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13 de agosto de 2013

Antropologia - Teologia 03.49 - Criacionismo cristão

Antropologia - Teologia 03.49

5.2.6 Criacionismo cristão 




O criacionismo cristão é dividido em três grupos principais. 
Criacionismo da Terra jovem: Os Young Earth Cretionists acreditam que o Universo e a Terra tenham sido criados recentemente (aproximadamente de 6 a 10 mil anos atrás) e toda a vida contida nele de acordo ao texto de Gênesis (literalistas). 
A maior parte aceita a "microevolução" enquanto um grupo menor não, mas todos em geral negam a "macroevolução". Dentro da microevolução existem os que defendem que Deus criou vários grupos de animais separados, chamados de tipos criados (created kind) e que através da microevolução, eles se adaptaram aos mais diversos ambientes, mas continuando o mesmo "tipo" de animal. 
Já existem outros que negam prontamente qualquer existência de evolução, afirmando que Deus criou todas as espécies como elas são até hoje sem modificações. 
Os YEC´s tendem a negar praticamente todas as bases de ciências como a Astronomia, Paleontologia, Biologia, Geologia e etc. 

Criacionismo da Terra antiga: Os Old Earth Creationists compartilham a maior parte de suas características com os YEC´s mas divergem em certos pontos da interpretação bíblica e da idade da Terra. Os OEC´s acreditam que a Terra foi criada em um período remoto entrando em acordo com a idade estimada pela ciência de 4,5 bilhões de anos. 
Eles também defendem que certas partes doGênesis devem ser interpretadas metaforicamente. 
Mesmo entrando em concordância com a maior parte das ciências, os OEC´s ainda não aceitam a Teoria da Evolução em sua totalidade, ou a repudiam totalmente. 

Evolucionismo teísta: Os Theistic Evolutionists acreditam que o Universo, o planeta Terra e vida foram criados por Deus, mas diferem dos outros grupos criacionistas por aceitarem completamente a Teoria da Evolução, vendo ela como uma ferramenta para com a qual Deus construiu a vida na Terra. 
A maior parte do grupo aceita uma visão alegórica do relato do Gênesis e entram em conformidade com as ciências em si. 
Existem pequenas divergências sobre o papel do homem na evolução. 
Enquanto alguns grupos acreditam que os seres humanos evoluíram da mesma forma que outros animais, outros vêem que o homem foi à criação especial de Deus, tendo uma evolução mais "planejada" que as dos outros animais. 

A evolução teísta contradiz a Bíblia. 
Em apoio ao papa, Donald Devine escreve: "O homem pré-humano aparentemente existiu por milhões de anos... Isso não é uma refutação da Bíblia, mas uma confirmação – pois indica que foi preciso que DEUS soprasse nele uma alma antes que o homem pudesse ser homem." Pelo contrário! A evolução teísta, que exige ancestrais pré-humanos para o homem (para os quais nenhuma evidência jamais foi encontrada), não contradiz apenas o livro de Gênesis, mas toda a Bíblia. 

Moisés afirma que DEUS formou Adão "do pó da terra", e que depois formou Eva a partir de uma de suas costelas (Gn 2.7, 18-22). Ancestrais pré-humanos não podem ser reconciliados com o relato autenticado por JESUS: "Não tendes lido que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher, e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?" (Mt 19.4-5). CRISTO confirma o relato de Gênesis ao citá-lo em Seu ensino. 
Paulo também atesta a veracidade do relato ao declarar que "primeiro foi formado Adão, e depois Eva" (1Tm 2.13-14 – ver também 1Co 15.22, 45; Judas 14). 
Eles não eram um par de criaturas pré-humanas nas quais DEUS infundiu almas humanas. 

Além disso, Paulo afirmou que o pecado entrou no mundo por meio de Adão, e pelo pecado a morte (Rm 5.12). Se Adão e Eva tivessem tido ancestrais que viveram e morreram por milhares (ou milhões) de anos de evolução até que DEUS os humanizasse, a morte teria operado na terra antes que Adão pecasse – uma contradição clara do relato de Gênesis, do ensino de CRISTO, da pregação de Paulo e do Evangelho. O cardeal de Nova Iorque, John O’Connor, diz que Adão e Eva podem ter sido "animais inferiores". 

