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2 de agosto de 2013

Antropologia - Teologia 03.24 - A Cosmogonia da América

Antropologia - Teologia 03.24

3.2.4 A Cosmogonia da América

Os onondagas, povo que habitava a região que posteriormente seria o estado de Nova York, nos Estados Unidos, elaboraram uma cosmogonia mítica inteiramente particular. 
Em essência, o relato pode assim se resumir: o grande cacique das pradarias celestiais cansou-se de sua mulher e lançou-a às infinitas águas turvas. 
Ela pediu ajuda aos animais marinhos para que retirassem o barro do fundo do mar. 
O sol secou o barro e pôde instalar-se nele a Mulher celestial, ou a grande mãe Terra. 

Entre os povos americanos foram provavelmente os maias que desenvolveram um mito mais coerente sobre a origem do mundo. 
Sua explicação remonta ao princípio último e concebe a criação em 13 etapas. 
Na primeira, Hunab Ku, o deus uno, fez-se a si mesmo e criou o céu e a terra. 
Na décima terceira, tomou terra e água, misturou-os e desse modo foi moldado o primeiro homem. 
Mesmo assim, os maias consideravam que vários mundos se haviam sucedido e que cada um deles se acabou em conseqüência de um dilúvio. 
O Popol Vuh, dos povos maias, constitui uma extraordinária narrativa cosmogônica e se refere à criação do primeiro homem a partir do milho. 

Em outras religiões ameríndias, as crenças e mitos cósmicos também se relacionam com os elementos da natureza. 
Para os incas, o lugar da criação do homem pelo deus Huiracochá situava-se perto do lago Titicaca, nas proximidades de Tiahuanaco. Os astecas, segundo o Código matritense, situavam em Teotihuacan a catástrofe cósmica que pôs fim à idade anterior. 
Nesse lugar, os deuses se reuniram para deliberar quem se lançaria na fogueira para transformar-se em Sol, o que foi conseguido pelo humilde Nanahuatzin. 

No Brasil, a cosmogonia dos índios se reporta a um criador do céu, da Terra e dos animais (o Monã dos tupinambás) e a um criador do mar, Amã Atupane, talvez Tupã, entidade mítica que os jesuítas consideraram a expressão mais adequada da idéia de Deus surgida nos domínios da catequese. 


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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