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4 de agosto de 2013

Administração Eclesiástica - Teologia 01.14 - Questões para reflexão

Administração Eclesiástica - Teologia 01.14 


Questões para reflexão:

1) Quais tarefas inacabadas são motivo de grande preocupação para você neste instante?

2) Faça uma lista de dois ou três objetivos mais importantes em sua vida para as duas próximas semanas. O quê é mais importante?

3) Quando foi a última vez que você separou ao menos uma hora para analisar a direção em que você está indo?

Há uma grande diferença entre estar muito ocupado e ser produtivo. 
Claramente, podemos observar que existem pessoas que se esgotam trabalhando e não conseguem progresso algum, enquanto outras, com menor esforço, atingem objetivos e são bem sucedidas. 
Não podemos esquecer também aqueles que vencem na vida trabalhando tanto que chegam a sacrificar alguns valores extremamente importantes como o lazer, a família e, às vezes, até a saúde. 
Há também aqueles que estão sempre girando em torno de tudo, como verdadeiros furacões, em grande movimento. 
Contudo, quando analisados com profundidade, pouca coisa apresentam de produtivo. 
É provável que você já tenha ouvido o termo "workaholic".É uma expressão americana que teve origem na palavra alcoholic (alcoólatra).Serve para denotar uma pessoa viciada, não em álcool, mas em trabalho. 

As pessoas viciadas em trabalho sempre existiram, no entanto, esta última década acentuou sua existência motivada pela alta competição, necessidade (talvez mais adequado seria dizer obsessão) por dinheiro, vaidade, sobrevivência ou ainda alguma necessidade pessoal de provar algo a alguém ou a si mesmo. 
Podemos encontrar esta figura também no Ministério pastoral.

Veja como podemos caracterizar o "workaholic":

1. Trabalha mais que onze horas
2. Almoça trabalhando
3. Não tira férias de vinte dias há três anos
4. Eternamente insatisfeito
5. Acha que trabalha mais que os outros
6. Fala ao telefone mais de uma hora por dia (13% do dia)
7. Avalia as pessoas pelo seu aspecto profissional e, depois, pelo pessoal.

Em corolário das características acima, podemos antever alguns sintomas geralmente diagnosticados:

1. Ambiente tenso no lar;
2. Sensação de fracasso pessoal;
3. Dificuldades financeiras;
4. Exigência de um padrão de vida sempre superior, ou melhor.

Para não recebermos o rótulo de "workaholic", primeiramente, necessitamos nos organizar melhor em relação ao tempo e, dessa forma, conhecer os tipos de "ladrões ou desperdiçadores de tempo", e como podemos resolvê‐los. 
Mas antes, precisamos entender que o tempo é :



Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
Não perca tempo, Indique esta maravilhosa Leitura
Custo:O Leitor não paga Nada, 
Você APENAS DIVULGA
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