS CÉSAR

TINHA DADO, COMO A ELES, DIREITO DE BURGUESIA.

 

215.  Entretanto, os revoltados tomara o castelo de Cipros, que está na fronteira de Jerico, e o destruíram, depois de ter matado todos os soldados que lá estavam.

216.  O que se passou nesse mesmo tempo, em Alexandria, obriga-me a retomar os fatos de mais longe. Os antigos habitantes sempre tinham sido contrários aos judeus, depois que Alexandre, o Grande, em recompensa pelos serviços que lhe haviam prestado na guerra do Egito, lhes havia dado, naquela grande cidade, o mesmo direito de burguesia que os gregos tinham. Seus sucessores haviam conservado aos judeus seus privilégios, haviam-lhes reservado um quarteirão à parte, para que não estivessem misturados com os gentios e permitido usar o nome de macedônios. Os romanos, em seguida, conquistaram o Egito; César e os imperadores, seus sucessores, tinham-lhes também sempre conservado os mesmos privilégios; mas eles viviam em contínuas altercações com os gregos; os castigos impostos pelos magistrados a uns e outros, em vez de eliminá-las, as aumentavam ainda mais.

Assim, a agitação, no que se refere aos judeus, embora grande, por toda a parte, como vimos, era ainda maior em Alexandria. Os gregos ali se haviam reunido para mandar embaixadores a Nero, com relação aos mesmos assuntos, e vários judeus misturaram-se com eles. Logo os gregos puseram-se a gritar que eles tinham vindo como inimigos, com o fim de impedi-lo e se lançaram contra eles. Os judeus fugiram e só foram presos três, que eles fizeram queimar vivos. Todos os outros reuniram-se em seguida e voltaram para arrebatá-los, começando por lançar-lhes pedras e, com archotes na mão, correram para o anfiteatro para atacá-los, ameaçando queimá-los a todos, e o teriam feito se Tibério Alexandre, governador da cidade, não lhes tivesse contido o furor. Não empregou a força para fazê-los compreender o seu erro, mas exortou-os, por meio dos mais ilustres de sua nação, a não se indisporem com os romanos. Esses revoltosos, porém, não somente zombaram de seus avisos e de seus rogos, mas clamaram contra ele.

Dessa forma, vendo que tão grande revolta poderia ser perigosa se não se lhe detivesse o curso, resolveu atacá-los com duas legiões romanas e cinco mil soldados líbios, que, para infelicidade daqueles amotinados, lá se encontravam por acaso; ordenou-lhes que não se contentassem de matá-los, mas lhes saqueassem todos os bens e incendiassem as casas. A tropa marchou imediatamente para o quarteirão da cidade chamado Delta, ocupado pelos judeus, e com perda de muitos homens executaram as ordens recebidas. Os judeus puseram à frente os mais bem armados e resistiram por muito tempo. Mas foram postos em fuga e pereceram de diversos modos, pelo ferro e pelo fogo que os romanos puseram em suas casas, depois de saqueadas. Vitoriosos, não deram tréguas à crueldade; não respeitaram os velhos, nem tiveram compaixão das crianças; mataram por toda a cidade e nos campos, sem fazer distinção de idade. A morte de cinqüenta mil pessoas fez correr um dilúvio de sangue naquela infeliz região; nem um só teria escapado ao seu furor, se Alexandre, levado pela piedade por tão horrível carnificina, não lhe tivesse proibido a continuação; como estavam acostumados a obedecer, detiveram-se logo, ao primeiro sinal. Os habitantes de Alexandria não fizeram o mesmo; seu ódio excessivo pelos judeus os encarniçava de tal modo na luta, que com muita dificuldade puderam contê-los e arrancar de suas mãos aqueles corpos inanimados que eles ainda insultavam.

 

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento

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