Argumentação criacionista. 
Apesar da predominância de correntes evolucionistas nos meios acadêmicos, alguns cientistas tornaram-se notados por defenderem o criacionismo clássico, que envolve a crença num criador. 
Note-se, contudo, que a Ciência não pode tratar de assuntos de fé, mas apenas daquilo que é observável e passível de experimentação. 
Um cientista pode defender princípios religiosos ou ideológicos, mas esses princípios religiosos ou ideológicos não passam a ser científicos por serem defendidos por um cientista. 
Os argumentos de pessoas pertencentes a comunidade científica em favor do criacionismo apontam para a organização e exatidão das leis naturais. 
Esta visão dá uma imagem que se parece com aquela proposta por Isaac Newton, ao comparar o mundo a um mecanismo que evidencia um projeto inteligente e sobrenatural. 
As novas tendências científicas têm, contudo, levado a uma diferente visão do universo, menos determinista e mecanicista. 
É comum dar como exemplo a distância propícia entre o Sol e a Terra, que permite temperaturas amenas que possibilitam a continuidade da vida - é interessante verificar que este mesmo argumento é utilizado pelos evolucionistas para referir o caráter excepcional da posição da Terra, não para uma suposta "continuidade" (palavra que implica a idéia de um projeto ou um plano para a Criação), mas para a sua emergência e evolução. 

Indivíduos teístas, que aceitam as hipóteses científicas podem ver nas características e regularidades da natureza (como a regularidade verificada nos elementos químicos na tabela periódica ou o fato de os acontecimentos físicos obedecerem a leis que podem ser expressas em equações matemáticas "exatas"), base para se pressupor uma ordem, são citados e interpretados como prova da existência de um legislador que legisla e faz cumprir essas leis. 
Por essas mesmas leis, o universo teria vindo a existir, e teria se desenrolado sua história, sendo parte dela a origem e a evolução da vida na Terra. 
Criacionistas, no entanto, não acreditam que o universo e suas partes tenham sido criados segundo essas leis, mas que tudo foi criado do nada (ou "ex nihilo", termo em latim mais sofisticado) e só então essas leis passaram a vigorar. 

A complexidade e organização estrutural das formas mais simples de matéria viva são apontadas pelos criacionistas como prova de uma criação determinada e não a conseqüência evolutiva de um caldo orgânico primordial desorganizado. 
De fato, a probabilidade matemática de que a vida tenha surgido espontaneamente de uma sucessão de eventos casuais numa ordem específica é considerada por alguns matemáticos pequena demais. 

O método que permite recriar um organismo a partir de fragmentos do seu corpo (um dente fossilizado, por exemplo) é duramente criticado pelos criacionistas que consideram abusivas as conclusões como a apresentação de antepassados do Homo sapiens com traços simiescos.

Fraudes nos trabalhos e pesquisas envolvendo fósseis (como o 'Homem de Orce', ou o Homem de Piltdown) têm sido também usadas para desacreditar a teoria da evolução. 
Alguns criacionistas questionam também experiências, relacionadas à demonstração da seleção natural, como aquela relativa às mariposas cujas cores foram influenciadas pelas mudanças advindas da Revolução Industrial. 
Nesse caso especificamente, aponta falhas na metodologia como confirmação de que não existiria seleção natural. 
Isso implica na defesa de espécies absolutamente fixas, como um ideal platônico. 

Um dos principais argumentos dos criacionistas baseia-se na refutação da geração espontânea. 
Louis Pasteur demonstrou experimentalmente que a vida não surge espontaneamente de matéria sem vida, na sua forma moderna, como havia sido proposto por cientistas da época. 
Estendendo os resultados destes experimentos, argumenta-se que foi provado que nenhum mecanismo pode gerar vida de qualquer matéria sem vida. 
Como evidência, aponta-se que nenhum experimento foi capaz de demonstrar o contrário, a despeito de várias décadas de tentativas. 

A afirmação de que nenhuma vida pode surgir de não-vida foi recentemente desafiada a partir de experimentos onde um vírus é sintetizado em laboratório, mas a questão de se um vírus pode ou não ser considerado um ser vivo nunca foi um consenso entre cientistas. 
Outra questão levantada pelos criacionistas é que esse tipo de experimento na verdade comprovaria a necessidade de uma inteligência e intencionalidade por trás do processo. 


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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